The Evil Within 2

The Evil Within 2 [a] é um videogame de terror de sobrevivência em terceira pessoa desenvolvido pela Tango Gameworks e publicado pela Bethesda Softworks para Microsoft Windows, PlayStation 4 e Xbox One. O jogo foi lançado mundialmente em outubro de 2017 e é a sequela do videogame de 2014 The Evil Within. O jogo recebeu críticas geralmente positivas; como seu antecessor, recebeu elogios por seu visual, atmosfera e jogabilidade, mas recebeu algumas críticas por sua história e personagens.

Não tenha medo… de fugir

Naturalmente, The Evil Within 2 te dá medo. Ele foi feito para isso. Monstros assustadores, sustos mil, mas nem sempre precisa ser assim. Quando se deparar com uma criatura desconhecida que você não sabe bem o que faz ou como ataca, não tenha medo de fugir!

O game te dá todas as possibilidades para tentar se esconder ou despistar inimigos normais. Ainda que não seja tão adequado, é possível escapar com algum trabalho extra, seja por vida curta ou falta de munição. Contudo, tenha cuidado: os monstros são bem inteligentes e não deixarão que você suma sem mais nem menos.

Siga sempre o comunicador

O comunicador é uma importante ferramenta em The Evil Within 2 e coloca muita informação à disposição de Sebastian. Saiba seguir suas dicas e encontrar a localidade de outros elementos, itens ou sobreviventes no STEM.

Sem o comunicador, sua vida vai ficar bem mais complicada. Explicamos isso pois suas dicas podem parecer meros tutoriais do próprio jogo, mas não são. Não as ignore em hipótese alguma se quiser sobreviver um pouco mais.

Jogue com calma (na medida do possível)

Apesar de ter elementos de ação, The Evil Within 2 é um game para ser explorado nos mínimos detalhes. Jogue com calma, não pense em correr para terminar e ver logo a sequência de cenas finais.

Explore os cantos escuros, destrua caixotes para revelar itens e, claro, não deixe de aproveitar cada segundo da campanha. Essa dica é ainda mais recomendada nas dificuldades mais altas, carregadas de desafio superior.

Prefira sempre a furtividade

Por falar em calma, a furtividade é sua amiga em The Evil Within 2. Escolha permanecer nas sombras, evite combates e encontros indesejados. Os jogadores que fazem isso têm mais chance de sobreviver por algum tempo sem ser interrompidos. É no acobertamento que você encontra menus para matar automaticamente inimigos distraídos.

Como já deixamos claro, as sombras são suas amigas. Esgueire-se por cantos e escolha ficar atrás de móveis ao longo dos mapas que são dentro das casas, ou por trás de objetos diversos em outros locais de Union. Fique sempre atento ao ícone de olho que aparece no topo da tela. Se ele mudar, quer dizer que um inimigo te viu. Uma boa dica para distrair oponentes e usar mais a furtividade é, por exemplo, lançar objetos como garrafas em outro canto do cenário.

Economize balas

Chegamos àquela dica precisamente voltada para o gênero de sobrevivência de horror: economize balas. Não é brincadeira, já que toda a munição é escassa ao longo do jogo. As armas brancas, de corte, fazem um trabalho melhor para eliminar monstros mais simples ou abrir caixotes.

É claro que teremos momentos nos quais as balas serão imprescindíveis e você terá que descarregar pentes inteiros para eliminar os inimigos. Contudo, é sempre bom ter aquela reserva adicional, para fazer com que uma batalha de chefe seja mais simples, por exemplo.

Machado: a melhor arma branca

Por falar em armas brancas… Elas são as armas de corte, que não gastam munição e te oferecem ataques praticamente infinitos contra qualquer monstro padrão. Dentre elas, o machado é a melhor, com golpes mais fortes e precisos.

Na maioria do tempo, Sebastian terá a clássica “faquinha” à sua disposição, mas a partir do momento em que conseguimos o machado, a experiência de combate muda completamente. Não tenha medo de usá-lo no lugar das armas de fogo, inclusive.

Sempre mova a câmera

Essa dica está ligada com outras que citamos mais acima: a câmera é um dos segredos para se dar bem em The Evil Within 2. Alguns inimigos atacam sem aviso, silenciosos e, principalmente, por trás.

Ter todo o cuidado para não receber um golpe desprevenido ou morrer sem ser alertado é primordial no game. Infelizmente, não dá para olhar para a frente sempre, então é ideal que você sempre vigie outros ângulos da cena.

Jogar no ‘Easy’ não é vergonha

Por fim, saiba que The Evil Within 2 tem pelo menos três níveis de dificuldade iniciais. Começar no mais fácil não é vergonha alguma e, inclusive, é indicado pelo próprio diretor do jogo, Shinji Mikami – que foi o produtor e co-criador do primeiro.

The Evil Within 2 já é difícil por natureza, dada a variedade de momentos tensos, e jogar no “Casual”, o nível mais fácil, ajuda na adaptação dos controles e no desenrolar da história. Depois, é possível repetir a partida, em dificuldade superior, mas não se acanhe em começar pela mais simples – mesmo nesta dificuldade há um certo desafio alto.

Ande sempre escondido

The Evil Within 2 é um game que precisa ser jogado com cautela. O seu personagem, Sebastian, não é particularmente rápido ou forte e você terá que aprender a sobreviver sabendo isso. Considere sempre os campos de visão dos inimigos, seus movimentos e os locais onde você pode se esconder.

Sendo um game de terror de sobrevivência, você também necessita de itens essenciais como munições, mas estará limitado a um inventário não muito grande. A melhor estratégia então será andar escondido e tentar pegar seus adversários com sua faca, sempre por trás. Cada zumbi que você mata dessa forma é mais uma bala que pode o salvar no futuro.

Não seja impulsivo se for visto

Se você for descoberto por algum zumbi, não entre logo em pânico. Não é boa ideia começar disparando, mas sim procurar outro local para se esconder. Se você conseguir quebrar o campo de visão com o inimigo há boas hipóteses dele se esquecer de sua presença.

Tenha apenas cuidado com os arbustos, pois embora eles sejam bons para você se esconder, os mais altos podem também quebrar sua visão.

Estude suas redondeza

Como você não vai ter acesso a um mini-mapa, é muito importante percorrer seu caminho com cautela. Alguns zumbis estão sentados ou deitados nas ervas, um pouco camuflados e parecendo até mortos. Você não deve confiar em nada que não tenha sido morto por você, logo evite pisar nesses mortos-vivos ou eles vão acabar o atacando quando menos esperar.

Para o ajudar, você tem um ícone de alerta em cima da tela que indica se alguém está atento a sua presença. Se o olho estiver escaneando, isso significa que alguém está procurando você. Se por outro lado estiver apenas olhando em frente sem pestanejar então é melhor fugiu porque alguém está indo na sua direção!

Não esqueça que esse é um game de mundo aberto

The Evil Within é um game que o vai recompensar pela exploração. É necessário entrar em edifícios para pegar itens que vão ser muito necessários na sua sobrevivência. Logo, é útil que vá explorando suas redondezas enquanto se dirige para seu objetivo principal.

Além disso, andar pelo meio das ruas vai provavelmente levar você até à morte. Felizmente, o game tem muitos atalhos e vielas para você percorrer, fazendo com que fique mais escondido. Estabeleça sua rota por caminhos alternativos para aumentar suas chances de sobrevivência.

Complete todas as missões, incluindo as secundárias

É muito importante que você não só complete suas missões, mas também alguns objetivos opcionais que pode pegar. Essas missões secundárias devem ser completadas assim que possível porque vão conceder a você recompensas muito úteis, como novas armas e bolsas que aumentam sua capacidade de inventário.

Construa itens e melhore suas armas

The Evil Within 2 tem um sistema de construção fácil. Você apenas tem que pegar os materiais pelo mundo e os usar para criar itens. Embora o possa fazer em qualquer parte, o melhor será mesmo planejar o que quer fazer e levar seus itens a um banco de trabalho que pode encontrar em alguns pontos seguros. E ao fazer isso aproveite para criar um pouco de tudo, pois não sabe que itens vão fazer falta enquanto andar em suas aventuras. No início do game, tente se focar principalmente em munições para sua pistola de mão.

Nos bancos de trabalho, você também pode melhorar suas armas e, nesse caso, deverá começar a fazer o mais cedo possível. Cada melhoramento que você faça não vai ficar ativo apenas na arma que você está usando no momento, mas em todas da mesma categoria. Ou seja, se você melhorar uma pistola fraca na realidade todas as pistolas que pegar no futuro vão ter esse melhoramento incluído.

Evite entrar em combates desnecessários

Nesse início de jogo, seu personagem não terá várias habilidades que ajudam em combates. Sejam eles corpo a corpo ou com armas de fogo. Dessa forma, vá “comendo pelas beiradas”. Sim, elimine zumbis desgarrados para ganhar o gel verde que ajuda justamente a melhorar suas habilidades. Mas evite confrontos com grupos de monstros ou com criaturas que parecem assustadoras (elas são fortes, vai por mim).

Use os arbustos para passar desapercebido

The Evil Within 2 usa o bom e velho arbusto (consagrado em Assassin’s Creed, Uncharted e tantos outros jogos) como camuflagem. Portanto, aproveite os arbustos em Unity para andar camuflado e/ou fazer um aproach ninja antes de fazer aquele ataque furtivo.

Faça as missões paralelas

Sempre que possível, faças as missões paralelas em Unity. A primeira que já aparece logo de cara é para procurar por um armazém de armas. Do it (faça). Além de pegar munição pra chuchu, você conseguirá ótimas armas, como o virote (besta) e a shotgun.

Rifle “sniper” no telhado

Unity se parece com uma cidade de interior, cheia de casas pequenas, igreja e parque. Porém, há um prédio nela. E é nele que você precisa subir. Não chega a ser um arranha céu, mas é uma construção alta que se destaque dentre as outras. Em uma das laterais da construção há uma escada. Suba e procure pelos corpos de membros da Mobius. Só cuidado com os zumbis errantes que você pode encontrar por lá.

Reviste os soldados Mobius

Sempre que possível, reviste os soldados da Mobius mortos em Unity. Eles tem os melhores loots. Desde munição, porções generosas de gel e até itens que só eles lhe darão, como melhores repositórios de munição, seringas curativas etc. É claro que o jogo, sabendo disso, escolhe a dedo os locais para os policiais estarem caídos. Geralmente perto de algo em risco. Mas, mesmo assim, é possível saquear vários corpos e voltar com recompensas bem legais.

Se avistar uma imagem de santa, quebre-a

Calma. Sebastian Castellanos não virou nenhum religioso fanático. É que as imagens de santa em The Evil Within 2 contém chaves para você desbloquear itens em um armário que fica ao lado da cadeira elétrica na qual você obtém seus poderes.

Deixe para craftar em refúgios

Em The Evil Within 2 é possível melhorar armas e criar os itens que você usa no jogo. É possível fazer isso em bancadas espalhadas pela cidade. Logo de cara você encontra uma, no abrigo do O’Neil. O abrigo é um dos refúgios do jogo. Você até encontrará bancadas (workbenchs) “soltas” em algumas casas na Unity. Porém, criar itens nesses locais custará o dobro dos materiais que os refúgios lhe cobram. A não ser que você precise muito, guarde seus itens para criar em refúgios.

Pausa para o cafezinho

Quem não gosta de um café quentinho? Ainda mais passando o perrengue que o Castellanos passa em The Evil Within 2. Qual não foi minha surpresa quando, ao adentrar no primeiro refúgio do jogo, dei de cara com uma máquina de café. E, para minha surpresa ainda maior, o café recuperou completamente minha energia. Incrível! Portanto, se estiver voltando para um refúgio após uma missão e a energia não estiver lá essas coisas, tente economizar suas seringas já pensando naquele café quentinho do refúgio. Só não abuse, pois o café demora um tempinho para ficar pronto novamente.

Olho vivo no indicador de som

Em The Evil Within 2, há um indicador de barulho que fica na sua tela. Sempre que um zumbi ou monstro estiver por perto, o sensor mostrará umas ondas de som (parecem também com um eletrocardiograma, se você já viu um). Quanto mais perto do zumbi, mais ondas você verá. Portanto, sempre que tiver ondinha, tem zumbizinho. 

Upgrades

O mais importante de tudo; foque em estamina. Saiba que o personagem tem um péssimo fôlego. Sua barra é pequena e esvazia rápido. Então melhore dois níveis dessa barra. Você poderá ter uma chance melhor de correr de uma encrenca.

Depois dessa barra procure melhorar atributos que não envolvam o ataque. Não fará grande diferença. Veja os upgrades de estamina, vida etc, mas não de seu ataque.

Perceba as melhorias “laterais”. Toda árvore possui o principal a ser melhorado e o que rodeia a melhoria. Veja o que melhor te ajudará na progressão do jogo.

Particularmente, eu investi um pouco na árvore de furtividade. Diminuindo o ruído dos meus passos e aumentando a velocidade da caminhada agachada. Com isso, a dica que dei sobre o ataque furtivo fica ainda melhor se pensar por esse lado.

Melhoria de arma

Pense na melhoria da sua pistola. Claro, esse foco voltado mais para o início do jogo. Não gaste suas peças com nada diferente do que a capacidade de balas no pente e a cadência de tiro.

Sobre a quantidade de balas a explicação é muito simples; quanto mais munição disponível, melhor. Lembrando que arma de fogo é apenas para momentos de alta dificuldade, seja eles quais forem. E outro ponto é de você não deixar munição para trás no cenário. Se sua arma estiver cheia, você não coletará as balas, nem mesmo para ficarem em inventário. O que faria sentido se fosse assim, mas fazer o que né?!

A cadência vai te ajudar diretamente em momentos de aperto. Caso esteja sendo seguido por muitos inimigos ou tenha alguma criatura muito forte e é preciso mata-lo o quanto antes, a velocidade de disparo da arma será essencial. Ficaria muito difícil matar duas ou três criaturas que te perseguem se a sua arma demora para atirar.

Essas duas melhorias, você pode gastar peças para um upgrade cada ou dois. Fica a seu critério. Depois de estar bom o suficiente nesses dois aspectos, você pode pensar no resto. Na potência, na velocidade de recarga ou em outra arma.

Procure as chaves

Caso não tenha saco para procurar as famigeradas chaves, com certeza encontrará a localização delas na internet. Mas lembre-se, na grande maioria das ocasiões elas ficam dentro de estátuas. Não é tão fácil de encontra-las, mas ajudaria muito caso encontre.

As chaves lhe darão acesso aos armários da sala de upgrades. Com uma chave em mãos, então a sorte estará lançada. Mas praticamente, sempre, você obterá bons itens.

Referências:

Alvanista, Última ficha, Aficionado, wikipedia, techtudo.

Outlast 2

Outlast 2 (estilizado como OU⸸LASTII) é um jogo eletrônico de survival horror em primeira pessoa desenvolvido e publicado pela Red Barrels para Microsoft Windows, PlayStation 4 e Xbox One em 25 de abril de 2017. É a sequência do jogo eletrônico de 2013 Outlast e apresenta um jornalista chamado Blake Langermann, junto com sua esposa Lynn, percorrendo o deserto do Arizona para explorar o assassinato de uma mulher grávida, apenas conhecida como Jane Doe. Blake e Lynn se separam em um acidente de helicóptero, e Blake tem que encontrar sua esposa enquanto viaja através de uma aldeia habitada por uma seita chamada Testamento do Novo Ezequiel (Testament of the New Ezekiel) que acredita que o fim dos dias está chegando.

Pouco depois do lançamento e popularidade de Outlast, Red Barrels anunciou a sequência. Uma demonstração de jogabilidade foi lançada tanto na PAX East quanto na E3 2016 em 22 de abril e 15 de junho, respectivamente, com lançamento inicial previsto para o outono de 2016. No entanto, devido a complicações durante o desenvolvimento, o jogo foi adiado para o primeiro trimestre de 2017 em 1 de agosto. Apesar da promessa de lançar o jogo no primeiro trimestre de 2017, a data de lançamento do jogo foi antecipada para o segundo trimestre de 2017, e foi disponibilizado digitalmente em 25 de abril de 2017 para o Microsoft Windows, PlayStation 4 e Xbox One.

Qual a história de Outlast 2?

Somos apresentados ao doentio Temple Gate, uma comunidade religiosa comandada pelo sádico Sullivan Knoth, responsável por pregar aos seus seguidores o combate ao Anti-Cristo e, para isso, sair matando o máximo possível de bebês e crianças. 

No jogo você encarna Blake Langermann, um cameraman que parte com a sua esposa Lynn para os confins do deserto do Arizona, com a missão de investigar o misterioso assassinato de uma jovem mulher grávida. 

O casal, no entanto, sofre um trágico acidente de helicóptero. Blake agora se encontra preso no bizarro vilarejo de Knoth, totalmente afastado da civilização e desesperado por encontrar a sua esposa.

Como se isso fosse pouco, Blake ainda precisa descobrir o que está acontecendo nesta macabra comunidade, recheada com criaturas e fanáticos com diferentes propósitos, mas todos sedentos por sangue!

Jogabilidade em Outlast 2

Não existem grandes novidades na jogabilidade de Outlast 2, em comparação com o seu antecessor. A premissa é a mesma: sobreviver sem armas e evitando totalmente os confrontos com os adversários. Blake conta apenas com uma câmera de visão noturna para se guiar em meio as trevas que cobrem o lugar. 

Agir com furtividade é o ponto chave do game e, para isso, você terá a sua disposição vários locais onde poderá se esconder, evitando os inimigos. 

A jogabilidade continua sendo em primeira pessoa, potencializando a veracidade dos sustos e terror sentido ao longo do jogo.

Os gráficos também estão muito melhores em Outlast 2, assim como vários efeitos que são vistos no game, como quando Blake cai na água e fica com os óculos molhados, por exemplo. Estas novas características ajudam a tornar a experiência ainda mais real.

Não resta dúvida que Outlast 2 é um jogo bastante estressante. O constante terror te persegue a todo momento, seja enquanto corre desesperadamente para escapar dos fanáticos enlouquecidos ou se esgueirando pelos cantos torcendo para não ser visto. 

Tentar sobreviver em meio a todo este caos e pressão pode soar como uma missão impossível. Pensando nisso, separamos algumas dicas essenciais para te ajudar a se acostumar com a atmosfera pesada de Outlast 2 e seguir vivo até o final do game.

Vá com calma!

Para ter sucesso neste jogo você precisa ter paciência. Como dito, uma das principais características de Outlast é a furtividade. Como você não tem armas para se defender, um confronto com os inimigos tem tudo para terminar em game over, portanto para vencer você não pode ser visto!

Logo nas primeiras etapas do game aprendemos vários comandos que são úteis na hora de ser furtivo, como espreitar pelas janelas e portas, agachar, andar na ponta dos pés, se esconder em barris ou debaixo da cama, entre outros.

Fique sempre atento as baterias

Além de chaves, curativos e cartas não existem muitos itens que podem ser coletados ao longo do game (como acontece com Resident Evil, por exemplo). Mas, nada é mais importante para você do que as benditas baterias!

A sua câmera funciona como os seus olhos em Outlast, através da visão noturna. Sem ela você simplesmente andará a deriva na escuridão até esbarrar com algum inimigo. 

As baterias costumam estar escondidas nos casebres, mas também podem ser achadas em outros locais. Fique atento aos objetos que aparentam brilhar no cenário, pois provavelmente é uma bateria novinha para abastecer a sua câmera.

Evite inimigos usando o Modo Áudio

Além da visão noturna, a câmera em Outlast 2 tem uma novidade: capacidade de captar áudio externo. Esta nova função é extremamente útil para você “scannear” as areas ao seu redor para saber se existem inimigos por perto. 

O áudio é capaz de ouvir os sons através de paredes, muros e demais obstáculos. Desta forma, você consegue saber a distância que o adversário está e se é (ou não) seguro avançar por determinado caminho.

Infelizmente, usar o Modo Áudio gasta muita bateria da câmera, portanto seja prudente e saiba administrar bem o uso desta função.

Corra Blake, Corra!

Bem, não é sempre que a furtividade vai dar certo e, caso seja avistado por um dos fanáticos caçadores, só resta uma coisa a fazer: CORRER!

No entanto, enquanto estiver correndo lembre-se de algumas coisas que podem ajudar a salvar a sua pele: 

No desespero de uma perseguição, você pode se sentir desorientado e totalmente perdido no cenário. Se isso acontecer, tente encontrar pontos brilhantes de luz na area, normalmente existem para indicar qual a direção certa que você deve seguir.

Afaste os caçadores dos portões, portas ou outras passagens. Eles tentarão te cercar e bloquearão estes caminhos. Correr para esses lugares diretamente pode significar a morte certa.

Procure por locais no ambiente que possam servir para a sua fuga, como caminhos alternativos, muros altos e ranhuras no chão que você pode utilizar para deslizar por cercas ou portões.

Os lugares que dão para subir estão marcados com marcas de mãos com sangue ou com uma escada quebrada.

Correr por muito tempo vai te deixar sem fôlego, então a melhor opção é procurar um local para se esconder até os inimigos sumirem.

Novos locais para se esconder

Existem muitos lugares que podem servir de esconderijo, como debaixo das camas, caminhões, no meio do mato, atrás de pedras, submerso na água e – uma novidade em Outlast 2 – dentro de barris, que estão espalhados por toda a vila. 

Caso esteja sendo perseguido, certifique-se de encontrar um desses locais e permaneça escondido até a barra ficar limpa. 

Está perdido e não sabe para onde ir?

Os cenários de Outlast 2 também não são moleza. A escuridão intensa e a névoa, aliada ao estado psicológico de constante stress do jogador, pode fazer com que você se perca ou não saiba para onde seguir em algumas partes.

Se isso acontecer, fique atento a uma dessas três dicas: Procure no chão próximo aos portões, cercas e muros uma ranhura no que pode servir como passagem para atingir uma nova area no cenário.

Se os inimigos estiverem atrás de você, chame atenção deles para longe do local de onde eles surgiram e, depois que despista-los, siga para este local.

Nas areas rochosas procure por pedras com marcas de sangue, você provavelmente terá um caminho para seguir naquela direção.

Lembre também de ficar atento aos sinais de luz brilhantes, pois como dito, costumam funcionar como um “norteador” para o jogador. 

Sua bateria acabou e precisa de mais luz? Apenas morra!

Como já falamos, você deve estar sempre atento ao nível da bateria de sua câmera. Ela não costuma durar muito tempo, principalmente usando o Modo Áudio e a visão noturna (sempre que possível, tente economizar estas funções, ok?). 

Mas caso fique sem baterias e perdido no meio da escuridão, ainda existe um modo de dar a volta por cima: morrer!
Pode parecer dramático, mas em último caso é a melhor solução. Sempre que você morre no jogo, renasce com a bateria da câmera e o sue nível de vida totalmente cheio.

Escapando dos sonhos bizarros de Blake

Ao longo do game você nota que o protagonista tem umas alucinações aleatórias e muito bizarras, que nos leva para o ambiente de uma escola abandonada.

O que você precisa ter em mente é que essas sequências de estranhas alucinações não seguem a mesma lógica do resto do jogo. 

O único modo de sair desses sonhos é você explorando detalhadamente todo o cenário da escola, ler as cartas, atender os telefones, acessar computadores, e interagir com o máximo de coisas disponíveis no ambiente.

Após alguns sustos, alguma saída há de surgir… Será?

Nem todo mundo vai querer te matar, mas mesmo assim… cuidado!

Você vai cruzar com alguns fanáticos que simplesmente não vão correr atrás de você. Se por acaso encontrar uma mulher rezando, não fique preocupado em evitar chamar a sua atenção, ela não vai pular atrás do seu pescoço. 

Mas atenção, não se aproxime dessas pessoas! Elas podem não se importar com a sua presença no local, mas caso você “perturbe a paz”, não exitaram em te cortar ao meio com uma faca de açougueiro!

Covardia sem vergonha

Como bom jogo de terror, Outlast 2 insere o jogador em um mundo ameaçador no qual seu personagem é muito mais fraco que os inimigos ao seu redor e pode morrer em apenas um ataque certeiro.

Ao invés de encarar os monstros de frente, na maior parte do tempo é preciso correr para bem longe. Como o fôlego é limitado, deixe para dar piques apenas nos momentos de maior necessidade e fique atento ao parkour, já que é possível correr sobre mesas ou por debaixo de obstáculos sem perder velocidade.

Seja sorrateiro

Preste muita atenção no ambiente ao seu redor, já que é possível se agachar e esconder embaixo de camas, dentro de barris e armários. Também é possível se esconder embaixo d’água, mas tome cuidado com o fôlego e volte à superfície assim que bolhas começarem a aparecer.

No entanto, há uma pegadinha: não adianta se esconder caso algum inimigo já esteja de olho no personagem, pois ele o encontrará com certeza. Mesmo que não haja qualquer monstro em sua cola, não há garantias de que o esconderijo funcionará, pois muitas vezes a inteligência artificial será proativa e investigará por conta própria pontos suspeitos.

Use bem seus recursos

Baterias são artigos limitados e valiosos, e provavelmente serão esgotadas várias vezes ao longo da campanha. Seja inteligente e evite deixar seu microfone ou visão noturna ligados sem necessidade. Crie o hábito de desligar e religar os itens em rápidos intervalos, o que é mais econômico no longo prazo.

O bolso esquerdo do personagem indica quantas pilhas ele ainda tem disponíveis, e é uma boa ideia procurar mais delas sempre que possível. Nos momentos de conforto e segurança, aproveite para explorar as salas e checar todas as gavetas em busca de mais recursos.

Saúde é o que interessa

Não há uma barra de energia em Outlast 2, mas ainda assim é necessário tomar cuidado com sua saúde, especialmente caso você sofra um ataque que faça o personagem sangrar. Neste caso, é uma boa ideia usar curativos.

Outlast 2 não inclui qualquer detector de Bandagens, então é necessário fazer a busca manualmente, prestando atenção e procurando itens brilhantes no cenário. Dê uma olhada nas caixas de primeiros socorros e não esqueça que os itens ficam mais raros conforme a campanha avança, então poupe seus itens.

Distância segura

Quando estiver explorando uma área infestada por inimigos, tente andar abaixado na maior parte do tempo. Fora dos níveis de dificuldade mais altos, Outlast 2 possui uma grande tolerância e permite que você se aproxime bem dos monstros sem ser notado.

Basta ficar fora do seu campo de visão direto e evitar encostar neles para caminhar sem medo. Também é seguro andar entre a vegetação alta, então use o ambiente a seu favor. A principal dica é ter coragem e inteligência para vencer!

Atenção na tela

O jogo deixa diversas pistas visuais para que você consiga prever o que diabos te espera pela frente. Se alguns sustos são inevitáveis, pelo menos inimigos e colecionáveis geralmente são mais fáceis de se encontrar com alguma atenção. Como o jogo é escuro, pequenos flashes de luz no horizonte indicam inimigos. Se a velocidade do apagar e ascender da luz for mais rápido, provavelmente é uma bateria ou colecionável.

Como a sua câmera pode filmar alguns eventos, coloque a visão dela, sem a visão noturna se não for preciso, sempre que você desconfiar de algo. Sua velocidade diminui, mas evita perder algum colecionável importante para entender melhor a história.

Não leia documentos

Evite ler os documentos encontrados no jogo, deixe para ler depois quando você parar de jogar, todos os documentos podem ser encontrados no menu principal de Outlast 2, ler documentos pelo jogo consome bateria de sua câmera, alguns documentos dão para ler sem a câmera, mas outros não.

Evite recarregar

Toda vez que a bateria de sua câmera acaba, você ainda consegue usar um pouco da visão noturna dela. É recomendado que você evite recarregar no momento em que a bateria acaba, em muitos casos é possível continuar mesmo com a iluminação fraca dela com a bateria no vermelho.

Agache para ver melhor

Quando você está com a bateria no vermelho e usando o mínimo de visão de sua câmera, você pode agachar para ver melhor o que tem no chão ou se aproximar dos objetos para tentar identifica-los.

Piscando a luz

Quando em lugares mais escuros, ande piscando a luz de tempos em tempos, tem muitas partes de Outlast 2 que possuem iluminação parcial e você não precisa necessariamente deixar a câmera sempre ligada.

Como ativar o elevador?

Tem uma parte de Outlast 2 onde você encontrará um elevador e precisará ativá-lo, você deve localizar o gerador e liga-lo.

O gerador se encontra no final do caminho, seguindo reto você vai encontrar uma casa para o lado esquerdo e o gerador vai estar no andar de cima, basta subir as escadas.

Para chegar até lá você deve passar despercebido pelos inimigos.

Após ligar o gerador, você deve voltar para o elevador, agora você deve despistar a vilã Marta.

Siga o caminho em direção ao elevador até que Marta apareça, quando ela te ver, saia correndo de volta para a casa do gerador, antes de subir a escada tem um barril ao qual você pode se esconder e esperar.

Quando você perceber que ela foi embora, volte correndo em direção ao elevador e acione ele antes que ela lhe alcance.

Como passar a parte da biblioteca

Tem um momento onde o personagem principal está na biblioteca da escola e deve escapar, nela há várias estantes de livros e também um monstro.

Existe uma parte da biblioteca onde tem um refletor ligado, siga pela entrada da esquerda deste refletor e continue pela esquerda, em um certo momento você vai encontrar o que parece ser um monstro que vem de um lugar iluminado.

Corra para despistar o monstro e depois volte no lugar iluminado, há uma pilha de livros nesta parte, você vai se aproximar e subir na pilha de livros e se arrastar para uma pequena passagem e sair da biblioteca labirinto.

Nota: Pode parecer simples, mas na minha primeira jogada eu não tinha compreendido que havia uma passagem na pilha de livros e levei um bom tempo para descobrir isso.

Como desligar a eletricidade

Existe uma parte bem perto do final do Outlast 2 onde você está em um lugar subterrâneo onde a única passagem está bloqueada por fiações de energia elétrica.

Para poder passar, você deve localizar e acionar 2 interruptores para desligar a eletricidade, confira o passo a passo para fazer isso.

Estando na frente dos cabos de eletricidade, você vai para o lado esquerdo da tela e observar uma entrada iluminada, se aproxime dela até a vilã aparecer.

Quando ela mostrar sinais de que está vindo, você vai mergulhar na água e passar por uma abertura da parede que vai te levar até o primeiro interruptor. Não mergulhe na direção dela, é mais seguro ir para o canto e passar por baixo.

Rapidamente acione o interruptor e já vá em direção da entrada iluminada no final do corredor, abaixe para não esbarrar na lâmpada para evitar atrair atenção.

Continue reto e observe uma parede de madeira no meio do lugar, atrás dela está o segundo interruptor, acione ele.

Para voltar tome novamente cuidado para não esbarrar na lâmpada, siga reto até o final do corredor, mergulhe, entre no buraco da parede, aguarde a Val passar para poder submergir e ir para a entrada que antes não estava acessível.

Dê a volta na Martha

A Martha é um dos inimigos icônicos do jogo. A voz dela é de arrepiar e, meu amigo, você não vai querer chegar perto dela. Ao contrário dos inimigos convencionais, ela te finaliza com um único golpe e não adianta só tentar dar a volta em torno dela, se chegar perto, ela vai te matar.

A única forma de passar é evitando ela totalmente, dando uma volta grande em torno dela. Chame a atenção da monstrenga para um canto, se for preciso, e use o outro lado para passar por ela, sempre existirá uma saída. Se você dominar e entender isso, até os sustos diminuem.

Referências:

Seu Game, Aficionados, Uol, techtudo, Wikipedia.

Kingdom Hearts III

Kingdom Hearts III (キングダム ハーツIII Kingudamu Hātsu Surī?) é um jogo eletrônico do gênero RPG de ação desenvolvido e publicado pela Square Enix e distribuído pela Disney Interactive Studios para o PlayStation 4 e Xbox One. Ele é o terceiro jogo principal da série Kingdom Hearts e o décimo primeiro título geral da série.

A conceitualização do jogo começou por volta de 2006, logo após o lançamento japonês de Kingdom Hearts II: Final Mix, com o jogo sendo apenas confirmado oficialmente durante a Electronic Entertainment Expo de 2013 após anos de rumores e especulações. Kingdom Hearts III se passa após os eventos mostrados em Kingdom Hearts 3D: Dream Drop Distance, tendo o protagonista Sora se juntando com o Pato Donald, Pateta, Rei Mickey e Riku em sua busca dos sete guardiões da luz e da “Chave para Retornar Corações” enquanto tentam frustrar os planos do Mestre Xehanort de iniciar uma guerra devastadora. Sua jornada os faz cruzar caminhos com personagens e visitar mundos baseados em diferentes propriedades da Disney e da Pixar. O jogo foi construído usando a Unreal Engine 4.

Kingdom Hearts III foi lançado mundialmente em 29 de janeiro de 2019. Após o seu lançamento, o jogo foi recebido com críticas positivas dos críticos.

Preste atenção nos seus ataques especiais

“Kingdom Hearts III” tem como uma de suas novidades a inclusão de ataques especiais, que são acionados construindo-se combos atacando repetidamente os inimigos sem tomar dano. Estes golpes são muito variados e mudam de acordo com os tipos de ataques que você está realizando.

Depois que você descobrir o que faz cada ataque especial, preste atenção neles e lembre-se que você pode alternar qual irá utilizar por meio dos botões L2 ou LT. Assim que ativado, não fique somente apertando repetidamente os botões do controle, pois é mais eficaz ficar atento e apertar os botões apenas na hora certa ou então mirar com mais cautela.

Ajuste a inteligência artificial de Pateta e Donald

Quem está habituado a jogar “Kingdom Hearts” sabe que esses dois raramente ajudam Sora quando ele realmente precisa, portanto é sempre bom mudar o comportamento deles para que façam mais aquilo que se espera.

Para isso, basta ir até o menu do jogo e abrir a seção “Customize”. Além de poder customizar o menu de comandos e criar atalhos para as magias de Sora, nela você consegue ajustar o que seus aliados fazem, seja Donald, Pateta ou os personagens que se juntam temporariamente ao grupo nos mundos da Disney. Há opções a respeito de como eles devem atacar, dar suporte ou então quando devem utilizar itens de cura.

Cozinhar ajuda um bocado

O ratinho cozinheiro Remy do filme “Ratatouille” surge logo nas primeiras horas do game, assim que você chega em Twilight Town, desbloqueando um sistema que te permite preparar comidas com ingredientes que você encontra pelos muitos mundos do game ou então compra nas lojas de Moogle.

Cada prato tem um simples mini game atrelado. O ideal é que você estoque refeições em seu inventário para utilizar quando for preciso. Isso é importante pois dessa forma poderá aumentar seus atributos principais, incluindo força, magia, defesa, vida e mana, lhe dando uma ajudinha na hora de enfrentar inimigos mais fortes. Além disso, cozinhar fará com que Tio Patinhas lhe dê algumas recompensas.

Use todas as Keyblades e lembre-se de aperfeiçoá-las

Sora pode equipar três Keyblades ao mesmo tempo em “Kingdom Hearts III” e consegue alterná-las no meio das batalhas apenas apertando o D-Pad. Depois que você obter mais do que três delas, não use-as apenas com base em suas forças e fraquezas individuais, mas sim pensando em como três delas se complementam.

Há Keyblades que são melhores para combate corpo a corpo, enquanto outras que são mais úteis para se atacar de longe ou então utilizar magias. Isso sem falar das transformações e movimentos especiais de cada uma delas.

Quando você definir as Keyblades que mais lhe agradam, use as lojas de Moogle para aperfeiçoá-las. Isso lhe custará recursos, mas com certeza valerá a pena quando você chegar em locais mais difíceis da aventura.

Não se esqueça da câmera

Ao chegar em Twilight Town, você será introduzido a uma câmera fotográfica que vem junto com o celular Gummi de Sora, que não serve apenas para que você fotografe poses engraçadas para compartilhar nas redes sociais.

Com ela em mãos, você deve sempre explorar os cenários em busca dos “símbolos de sorte” no formato da cabeça de Mickey, necessários para destravar o final secreto do jogo. Quando Sora, Donald ou Pateta percebem que há um deles por perto, eles avisam, e nesse momento é a hora de pegar a câmera, procurar o símbolo e fotografar.

Outro uso importante da câmera é para atender aos pedidos dos Moogles, que precisam ser inspirados por meio de determinadas fotos que você tira. Se fotografar aquilo que pedem, eles lhe darão recompensas.

Os Links não servem somente para atacar

É bem comum em “Kingdom Hearts III” ficar rapidamente sem mana para utilizar as magias, especialmente para se curar, o que pode te deixar numa situação de aperto quando sua vida estiver baixa.

Ao invés de gastar itens para restaurar sua vida nessas horas, ative um ataque Link (os famosos Summons). Sempre que você usa isso, a vida de Sora é restaurada e ainda por cima você causará muito dano aos inimigos caso utilize o ataque do Link de forma correta.

Não dê muita atenção a Gummi Ship

Se tem uma coisa em “Kingdom Hearts III” que evoluiu mal é viajar com a Gummi Ship. É muito chato e demorado. O bom é que você não precisa esquentar a cabeça com o nível da nave, sendo possível evitar quase que completamente os combates com ela, com exceção de algumas batalhas obrigatórias.

Portanto se quiser ignorar as áreas opcionais com a nave, sinta-se à vontade, pois é completamente possível concluir as partes obrigatórias mesmo sem isso.

Sempre tenha uma Kupo Coin no inventário

Mesmo com todas estas dicas, é bem provável que em algum momento você morra em combate. Por isso é importante gastar 400 Munny para comprar uma Kupo Coin com os Moogles. Com ela no inventário, a vida de Sora é totalmente restabelecida depois que ele morre, concedendo a você uma segunda chance. Pelo fato da moeda funcionar apenas uma vez, depois da luta certifique-se de comprar outra assim que surgir a oportunidade.

Cura de graça

MP é algo que acaba bem rápido em Kingdom Hearts 3, mas você não precisa gastar muito com itens de cura. A dica é considerar usar um Link Attack – o equivalente a um summon.

Link Attacks trazem personagens especiais e únicos para o ataque, que lembram outros especiais do jogo. Temos participações de Simba e Ralph. Usa um Link Attack recupera totalmente a saúde de Sora, fazendo com que seja algo bem útil e de graça. Por fim, é capaz de causar muito dano, se usado corretamente.

Experimente todos os equipamentos

Em Kingdom Hearts 3, Sora pode usar 3 tipos de Keyblades diferentes de uma vez. É possível trocar elas usando o D-Pad. Quando tiver acesso a mais armas, não apenas considere usar cada Keyblade individualmente, leve em consideração as forças e as fraquezas de um trio, vendo até onde vai sua capacidade.

Apesar da Keyblade ser uma arma melee, algumas podem ser usadas para força bruta, enquanto outras são melhores para ataques de meia distância. Outras podem ser melhores usadas para magias e ataques especiais.

Planeje bem e considere usar suas armas juntas, assim que achar o melhor trio para você, comece a dar upgrade nelas, usando a Workshop. Isto custará recursos, mas vale a pena.

Confira a lista de Habilidades com Frequência

Conforme você vai subindo de nível e avançando na história, sua equipe constantemente ganha novas habilidades – muitas das quais você precisa ativar manualmente. Tome um tempo para acessar o menu de Habilidades para ativá-las, pois em alguns casos, você precisa ativar uma determinada habilidade para avançar na história.

Tenha certeza de que está ativando habilidades úteis, pois o jogo prega algumas peças e disponibiliza habilidades que fazem com que você não ganhe experiência ou que limita o uso de seus pontos de magia, o que torna sua jornada ainda mais difícil. Fique atento aos itens que aumentam seus pontos de habilidade, pois eles o ajudarão a ativar mais habilidades ao mesmo tempo.

Use a oficina do Moogle Shop

Sempre confira o Moogle Shop – não só para comprar poções, equipmentos e ingredientes, mas também para melhorar suas Keyblades e sintetizar materiais. Você precisa dos materiais corretos para melhorar sua Keyblade, então tenha certeza de que está coletanto constantemente os itens deixados pelos inimigos e em busca de baús nos cenários. É um grande esforço, mas vale à pena.

Por outro lado, sintetizar materiais é útil por diversos motivos. Enquant você pode usar essa ferramenta para criar poções de cura e outras melhorias, você geralmente quer criar armaduras, acessório e outros materiais importantes para melhorar sua keyblade. Se você estiver com pouco Munny para comprar equipamentos, sempre existem itens poderosos que você pode sintetizar para lhe ajudar a melhorar seus stats.

Use seus Itens de Melhoria!

Isso é algo básico, mas certifique-se de entrar no menu de itens e usar todos os itens de Melhoria para seus stats. Eles permitem que você melhore os status de sua equipe ao invés de simplesmente subir de nível e melhorá-los com acessórios. Use todos os AP Boost em Sora, enquanto os demais podem ser divididos entre o trio. Não use esses itens para membros temporários da equipe, já que eles só te ajudarão em mundos específicos e não ao longo de toda a jornada.

Sempre procure pelos Lucky Emblems!

Os Lucky Emblems são colecionáveis encontrados ao longo do jogo que servem para desbloquear o final secreto, portanto, não deixe de coletá-los.

Se sentindo perdido com a história? Use o Arquivo de Memórias

A história de Kingdom Hearts é bem complexa e, muitas vezes, confusa, até mesmo para os fãs mais assíduos. Pensando nisso, a Square Enix resolveu criar um arquivo que busca resumir os principais eventos da saga que são contados por vídeos que ficam no acervo dos Arquivos de Memória.

Gaste um tempo no Battlegate

Se você é um fã antigo de Kingdom Hearts, vai querer participar do modo Battlegate que é desbloqueado próximo ao final do jogo. É um modo pocional que te coloca em desafios de combate de diferentes níveis. Os níveis são definidos por estrelas (1-3). Caso não queira ter muitos problemas, deixe para faze-los quando estiver em um nível alto de experiência e com bons itens. Ao completar os desafios, você ganha relatórios especiais, similares aos relatórios de Ansem. Além disso, você também ganha novas poses de selfie para suas fotos.

Organize os shortcuts

Quando dezenas de Heartless estão atrás de você, é bastante difícil encontrar a magia ou o item certo nos pequenos menus laterais. Por isso, a mecânica de atalhos é essencial: configuráveis no menu de Customizações, é possível definir três “sets” de atalhos, que são ativados ao segurar L1/LB e apertar algum botão de ação simultaneamente. Aos poucos, fica fácil de se acostumar com esses comandos, que se tornam quase automáticos.

Tenha itens sobrando

Uma tradição de Kingdom Hearts é permitir que o jogador use apenas o itens que já estão equipados em seu personagem. Portanto, não importa se há 50 poções em seu inventário, apenas as que estão equipadas em Sora serão utilizáveis durante as batalhas. Com esse entrave, é essencial lembrar de equipar o protagonista antes de Boss Battles; caso você esqueça disso e fracasse na batalha, o game permite que você “se prepare” antes de reiniciar o jogo, em uma opção no menu que surge após Sora morrer.

Aerial Recovery e Counters

Quem já está acostumado com a série vai saber da importância dos Counters e do Aerial Recovery. A ausência desse segundo, no começo do jogo, chega a irritar. A habilidade, como o próprio nome diz, permite que Sora se recupere de um golpe enquanto ainda está no ar, permitindo reiniciar um combo. Em um momento mais avançado, é possível combinar a habilidade com um Counter, resultando em golpes poderosos e fáceis de serem acertados.

Abuse do Focus

Tanto em batalhas contra chefões, quanto contra ondas de inimigos mais fracos, o Focus é uma das habilidades mais apelonas em Kingdom Hearts 3. Segure o R1/RB e use a “mira” para acertar vários golpes simultâneos em seus inimigos – e garanta que você está equipado com um Refocuser, para poder usar a habilidade ainda mais vezes.

Mire nos inimigos certos

Uma nova mecânica de Kingdom Hearts 3 é a de usar atrações dos parques da Disney para infringir bastante dano nos inimigos. Barco Viking, Carrossel e Montanha-Russa estão entre os brinquedos usáveis, e desbloqueá-los é muito simples: em alguns combates, um inimigo estará marcado com um círculo verde – ao golpeá-lo, os poderosos brinquedos já poderão ser usados. Entretanto, o círculo verde é temporário, portanto, sempre foque no adversário destacado.

Rage Form

Uma das várias transformações possíveis de Sora é a Rage Form, que já estava presente em KH2. Em KH3, ela surge quando o protagonista está em apuros, com pouca vida restando. Apesar de ter golpes muito poderosos e restaurar toda a barra de HP, a forma “maligna” de Sora não pode usar itens nem magias, impossibilitando qualquer tipo de cura – com exceção às magias de Donald. Portanto, é importante saber quando usar a transformação, e também é essencial usar as esquivas e defensivas com sabedoria, para garantir que você conseguirá sobreviver aos ataques inimigos.

Não esqueça de seus companheiros

Uma das maiores piadas internas de Kingdom Hearts é a de que Donald nunca restaura sua vida quando necessário. Em KH3, isso é bastante melhorado, mas é necessário equipar o Pato com armamento e itens de alta qualidade para extrair todo seu potencial. O mesmo vale para Pateta, que se prova bastante valioso em lutas contra uma grande quantidade de inimigos.

Referências:

Cromossomo Nerd, O vicio, Uol, The Enemy, Wikipedia.

Crash Bandicoot N. Sane Trilogy

É uma compilação de jogos eletrônicos desenvolvida pela Vicarious Visions e publicada pela Activision. O jogo é uma remasterização dos três primeiros jogos da série Crash Bandicoot; Crash Bandicoot, Crash Bandicoot 2: Cortex Strikes Back e Crash Bandicoot 3: Warped, que foram originalmente desenvolvidos pela Naughty Dog para o PlayStation nos anos 90. Crash Bandicoot N. Sane Trilogy foi lançado inicialmente para PlayStation 4 em 30 de junho de 2017, e posteriormente para Microsoft Windows, Nintendo Switch e Xbox One em 29 de junho de 2018.

Resumo

O pessoal da Vicarious Visions, desenvolvedora responsável pela N. Sane Trilogy, que conta com os três primeiros jogos da franquia — Crash Bandicoot (PS, 1996), Crash Bandicoot 2: Cortex Strikes Back (PS, 1997) e Crash Bandicoot 3: Warped (PS, 1998) — descreve a coletânea não como um remake, mas sim um “remaster plus”, já que, apesar de terem reconstruído a jogabilidade do zero, eles usaram a geometria de nível original da Naughty Dog como guia. Seja lá como for chamado, eles fizeram um excelente trabalho em quase todas as decisões que tomaram.

A mudança mais óbvia está no visual. Eles conseguiram trazer estes jogos de 20 anos atrás para os dias de hoje. Tanto as fases quanto os personagens foram remodelados, mas mantiveram toda a essência dos originais. Além disso, cutscenes foram adicionadas e refeitas. O resultado ficou surpreendente, principalmente para quem estava acostumado com os gráficos mais quadrados de antigamente. 

A trilha e efeitos sonoros também receberam uma repaginada. Muitos sons dos jogos originais foram mantidos, mas vários outros tiveram de ser refeitos com instrumentos de alta qualidade e até aprimorados com outros elementos que deixaram as músicas consideravelmente diferentes. Alguns fãs podem estranhar, mas a opção por trazer um material diferente e de mais qualidade é sempre melhor do que apenas replicar o original, que, como o próprio Josh Mancell, compositor das versões originais, relatou, havia muitos limites para o que podia ser feito na época. 

Um dos problemas da versão de PS4 eram as longas telas de carregamento, melhoradas através de atualizações. Outra mudança foi a adição de uma fase extra, originalmente excluída do primeiro jogo da franquia por ser difícil demais, a Stormy Ascent, que ficou gratuita apenas no seu mês de lançamento. Esse nível estava no disco original do PlayStation e podia ser acessado utilizando Game Shark. Além de exigir muita habilidade dos jogadores, ele tem cerca de quatro vezes o tamanho de uma fase normal do primeiro Crash, que já contava com os níveis mais longos dentre os três. Tanto as correções de loadings quanto a fase extra já acompanham a versão de Xbox One, Switch e PC.

As mudanças

As mudanças nos jogos da trilogia não foram apenas cosméticas e o pessoal da Vicarious Visions tomou várias decisões para torná-los mais justos e completos, principalmente o primeiro, que não contava com muito dos ajustes que os outros dois receberam. Os três jogos agora contam com salvamento automático, fases bônus repetíveis, time trials e “ajustamento dinâmico de dificuldade”, que estava presente apenas nos dois últimos jogos, e não no primeiro, que dá máscaras Aku Aku e checkpoints após um certo número de fracassos durante o nível. Outro adendo é que agora é possível jogar com a Coco também nos dois primeiros títulos — já que apenas no terceiro ela era jogável —, ainda que ela precise ser desbloqueada neles. Todas essas mudanças deram uma qualidade de vida bastante perceptível ao primeiro jogo, que era o mais difícil e punitivo da franquia.

Por outro lado, algumas escolhas feitas pelos desenvolvedores tornaram a jogabilidade do primeiro Crash mais difícil e até injusta de certa forma. Tomando o terceiro jogo como base, eles alteraram a física e hitboxes dos outros dois jogos, deixando os pulos mais imprecisos. Antes, o formato dos pés do Crash era achatado, o que permitia um ajuste perfeito com as plataformas, mas agora são em formato de pílulas, arredondados, fazendo com que o personagem escorregue das beiradas ao tentar alcançar uma outra plataforma.

Saltos de Crash

O estúdio explica que os saltos de Crash não são os mesmos das versões originais, principalmente do primeiro da trilogia. Os desenvolvedores reforçam que a estratégia adotada foi a de unificação de design, de modo que os jogadores tenham a mesma experiência nos três jogos.

Segundo os criadores, as baterias de testes foram exaustivas, tudo para um manuseio correto. No fim das contas, as métricas de salto foram alteradas, de modo que ficassem similares aos originais. Mesmo assim, existem algumas diferenças. A principal reside no fato do personagem cair mais rapidamente após a liberação do botão ‘X’ do que no jogo original.

Física

Além dos saltos, a forma como Crash interage com plataformas e inimigos também está diferente. Certos saltos exigem mais precisão que o original. Já as colisões se parecem com os originais, para torná-lo mais justo para todos e tão fiel quanto possível.

Além disso, houve outra mudança na física do game, fazendo o Crash cair mais rapidamente após soltar o botão de pulo, deixando ele com uma sensação de estar mais pesado durantes os saltos e, mesmo a curtas distâncias, muitas quedas ocorrem quando você tinha certeza de ter pulado corretamente. Principalmente os jogadores antigos, que já contavam com uma memória muscular das longas jogatinas dos jogos originais, vão passar por maus bocados até se adaptarem à nova fórmula de gameplay.

Dificuldade

O jogo exige maior precisão, principalmente no primeiro. Reforça a equipe de desenvolvimento. Contudo, os pontos de checkpoints e um ajuste dinâmico de dificuldade, tentam equilibrar as coisas. Quando por exemplo, você morre por diversas vezes no mesmo local, o jogo oferece checkpoints e máscaras Aku Aku. Isso certamente contribui.

Para os mais novos, a sugestão é começar pelo terceiro jogo e ir regredindo nos jogos, de modo que ao chegar no primeiro, a prática já terá tido efeito. Já aqueles que experimentaram os originais e ainda possuem a memória muscular, os novos desafios são componentes adicionais.

Crash Bandicoot N. Sane Trilogy visita às origens

A partir do menu inicial, é possível alternar entre os três clássicos de PS1: Crash Bandicoot, Crash Bandicoot: Cortex Strikes Back e Crash Bandicoot: Warped (o melhor, inclusive, ainda é o segundo). Se você gosta de caçar troféus, ainda há um incentivo adicional para revisitar as aventuras, já que são três troféus de platina em um único game – sendo um para cada jogo.

Além da parte visual ter sido completamente retrabalhada, o game faz bom uso da técnica de upscaleao 4K do console mais recente da Sony, o PS4 Pro, e oferece suporte ao recurso HDR, que também funciona no PS4 padrão. Graficamente falando, os três jogos parecem pertencer facilmente a atual geração graças aos cenários mais coloridos, efeitos sofisticados de iluminação e um número maior de detalhes nos ambientes.

Sem a aparência poligonal pela qual são conhecidos, Crash, Coco Bandicoot e o vilão Dr. Neo Cortex parecem ter saído de uma animação de cinema, tamanha qualidade visual. Ainda que o design de alguns inimigos tenha ficado preso à estética do passado, a adaptação gráfica foi feita de forma exemplar.

Assim como o level design das fases foi mantido, a trilha sonora e interface também são fiéis ao material original. As músicas com clima tropical e os efeitos de áudio clássicos, como quando Crash quebra uma caixa e coleta uma fruta Wumpa, aquecem o coração de tanta nostalgia.

Mantendo a forma

Não se engane: nada mudou em relação à jogabilidade. A câmera, por exemplo, que intercala entre perspectiva lateral e profundidade 3D, é a mesma – inclusive com os mesmos problemas. Os movimentos de Crash são basicamente iguais aos de 20 anos atrás e não oferecem nenhuma mudança, assim como a física. Crash se afunda na lama e desliza pelo gelo exatamente como fez nos 90.

Para não dizer que não há nenhuma novidade relevante, o compilado permite se aventurar pelos estágios com ninguém menos que Coco Bandicoot, a irmã mais nova de Crash, que ganha destaque a partir de Cortex Strikes Back, o segundo episódio. Agora, a heroína pode participar de fases que até então exigiam o controle do protagonista.

É impressionante ver como as mecânicas de Crash envelheceram bem. A dificuldade aumenta naturalmente à medida que o jogador vai se familiarizando com os desafios e inimigos pelo caminho. Algumas fases são fáceis e levam poucos minutos para serem finalizadas, mas todas elas têm segredos e itens colecionáveis. O primeiro game, aliás, ainda permanece como o mais difícil da série.

Um ponto relevante a ser considerado é que o gameplay, ao menos nos botões analógicos, não funciona tão bem. Por exigir precisão absoluta em certos obstáculos, os botões direcionais continuam sendo a melhor opção, especialmente se você pretende obter todas as caixas e cristais. Embora os pontos de salvamento estejam aprimorados, os carregamentos excessivos entre uma tela e outra podem frustrar depois de um tempo.

Conclusão

O Crash Bandicoot N. Sane Trilogy mostra aos fãs como uma verdadeira remasterização deve ser feita e proporciona uma incrível viagem no tempo. Com gráficos atualizados e em alta definição, a coleção consegue se manter fiel às obras originais e traz conteúdo de sobra em um único pacote. Esperamos que este seja, enfim, o retorno definitivo do mascote às plataformas atuais.

Referências:

Meu PS4, Game Blast, Techtudo, Wikipedia.

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