The Evil Within 2

The Evil Within 2 [a] é um videogame de terror de sobrevivência em terceira pessoa desenvolvido pela Tango Gameworks e publicado pela Bethesda Softworks para Microsoft Windows, PlayStation 4 e Xbox One. O jogo foi lançado mundialmente em outubro de 2017 e é a sequela do videogame de 2014 The Evil Within. O jogo recebeu críticas geralmente positivas; como seu antecessor, recebeu elogios por seu visual, atmosfera e jogabilidade, mas recebeu algumas críticas por sua história e personagens.

Não tenha medo… de fugir

Naturalmente, The Evil Within 2 te dá medo. Ele foi feito para isso. Monstros assustadores, sustos mil, mas nem sempre precisa ser assim. Quando se deparar com uma criatura desconhecida que você não sabe bem o que faz ou como ataca, não tenha medo de fugir!

O game te dá todas as possibilidades para tentar se esconder ou despistar inimigos normais. Ainda que não seja tão adequado, é possível escapar com algum trabalho extra, seja por vida curta ou falta de munição. Contudo, tenha cuidado: os monstros são bem inteligentes e não deixarão que você suma sem mais nem menos.

Siga sempre o comunicador

O comunicador é uma importante ferramenta em The Evil Within 2 e coloca muita informação à disposição de Sebastian. Saiba seguir suas dicas e encontrar a localidade de outros elementos, itens ou sobreviventes no STEM.

Sem o comunicador, sua vida vai ficar bem mais complicada. Explicamos isso pois suas dicas podem parecer meros tutoriais do próprio jogo, mas não são. Não as ignore em hipótese alguma se quiser sobreviver um pouco mais.

Jogue com calma (na medida do possível)

Apesar de ter elementos de ação, The Evil Within 2 é um game para ser explorado nos mínimos detalhes. Jogue com calma, não pense em correr para terminar e ver logo a sequência de cenas finais.

Explore os cantos escuros, destrua caixotes para revelar itens e, claro, não deixe de aproveitar cada segundo da campanha. Essa dica é ainda mais recomendada nas dificuldades mais altas, carregadas de desafio superior.

Prefira sempre a furtividade

Por falar em calma, a furtividade é sua amiga em The Evil Within 2. Escolha permanecer nas sombras, evite combates e encontros indesejados. Os jogadores que fazem isso têm mais chance de sobreviver por algum tempo sem ser interrompidos. É no acobertamento que você encontra menus para matar automaticamente inimigos distraídos.

Como já deixamos claro, as sombras são suas amigas. Esgueire-se por cantos e escolha ficar atrás de móveis ao longo dos mapas que são dentro das casas, ou por trás de objetos diversos em outros locais de Union. Fique sempre atento ao ícone de olho que aparece no topo da tela. Se ele mudar, quer dizer que um inimigo te viu. Uma boa dica para distrair oponentes e usar mais a furtividade é, por exemplo, lançar objetos como garrafas em outro canto do cenário.

Economize balas

Chegamos àquela dica precisamente voltada para o gênero de sobrevivência de horror: economize balas. Não é brincadeira, já que toda a munição é escassa ao longo do jogo. As armas brancas, de corte, fazem um trabalho melhor para eliminar monstros mais simples ou abrir caixotes.

É claro que teremos momentos nos quais as balas serão imprescindíveis e você terá que descarregar pentes inteiros para eliminar os inimigos. Contudo, é sempre bom ter aquela reserva adicional, para fazer com que uma batalha de chefe seja mais simples, por exemplo.

Machado: a melhor arma branca

Por falar em armas brancas… Elas são as armas de corte, que não gastam munição e te oferecem ataques praticamente infinitos contra qualquer monstro padrão. Dentre elas, o machado é a melhor, com golpes mais fortes e precisos.

Na maioria do tempo, Sebastian terá a clássica “faquinha” à sua disposição, mas a partir do momento em que conseguimos o machado, a experiência de combate muda completamente. Não tenha medo de usá-lo no lugar das armas de fogo, inclusive.

Sempre mova a câmera

Essa dica está ligada com outras que citamos mais acima: a câmera é um dos segredos para se dar bem em The Evil Within 2. Alguns inimigos atacam sem aviso, silenciosos e, principalmente, por trás.

Ter todo o cuidado para não receber um golpe desprevenido ou morrer sem ser alertado é primordial no game. Infelizmente, não dá para olhar para a frente sempre, então é ideal que você sempre vigie outros ângulos da cena.

Jogar no ‘Easy’ não é vergonha

Por fim, saiba que The Evil Within 2 tem pelo menos três níveis de dificuldade iniciais. Começar no mais fácil não é vergonha alguma e, inclusive, é indicado pelo próprio diretor do jogo, Shinji Mikami – que foi o produtor e co-criador do primeiro.

The Evil Within 2 já é difícil por natureza, dada a variedade de momentos tensos, e jogar no “Casual”, o nível mais fácil, ajuda na adaptação dos controles e no desenrolar da história. Depois, é possível repetir a partida, em dificuldade superior, mas não se acanhe em começar pela mais simples – mesmo nesta dificuldade há um certo desafio alto.

Ande sempre escondido

The Evil Within 2 é um game que precisa ser jogado com cautela. O seu personagem, Sebastian, não é particularmente rápido ou forte e você terá que aprender a sobreviver sabendo isso. Considere sempre os campos de visão dos inimigos, seus movimentos e os locais onde você pode se esconder.

Sendo um game de terror de sobrevivência, você também necessita de itens essenciais como munições, mas estará limitado a um inventário não muito grande. A melhor estratégia então será andar escondido e tentar pegar seus adversários com sua faca, sempre por trás. Cada zumbi que você mata dessa forma é mais uma bala que pode o salvar no futuro.

Não seja impulsivo se for visto

Se você for descoberto por algum zumbi, não entre logo em pânico. Não é boa ideia começar disparando, mas sim procurar outro local para se esconder. Se você conseguir quebrar o campo de visão com o inimigo há boas hipóteses dele se esquecer de sua presença.

Tenha apenas cuidado com os arbustos, pois embora eles sejam bons para você se esconder, os mais altos podem também quebrar sua visão.

Estude suas redondeza

Como você não vai ter acesso a um mini-mapa, é muito importante percorrer seu caminho com cautela. Alguns zumbis estão sentados ou deitados nas ervas, um pouco camuflados e parecendo até mortos. Você não deve confiar em nada que não tenha sido morto por você, logo evite pisar nesses mortos-vivos ou eles vão acabar o atacando quando menos esperar.

Para o ajudar, você tem um ícone de alerta em cima da tela que indica se alguém está atento a sua presença. Se o olho estiver escaneando, isso significa que alguém está procurando você. Se por outro lado estiver apenas olhando em frente sem pestanejar então é melhor fugiu porque alguém está indo na sua direção!

Não esqueça que esse é um game de mundo aberto

The Evil Within é um game que o vai recompensar pela exploração. É necessário entrar em edifícios para pegar itens que vão ser muito necessários na sua sobrevivência. Logo, é útil que vá explorando suas redondezas enquanto se dirige para seu objetivo principal.

Além disso, andar pelo meio das ruas vai provavelmente levar você até à morte. Felizmente, o game tem muitos atalhos e vielas para você percorrer, fazendo com que fique mais escondido. Estabeleça sua rota por caminhos alternativos para aumentar suas chances de sobrevivência.

Complete todas as missões, incluindo as secundárias

É muito importante que você não só complete suas missões, mas também alguns objetivos opcionais que pode pegar. Essas missões secundárias devem ser completadas assim que possível porque vão conceder a você recompensas muito úteis, como novas armas e bolsas que aumentam sua capacidade de inventário.

Construa itens e melhore suas armas

The Evil Within 2 tem um sistema de construção fácil. Você apenas tem que pegar os materiais pelo mundo e os usar para criar itens. Embora o possa fazer em qualquer parte, o melhor será mesmo planejar o que quer fazer e levar seus itens a um banco de trabalho que pode encontrar em alguns pontos seguros. E ao fazer isso aproveite para criar um pouco de tudo, pois não sabe que itens vão fazer falta enquanto andar em suas aventuras. No início do game, tente se focar principalmente em munições para sua pistola de mão.

Nos bancos de trabalho, você também pode melhorar suas armas e, nesse caso, deverá começar a fazer o mais cedo possível. Cada melhoramento que você faça não vai ficar ativo apenas na arma que você está usando no momento, mas em todas da mesma categoria. Ou seja, se você melhorar uma pistola fraca na realidade todas as pistolas que pegar no futuro vão ter esse melhoramento incluído.

Evite entrar em combates desnecessários

Nesse início de jogo, seu personagem não terá várias habilidades que ajudam em combates. Sejam eles corpo a corpo ou com armas de fogo. Dessa forma, vá “comendo pelas beiradas”. Sim, elimine zumbis desgarrados para ganhar o gel verde que ajuda justamente a melhorar suas habilidades. Mas evite confrontos com grupos de monstros ou com criaturas que parecem assustadoras (elas são fortes, vai por mim).

Use os arbustos para passar desapercebido

The Evil Within 2 usa o bom e velho arbusto (consagrado em Assassin’s Creed, Uncharted e tantos outros jogos) como camuflagem. Portanto, aproveite os arbustos em Unity para andar camuflado e/ou fazer um aproach ninja antes de fazer aquele ataque furtivo.

Faça as missões paralelas

Sempre que possível, faças as missões paralelas em Unity. A primeira que já aparece logo de cara é para procurar por um armazém de armas. Do it (faça). Além de pegar munição pra chuchu, você conseguirá ótimas armas, como o virote (besta) e a shotgun.

Rifle “sniper” no telhado

Unity se parece com uma cidade de interior, cheia de casas pequenas, igreja e parque. Porém, há um prédio nela. E é nele que você precisa subir. Não chega a ser um arranha céu, mas é uma construção alta que se destaque dentre as outras. Em uma das laterais da construção há uma escada. Suba e procure pelos corpos de membros da Mobius. Só cuidado com os zumbis errantes que você pode encontrar por lá.

Reviste os soldados Mobius

Sempre que possível, reviste os soldados da Mobius mortos em Unity. Eles tem os melhores loots. Desde munição, porções generosas de gel e até itens que só eles lhe darão, como melhores repositórios de munição, seringas curativas etc. É claro que o jogo, sabendo disso, escolhe a dedo os locais para os policiais estarem caídos. Geralmente perto de algo em risco. Mas, mesmo assim, é possível saquear vários corpos e voltar com recompensas bem legais.

Se avistar uma imagem de santa, quebre-a

Calma. Sebastian Castellanos não virou nenhum religioso fanático. É que as imagens de santa em The Evil Within 2 contém chaves para você desbloquear itens em um armário que fica ao lado da cadeira elétrica na qual você obtém seus poderes.

Deixe para craftar em refúgios

Em The Evil Within 2 é possível melhorar armas e criar os itens que você usa no jogo. É possível fazer isso em bancadas espalhadas pela cidade. Logo de cara você encontra uma, no abrigo do O’Neil. O abrigo é um dos refúgios do jogo. Você até encontrará bancadas (workbenchs) “soltas” em algumas casas na Unity. Porém, criar itens nesses locais custará o dobro dos materiais que os refúgios lhe cobram. A não ser que você precise muito, guarde seus itens para criar em refúgios.

Pausa para o cafezinho

Quem não gosta de um café quentinho? Ainda mais passando o perrengue que o Castellanos passa em The Evil Within 2. Qual não foi minha surpresa quando, ao adentrar no primeiro refúgio do jogo, dei de cara com uma máquina de café. E, para minha surpresa ainda maior, o café recuperou completamente minha energia. Incrível! Portanto, se estiver voltando para um refúgio após uma missão e a energia não estiver lá essas coisas, tente economizar suas seringas já pensando naquele café quentinho do refúgio. Só não abuse, pois o café demora um tempinho para ficar pronto novamente.

Olho vivo no indicador de som

Em The Evil Within 2, há um indicador de barulho que fica na sua tela. Sempre que um zumbi ou monstro estiver por perto, o sensor mostrará umas ondas de som (parecem também com um eletrocardiograma, se você já viu um). Quanto mais perto do zumbi, mais ondas você verá. Portanto, sempre que tiver ondinha, tem zumbizinho. 

Upgrades

O mais importante de tudo; foque em estamina. Saiba que o personagem tem um péssimo fôlego. Sua barra é pequena e esvazia rápido. Então melhore dois níveis dessa barra. Você poderá ter uma chance melhor de correr de uma encrenca.

Depois dessa barra procure melhorar atributos que não envolvam o ataque. Não fará grande diferença. Veja os upgrades de estamina, vida etc, mas não de seu ataque.

Perceba as melhorias “laterais”. Toda árvore possui o principal a ser melhorado e o que rodeia a melhoria. Veja o que melhor te ajudará na progressão do jogo.

Particularmente, eu investi um pouco na árvore de furtividade. Diminuindo o ruído dos meus passos e aumentando a velocidade da caminhada agachada. Com isso, a dica que dei sobre o ataque furtivo fica ainda melhor se pensar por esse lado.

Melhoria de arma

Pense na melhoria da sua pistola. Claro, esse foco voltado mais para o início do jogo. Não gaste suas peças com nada diferente do que a capacidade de balas no pente e a cadência de tiro.

Sobre a quantidade de balas a explicação é muito simples; quanto mais munição disponível, melhor. Lembrando que arma de fogo é apenas para momentos de alta dificuldade, seja eles quais forem. E outro ponto é de você não deixar munição para trás no cenário. Se sua arma estiver cheia, você não coletará as balas, nem mesmo para ficarem em inventário. O que faria sentido se fosse assim, mas fazer o que né?!

A cadência vai te ajudar diretamente em momentos de aperto. Caso esteja sendo seguido por muitos inimigos ou tenha alguma criatura muito forte e é preciso mata-lo o quanto antes, a velocidade de disparo da arma será essencial. Ficaria muito difícil matar duas ou três criaturas que te perseguem se a sua arma demora para atirar.

Essas duas melhorias, você pode gastar peças para um upgrade cada ou dois. Fica a seu critério. Depois de estar bom o suficiente nesses dois aspectos, você pode pensar no resto. Na potência, na velocidade de recarga ou em outra arma.

Procure as chaves

Caso não tenha saco para procurar as famigeradas chaves, com certeza encontrará a localização delas na internet. Mas lembre-se, na grande maioria das ocasiões elas ficam dentro de estátuas. Não é tão fácil de encontra-las, mas ajudaria muito caso encontre.

As chaves lhe darão acesso aos armários da sala de upgrades. Com uma chave em mãos, então a sorte estará lançada. Mas praticamente, sempre, você obterá bons itens.

Referências:

Alvanista, Última ficha, Aficionado, wikipedia, techtudo.

Disco Elysium

Disco Elysium é um jogo eletrônico de RPG desenvolvido e publicado pela ZA/UM. Foi lançado para Microsoft Windows em 15 de outubro de 2019, com um lançamento para PlayStation 4 e Xbox One planejado para 2020. O jogo é inspirado nos jogos de RPG da Infinity Engine (como Baldur’s Gate e Planescape: Torment) e nos jogos de RPG de Mesa, sendo escrito e projetado pelo romancista estoniano Robert Kurvitz. O jogo foi aclamado pela crítica, com alguns citando-o como um dos melhores jogos de RPG de todos os tempos.

Um degenerado lutando contra as vozes da própria cabeça

A arte de Jenny Saville é uma das influências de Disco Elysium. A amnésia é uma muleta, um recurso de linguagem bastante saturado em roteiros, seja nos filmes ou nos games. E também é o ponto de partida de “Disco Elysium”.

Você não tem controle sobre o passado do policial protagonista, mas age ativamente daquela manhã em diante. Acorda de cuecas, cara no chão, gravata no ventilador. De onde veio e o que está fazendo ali? É o que vamos descobrir — se essas vozes na sua cabeça deixarem.

São vozes dentro da mente do policial lutando pelo holofote dos sentidos expositórios. Elas surgem como caixas de texto, como se fossem um típico personagem. Mas quem está falando? Devo ouvir ou pular fora?

Cada voz na cabeça do policial seria algo como a personalidade de um diferente mestre neste RPG da vida real? É uma forma de se pensar.

Substâncias ilícitas podem entrar na equação, afetando o resultado das conversas com efeitos reais, não só pontuais. É como se Arthur Conan Doyle desafiasse Shakespeare para uma disputa de braço de ferro, com tapa de luva de pelica e tudo.

Não subestime as palavras

Em “Disco Elysium” você vai ser soterrado por textos —até o momento, sem tradução para o português brasileiro. Mas não é um texto qualquer, cozinhado em três minutos para preencher missões.

O texto tem peso, as respostas transitam entre o mais puro fascismo grotesco e o ultra-liberalismo desmedido num mundo de ficção versus realidade. E nem pense em sair pulando diálogos, ou então é melhor nem começar o jogo. O impacto de uma caixa de texto vertical, e não horizontal, carrega valores de Rembrandt, Ilya Repin e, em especial, Jenny Saville.

Como num RPG tradicional, você ganha XP, distribui pontos e conceitos básicos de psiquê e força física, por exemplo. Você é testado, rolando “dados virtuais” que aparecem na tela, como se rolassem em uma mesa. Falhas e acertos dependem desses testes, mas o sistema de jogo não impõe barreiras.

Os NPCs são profundos e marcantes, assim como criptozoologia

Com exceção de um ou outro morador de rua bêbado demais para articular mais do que um par de linhas de raciocínio, todo e qualquer NPC em Disco Elysium é complexo o suficiente para ganhar seu próprio espaço no caderninho de anotações. E não só do excepcionalmente resoluto Kim Katsuragi, seu parceiro policial.

Criar qualquer tipo de vínculo com o dono da banquinha de jornais pode dizer muito mais sobre você mesmo. O policial, ora ingênuo, ora filosófico, pode derrubar paredes metalinguísticas irreversíveis. Afinal de contas, o cadáver não vai desfazer o nó da forca sozinho, as crianças não pretendem deixar de lado suas compulsões pelo mórbido e a senhorinha cadeirante, cujo marido é estudioso da arte da criptozoologia, não vai esquecer tão cedo (por mais que ela diga o contrário) do encontrão atrapalhado, com direito a câmera lenta e dois dedos do meio direcionados ao barman.

Não há cães para acariciar em Disco Elysium, mas você pode despejar toda essa ternura na caixa de correios (evidentemente que chutá-la também é opção).

O seu Forgotten Realms particular

“Planescape: Torment” é considerado por estudiosos da era de ouro dos RPGs de computador o manifesto do refinamento em texto, narrativa, roteiro, e do que esse tipo de mídia foi e seria capaz de criar.

Disco Elysium é condensado e formulado com os mesmíssimos fundamentos, mas a mensagem foge do medieval fantástico —o momento de karaokê bêbado não me deixa mentir.

Saúde física e mental precisam andar em dia, e aí entra o uso de substâncias psicotrópicas, ilícitas ou não. Para ganhar dinheiro, você precisa coletar garrafas para reciclá-las. Ao menos, é uma tentativa de fazer o mundo melhor.

Atitude de punk-rock estoniano: anárquico, caótico

Se David Lynch tirou inspiração para finalizar seu “Eraserhead” de uma citação bíblica (e jamais saberemos exatamente qual), as mentes pulsantes por trás de Disco Elysium consumiram punk-rock de sua terra-natal o suficiente para que o vírus do inconformismo anarquista fosse companhia constante, assim como os livros de Dungeons & Dragons ou o movimento Avant Garde russo.

Disco Elysium é um jogo nascido de cenário de RPG de mesa que virou novela para, então, ser concebido no formato de videogame – ou seja, estamos falando de criadores mais acostumados ao analógico que ao digital.

ZA/UM, o estúdio responsável pelo jogo, nasceu tão de garagem quanto as bandas ouvidas durante a adolescência tumultuada, dentro e fora de casa. E talvez fosse isso que o mercado de games estivesse precisando com tanta urgência para trazer um ar de novidade.

Nem sempre confie nos seus instintos

A cabeça de um detetive é um emaranhado de ideias, suposições e raciocínios. Em “Disco Elysium”, esse instinto é parte importante do gameplay. Dependendo de quais atributos você for melhorando ao ganhar níveis, diferentes áreas da sua mente vão entrar em ação na hora dos diálogos pelo mundo.

Lógica, retórica, drama e diversos outros conhecimentos vão te ajudar a descobrir mais sobre as intenções dos interrogados e alertar sobre locais escondidos e possíveis armadilhas. No entanto, assim como na realidade, nem sempre o raciocínio do seu detetive vai estar correto.

Desconfie especialmente de habilidades que estiverem com poucos níveis ou que tiverem vencido apenas testes fáceis para dar uma dica. Pensamentos que têm relação com a vontade do seu personagem de se acabar em bebedeira e drogas também não dão conselhos muito produtivos.

Respostas ruins ou que irritem o seu interrogado podem fechar opções de diálogo, dificultar desafios de rolagem de dado e até mesmo causar algo trágico, como o fim de uma sidequest ou mesmo a morte do seu personagem graças a uma reação desmedida.

Recicle para fazer dinheiro

Em Revachol, o dinheiro é para poucos. Um detetive que recebe quase nada e gasta o que tem com bebidas também não vai ter sucesso para pagar o seu quarto de hotel, quanto mais comprar bons itens para ajudar nas missões.

Um meio de fazer uma grana extra é reciclando garrafas. Para isso você vai precisar de uma sacola que fica próxima a dois veteranos na parte sul do primeiro cenário. Com essa sacola você pode recolher garrafas por todos os lados e trocar por dinheiro na loja de conveniência próxima ao hotel onde você dorme. Não é muito, mas ajuda a comprar aquele item em que você estava de olho.

Faça missões secundárias

Missões secundárias são a melhor forma de ganhar experiência. Há dezenas delas espalhadas pela cidade só esperando a sua ajuda para uma resolução. Algumas demandam que você encontre alguém em um momento exato do dia, outras pedem que você use algum dos seus atributos para investigar alguma coisa. A recompensa é sempre uma boa quantidade de experiência e, quem sabe, algum dinheiro ou item.

Para conseguir missões secundárias é preciso conversar com todo mundo, já que elas não ficam marcadas no mapa. Tente sempre esgotar as opções de conversa, e fique atento porque algumas delas estão escondidas embaixo de várias camadas de diálogo com NPCs.

Visite o mapa regularmente

O seu inventário em Disco Elysium é bem útil durante a jornada. Na parte chamada de ‘Journal’ você tem acesso a duas abas importantes. A primeira, de ‘Tasks’, mostra todas as missões ativas no momento, tanto principais quanto secundárias. Além das descrições, ela mostra qual o seu último passo e o que fazer a seguir. Com tantas missões, é bom voltar aqui regularmente para garantir que não esqueceu nada.

Na segunda aba está o mapa do jogo. Além de uma visão geral de Revachol, você conseguirá ver onde está cada local importante nesse mundo, inclusive pessoas com quem você pode ter alguma pendência ou algum desafio de dado não concluído. Basta ir descendo a barra para encontrar quem você estava procurando e qual a perícia que ele exige para completar um desafio.

Use ‘Tab’ sempre

O cenário de Disco Elysium é sempre bem carregado. Em áreas abertas isso dificulta identificar todos os objetos passíveis de interação, e em áreas fechadas algo sempre acaba ficando escondido. Para não te deixar na mão, o jogo colocou uma opção bem tradicional de RPGs isométricos: contornar tudo com o que você pode interagir.

Para ativar esse contorno, basta pressionar ‘Tab’. Sempre que chegar em um novo local ou suspeitar de algo, utilize o botão. Com algumas perícias ainda é possível descobrir objetos escondidos e entradas secretas.

Itens e roupas ajudam nos desafios

Vários dos desafios de rolagem de dados podem ser refeitos. Quanto maior a sua perícia no atributo que o desafio pede, maior a sua chance de conseguir executá-lo. Para te ajudar a conseguir mais pontos, você pode modificar as roupas do seu personagem. Cada peça de roupa conta com vantagens e, às vezes, desvantagens em algum atributo. Equipe as que você precisa e tente novamente.

Para um bônus ainda maior, você pode utilizar substâncias que causam dano à sua moral e saúde, mas melhoram algum atributo. Bebidas, cigarro e drogas são exemplos do que você pode conseguir pela cidade. Mas tome cuidado com a quantidade de usos, que pode complicar a vida do seu personagem.

Vida após as 21h

O seu parceiro Kim Kitsuragi vai estar durante todo o dia ao seu lado. Na maior parte do tempo ele é calado e não interfere muito nas suas atitudes, mas por vezes pode te impedir de fazer algo, como roubar uma bota de um cadáver.

Se você vai ser do tipo policial corrupto e prefere fazer essas coisas sem a presença do Kim, existe um meio. A partir das 21 horas é possível ir para o hotel e dormir. Assim que você entrar no seu quarto, o seu parceiro vai dar boa noite e ir para o quarto dele. Nesse momento é possível sair do seu quarto e abusar da noite na cidade, livre do olhar julgador do Kim. Só tome cuidado para não fazer nada de que vá se arrepender depois.

Como dormir em Disco Elysium?

Os desenvolvedores deste jogo nos fizeram algumas sugestões, porque eles nos dizem que é idéia ir com Roy para a loja de penhores, então podemos vender alguns objetos com ele recolher dinheiro, por outro lado, é importante continuar com a exploração, porque alguns recipientes às vezes contêm dinheiro, há também uma outra opção e é que Joyce pode dar algum dinheiro que ele está na doca, para isso acontecer é importante passar um cheque em branco de Volition.

Enquanto isso, outro lugar onde podemos obter dinheiro no contêiner fechado do porto, não é necessário fazer uma verificação, além de ter em conta o seguinte:

É importante ter tempo a nosso favor, então se o tempo for antes das 23.00 horas podemos equipar o saco de tara amarelo, então é necessário recolher a tara e vendê-la para Frite, por outro lado se for antes das 22.00 horas podemos passar um cheque com Sell e assim pedir dinheiro, então, recolher dinheiro suficiente é necessário com Garte no Whirling e cancelar o quarto de hotel porque desta forma podemos dormir em Disco Elysium.

Por outro lado, se você chegar às 2.00 da manhã e nós não conseguimos obter dinheiro se você voltar a um problema, uma vez que não podemos dormir e isso é uma desvantagem, e, por acaso, você não pode executar as operações relacionadas recentemente para levantar dinheiro, se esse caso for apresentado, basta recarregar a gravação de 23,00 e siga os passos acima.

Como ganhar dinheiro no Disco Elysium

Você precisará de muito dinheiro no Disco Elysium. Assim como na vida real, viver não é barato.O dinheiro é necessário para colocar um teto sobre sua cabeça, comprar comida para curá-lo e outras bugigangas que podem ou não ser úteis para suas investigações. Infelizmente, não é fácil conseguir dinheiro no Disco Elysium, mas há algumas coisas que você pode fazer para tentar obter mais.

A moedausado no Disco Elysium é chamado r & eacute; al. Se você quiser fazer alguma coisa –como obter um mapa –você precisará descobrir uma maneira de se tornar real. De fato, depois de acordar, você descobrirá que sua conta de hotel é uma gritante quantia de 130 r, significativamente mais do que seu saldo atual de zero.

Também vale a pena notar isso, a menos que você tenha um lugar livrepara dormir, você precisará pagar 20 dólares por dia para dormir no Whirling-in-Rags.Não apenas você precisará tentar avançar com a investigação todos os dias, mas também precisará descobrir uma maneira de obter mais dinheiro.

Coletando moedas

A primeiramaneira de obter r & eacute; tudo é simplesmente pegá-lo do chão. Espalhadas pelo mundo do Disco Elysium estão pequenas pilhas de moedas. Estes costumam chegar a alguns centavos, mas é melhor que nada. De fato, é provável que você encontre 50 centavos ímpares fora do seu quarto de hotel. Comece bem!

Venda itens para a casa de penhores

Outra maneira de ganhar dinheiro rápido no Disco Elysium é vender itenspara a loja de penhores. Você pode encontrar a casa de penhores ao sul de Whirling-in-Rags. Esta loja é administrada por um sujeito interessante que tem um leve vício químico. Traga a ele qualquer coisa interessante que você encontrar e você pode fazer algo real.

Os tipos de coisas que você pode penhorar para r & eacute; todos são: a caneta chique que Kim lhe dá, fotografias que você encontra, uma caneca quebrada. Basicamente, tudo o que você acha que não precisa pode ser vendido.A única coisa que o dono da loja de penhores não compra é a sua roupa, e ele absolutamente não compra a sua gravata.

Caridade de estranhos

Finalmente, a última maneira de conseguir dinheiro no Disco Elysium é literalmente implorar a estranhos por sua caridade. Embora nem todos os NPCs possam receber uma apostila, há alguns em que a opção está disponível.

Há uma mulher bastante próspera em um barco à esquerda de Martinaise chamado Joyce Messier. Depois de conversar um pouco com ela, você pode pedir uma apostila. Se você pedir uma quantia razoável, é provável que você a consiga. Uma boa idéia é pedir 130 r & eacute; al, apenas para cobrir os danos que você causou antes de começar a jogar.

Conseguir dinheiro no Disco Elysium é difícil.Não há muito o que encontrar no mundo, mas existem maneiras de ganhar dinheiro.Não se envergonhe de pegar garrafas para reciclagem, vender itens para a loja de penhores e até pedir um folheto a estranhos. Você precisará usar todas as avenidas se quiser manter o teto sobre sua cabeça ou seus medidores de saúde e moral cheios. Para obter mais cobertura do Disco Elysium, você já está no lugar certo.

Referências:

Joy Stick Brasil, Xbox Play, Uol, Wikipedia.

The Last of Us

The Last of Us é um jogo eletrônico de ação-aventura e sobrevivência desenvolvido pela Naughty Dog e publicado pela Sony Computer Entertainment. Ele foi lançado exclusivamente para PlayStation 3 em 14 de junho de 2013. Na história, os jogadores controlam Joel, um homem encarregado de escoltar uma adolescente chamada Ellie através de um Estados Unidos pós-apocalíptico. The Last of Us é jogado a partir de uma perspectiva em terceira pessoa, com os jogadores usando armas de fogo, armas improvisadas e furtividade a fim de defenderem-se de humanos hostis e criaturas canibalísticas infectadas por uma mutação do fungo Cordyceps. Um “Modo de Escuta” permite a localização de inimigos por meio de uma escuta e percepção espacial aprimoradas. Armas podem ser melhoradas usando itens recolhidos do ambiente. Há um modo multijogador online em que até oito jogadores podem entrar em diferentes modos de partidas cooperativas ou competitivas.

O desenvolvimento de The Last of Us começou em 2009 logo depois da finalização de Uncharted 2: Among Thieves, o título anterior da Naughty Dog. A relação entre Joel e Ellie foi o foco central do jogo, com todos os outros elementos de história e jogabilidade desenvolvendo-se ao seu redor. A equipe criativa escolheu os atores Troy Baker e Ashley Johnson a fim de interpretarem os personagens principais, que realizaram a captura de movimentos e dublagem para seus respectivos papéis. Ambos auxiliaram o diretor de criação Neil Druckmann com o desenvolvimento da história e personagens. Novos motores de jogo foram criados para satisfazer as necessidades técnicas, com a inteligência artificial de Ellie sendo um grande ponto de desenvolvimento e aprimoramento. A trilha sonora original foi composta por Gustavo Santaolalla, enquanto os efeitos sonoros assumiram um ponto de vista mais naturalista e minimalista do que em outros jogos de ação.

The Last of Us foi anunciado em 2011, gerando grande expectativa. Ele foi aclamado pela crítica especializada, com elogios sendo direcionados particularmente para sua caracterização, enredo, subtexto e exploração da condição humana. O título tornou-se um dos jogos mais bem vendidos do PlayStation 3, vendendo mais de 1,3 milhões de cópias apenas em sua primeira semana e mais de oito milhões depois de catorze meses. The Last of Us é considerado como um dos melhores jogos eletrônicos da história, tendo vencido vários prêmios de Jogo do Ano. Um conteúdo para download chamado Left Behind foi lançado em fevereiro de 2014, com sua história se passando antes do jogo principal e centrando-se em Ellie e sua melhor amiga Riley. Uma remasterização intitulada The Last of Us Remastered foi lançada em julho de 2014 para PlayStation 4, enquanto sua sequência The Last of Us Part II foi anunciada em dezembro de 2016.

Jogabilidade

The Last of Us é um jogo eletrônico pós-apocalíptico de ação aventura e sobrevivência apresentado a partir de uma perspectiva em terceira pessoa. O jogador atravessa ambientes arruinados, passando por locais como cidades, edifícios e esgotos a fim de avançar pela história. Armas de fogo, armas improvisadas e furtividade são usadas para derrotar humanos hostis e criaturas canibalísticas infectadas por uma mutação do fungo Cordyceps. O jogador controla durante a maior parte da história o personagem de Joel, um homem encarregado de escoltar uma garota chamada Ellie através dos Estados Unidos; ela e outros companheiros ocasionais são controlados por uma inteligência artificial. Ellie torna-se temporariamente a personagem jogável durante um segmento da história.

O jogador usa no combate tanto armas de longo alcance (como rifles, espingardas e arcos) quanto de curto alcance (como pistolas, revólveres e espingardas curtas); também é possível utilizar armas brancas (como canos e tacos de beisebol). Garrafas e tijolos podem ser jogados para distrair, tontear ou atacar inimigos. The Last of Us possui um sistema de criação que permite que o jogador aprimore armas em mesas de trabalho usando itens coletados nos ambientes. Equipamentos como kits médicos e coquetéis Molotov podem ser encontrados ou produzidos com os materiais recolhidos. Habilidades físicas, como um medidor de saúde e velocidade de criação, podem ser melhoradas ao coletar pílulas e plantas medicinais. O medidor de saúde do jogador pode ser recarregado por meio de kits médicos caso o personagem tome algum dano.

Apesar do jogador ter a opção de atacar os inimigos diretamente, ele também pode empregar táticas furtivas para atacar ou passar pelos oponentes sem ser detectado. O combate furtivo usa uma mecânica chamada de “Modo de Escuta”, que permite que o jogador localize inimigos por meio de uma escuta aprimorada e percepção espacial. Ao usar o Modo de Escuta, a silhueta dos inimigos torna-se visível, permitindo que o jogador veja adversários em diferentes locais. Um sistema de cobertura dinâmico está presente em que o jogador pode agachar-se atrás de obstáculos a fim de obter uma vantagem tática durante o combate. The Last of Us possui diversos períodos sem nenhum combate, frequentemente envolvendo apenas conversas entre os personagens. O jogador resolve quebra-cabeças simples, como utilizar painéis flutuantes para transportar Ellie, que não sabe nadar, através de corpos de água ou usar escadas e lixeiras a fim de alcançar áreas mais altas. Colecionáveis de história, como bilhetes, mapas e quadrinhos, podem ser encontrados e vistos em um menu.

O jogo contém um sistema de inteligência artificial em que inimigos humanos hostis reagem a qualquer situação de combate em que são colocados. Se um oponente descobre o jogador, ele pode chamar por ajuda ou tirar vantagem do jogador quando este está distraído, sem munição ou no meio de uma luta. Companheiros como Ellie podem auxiliar no combate ao jogarem objetos em ameaças com o objetivo de tonteá-las, revelando a localização de inimigos ou usando uma faca e pistola para atacarem adversários.

O modo multijogador online permite que até oito jogadores participem de partidas competitivas ou cooperativas. Existem três modos multijogador: Ataque de Suprimentos, Sobrevivência e Interrogação. Os dois primeiros são mata-matas em equipes, com o segundo excluindo a opção de renascimento; o último coloca equipes investigando a localização da caixa de fecho inimiga, com a primeira a capturar a caixa vencendo. O jogador escolhe uma Facção em cada modo – Caçadores (grupo de sobreviventes hostis) ou Vaga-Lumes (grupo miliciano revolucionário) – e mantém seu grupo vivo ao coletar suprimentos durante as partidas. Cada partida equivale a um dia; ao sobreviver por doze “semanas”, os jogadores completam a jornada e podem escolher uma nova Facção. Matar inimigos, ressuscitar aliados e criar itens rendem ao jogador partes que podem ser convertidas em suprimentos; essas também podem ser adquiridas procurando em corpos de inimigos. Os jogadores são capazes de carregar mais equipamentos ao ganharem pontos enquanto crescem os suprimentos do grupo. Os jogadores podem conectar seu jogo ao seu perfil no Facebook, alterando assim os nomes e rostos dos outros jogadores a fim de serem iguais aos seus amigos de Facebook. Os jogadores também podem customizar seus personagens com chapéus, capacetes, máscaras e emblemas.

Priorize evoluir a barra de vida de Joel

No decorrer da campanha, Joel encontrará alguns comprimidos de suplementos. Embora cada jogador deva evoluir da forma como desejar a construção do personagem, é extremamente recomendável que um dos primeiros passos seja elevar a barra de saúde de Joel ao nível máximo.

Tenha sempre facas para abater estaladores 

Se você já jogou The Last of Us sabe dos perigos que representam os Estaladores. Existem algumas formas de se executar o inimigo rapidamente. Uma delas é utilizando lâminas. Construa facas e movimente-se bem devagar para se aproximar da criatura. Com dois metros de distância será possível executar o ser sem correr grandes perigos.

Em grupos com vários inimigos mate do mais forte para o mais fraco

Fora da Zona de Quarenta, Joel enfrentará inimigos com um tempo de infecção variado, exibindo diferentes comportamentos. Podemos utilizar como exemplo um dos primeiros contatos dos protagonistas com as criaturas. As salas trazem recém infectados, corredores e um estalador. Elimine primeiro o estalador e em seguida aplique golpes nos demais infectados.

Sempre avance contra os inimigos silenciosamente

Joel não é Nathan Drake. Na maioria das vezes os tiroteios irão terminar de uma péssima maneira para o protagonista. Avance com cuidado, mantendo o silêncio, contra inimigos humanos e seja mais cauteloso ainda ao lidar contra infectados. Observe o chão para não passar por cima de objetos quebrados, gerando ruídos significantes. O simples fato de pressionar a alavanca de maneira mais incisiva pode chamar a atenção dos inimigos.

Atire somente em último caso

“Faça o tiro valer a pena”. A frase dita por Joel para Ellie é de importância vital para os jogadores. Seguindo a dica anterior, evite disparar em ocasiões onde se pode abater o inimigo de forma silenciosa. Além de evitar chamar a atenção de outros adversários, Joel economizará a rara munição para situações onde esta seja a única solução.

Contra corredores busque locais com apenas uma passagem

Os corredores são uma pedra no sapato de Joel. Apesar de não serem tão inocentes quanto os recém infectados, nem tão perigosos como os estaladores e os vermes, os corredores podem causar estrago quando atacam em grande número. Procure levar os inimigos para salas com apenas uma entrada, fique de costas para a parede e empilhe os corpos com duros golpes, ferramentas modificadas e se necessário tiros.

Explore todos os cantos dos cenários 

The Last of Us não é o tipo do game que entrega os recursos aos usuários facilmente. Evite deixar para trás partes do cenário que não façam parte do trajeto linear. Explore portas trancadas, cômodos distantes, extremidades das ruas e fundo dos lagos, tendo sempre em mente que se correr algumas ferramentas decisivas poderão ser deixadas para trás.

CORRA!!!

Esse, com certeza, é o ensinamento mais importante de todos e que vai permear parte das outras nove dicas. No mundo de The Last of Us, a velocidade das pernas é sua melhor amiga em todos os momentos. Está sendo cercado de inimigos? Já enxerga a saída? Quer se livrar de uma situação difícil? Então fuja!

Essa foi a primeira indicação citada pelo nosso redator Durval Ramos quando perguntado sobre esse artigo. Para ele, o dedo colado no botão L2 do controle é a melhor maneira de sobreviver ao título, seja você um adepto da jogabilidade mais estratégica ou um amigo do Rambo.

É claro, ao fugir, Joel fará muito barulho e atrairá a atenção dos inimigos. Ainda assim, muitas vezes, é preferível sofrer um pouco de dano e seguir em frente do que tentar outro tipo de abordagem e acabar morrendo.

Não subestime o poder de seus punhos

Temos aqui mais um caso em que é preferível sofrer pouco dano. Em salas com poucos Runners, principalmente no início do game, prefira atacar fisicamente os inimigos do que gastar munição com eles. Esteja sempre em posse de pedaços de madeira, canos de ferro, tijolos ou garrafas, que tornam o assassinato violento muito mais rápido.

Utilizando armas desse tipo, os “zumbis” ou seres humanos inimigos caem com quatro golpes. Com as mãos, é preciso de quatro a sete acertos para acabar com a raça de um oponente, caso você não esteja próximo a uma parede. Pressione o botão quadrado sem parar e, no caso dos combates contra pessoas, fique atento também ao triângulo, para evitar que o adversário recupere a vantagem.

Aqui, duas exceções podem ser feitas. A primeira se relaciona a momentos em que também se está enfrentando Clickers, que são invulneráveis a ataques com as mãos. Além disso, fique atento aos soldados que portam armas, já que você estará indefeso contra disparos enquanto desce a porrada em um companheiro. Nesse caso, vale mais a pena agarrar o inimigo em questão e aproveitar o escudo humano para fazer uso da primeira dica.

Evite o confronto

Tudo bem que essa dica meio que contradiz as anteriores, mas você sabe como dizem: a melhor defesa é quando seu oponente não pode atacar. E um inimigo que não enxerga Joel não poderá agir contra ele, continuando as atividades normais de seu dia. A furtividade é uma grande aliada em The Last of Us.

E não estamos falando nem de matar os oponentes um a um, na surdina. Muitas vezes, o ideal mesmo é deixar o instinto assassino de lado e permitir que os oponentes vivam para ver outro dia, passando pelas laterais dos cenários e deixando o recinto silenciosamente. Afinal de contas, de nada adianta ser silencioso para matar um inimigo e, com isso, acabar sendo visto pelo restante do exército.

Quando atacar, prefira os sufocamentos com o quadrado e guarde as facas apenas para os Clickers, que são mais fortes e mortíferos. Cuidado com a lanterna nos arredores de inimigos comuns e sempre ande abaixado. Joel provavelmente ficará com dores nas coxas mais tarde, mas é melhor viver com as pernas doloridas do que morrer com o pescoço dilacerado.

Tijolo > garrafa

Ao longo de todo o game, dois artigos serão mais utilizados do que qualquer arma. Os tijolos e as garrafas são itens abundantes e multiuso, já que servem tanto para criar distrações quanto para explodirem a cabeça dos inimigos. Só que, nessa briga, os itens de construção se saem muito melhores que os antigos recipientes.

Tudo bem, as garrafas são de vidro e fazem muito mais barulho, configurando um engodo melhor para levar os inimigos para longe. Mas os tijolos combinam esse poder com a possibilidade de serem utilizados como uma arma letal de uso único, eficazes contra tudo, desde humanos até Clickers.

Por isso, tenha sempre um em seu inventário. Caso prefira usar a garrafa para distração, colete o vidro, jogue-o longe, mas não se esqueça de pegar o tijolo novamente. Em um momento de pânico, ele pode se tornar seu melhor amigo.

CHECAR TUDO

Tijolos e garrafas são os itens mais abundantes de The Last of Us, mas os cenários escondem muito mais do que isso. Seja cauteloso e não corra pela aventura. Entre em cada sala. Abra cada gaveta. Verifique todos os armários. Olhe cada cantinho. Parafusos, lâminas, panos, álcool, adesivos, munição. Tesouros deixados por sobreviventes do passado.

Itens desse tipo nunca são demais e, acredite, você vai precisar de todos eles. O game da Naughty Dog alterna momentos de calmaria extrema com combates frenéticos e tensos, que com certeza deixarão você sem itens de cura e armas. Por isso, é sempre importante recarregar o inventário antes da chegada da próxima situação desse tipo.

Escolha bem as evoluções

Como muitos jogos da atualidade, The Last of Us também empresta elementos de RPGs e traz uma árvore de habilidades. A evolução acontece por meio de escassos medicamentos, que são encontrados ao longo da aventura e permitem a melhoria de diversos atributos. Apesar de todos serem bastante úteis, existem aqueles que são essenciais para que você possa seguir em frente de forma tranquila.

Desde o início do game, foque suas pílulas na habilidade Shiv Master, que dá a você a opção de utilizar uma faca por meio de QTE caso seja atacado por um Clicker. Acredite, ela poupará você de muitas mortes. A seguir, aumente a quantidade total de sua energia para os combates mais complexos da metade para o final do game. Por último na lista de prioridades está a distância do Listen Mode, que facilitará muito sua vida durante as incursões furtivas.

As armas também podem ser modificadas e, aqui, dois upgrades são fundamentais. O aumento na capacidade máxima de munição permitirá que você se defenda por mais tempo antes de precisar procurar um abrigo. Depois, melhore o tempo de recarregamento, de forma a evitar ser cercado ou pego desprevenido sem bala alguma.

Kits médicos e facas nunca são demais

Esqueça as modificações de porretes e bastões. Apesar delas serem úteis em momentos de desespero, não vale a pena gastar um conjunto completo de lâminas em um artigo como esse. Pelo contrário, invista os cortantes em facas, que podem salvar você dos Clickers – como citado na dica anterior – ou tornar os assassinatos furtivos ainda mais rápidos.

Além disso, foque sempre na criação de itens médicos e deixe coquetéis molotov para serem produzidos quando seus kits de cura atingirem a capacidade máxima. Por mais que a arma incendiária seja muito boa para controle de multidões, é melhor sempre ter artigos de primeiros socorros, pois eles são essenciais durante toda a aventura.

Além disso, não se esqueça de sempre produzir itens para evitar ficar com a mochila lotada. Consulte seu inventário o tempo todo e sempre construa coisas com as peças soltas, de forma a poder pegar mais e mais artigos pelo cenário. Em The Last of Us, principalmente nas dificuldades mais altas, cada recurso é precioso e pode significar a diferença entre viver e morrer.

Treine muito

Para muita gente, o arco e as bombas de fumaça podem parecer um desperdício de espaço no inventário. Mas acredite, nos piores momentos da aventura, até mesmo esses artigos difíceis de usar se tornarão essenciais. Saber fazer uso deles de forma versátil dará a você grande vantagem no combate contra humanos e criaturas do inferno.

Se necessário, carregue um jogo salvo diversas vezes apenas para praticar a utilização dos dois itens. Acostume-se com o balanço e recuo do arco e a trajetória bizarra das flechas. Descubra que as flechas podem servir tanto para assassinar um inimigo furtivamente quanto como uma forma de chamar a atenção de alguém para longe de você.

Bombas de fumaça podem não ser letais, mas também servem ao mesmo fim. O alvo aqui são os soldados inimigos, que ficarão assustados e atentos com uma detonação de névoa negra, enquanto você e Ellie escapam sorrateiramente por uma porta lateral. Eles nem vão ver, literalmente, o que está acontecendo.

Aproveite-se da imperfeição

Não existe inteligência artificial perfeita. Então, procure usar esse fator em benefício próprio durante a jogatina de The Last of Us. O comportamento agressivo e violento dos inimigos humanos pode ser freado por atitudes simples que, por mais que não acabem com o perigo, podem gerar preciosos segundos de respiro.

Ao ser atacado por uma grande tropa de inimigos, por exemplo, atire longe um tijolo ou garrafa. Mesmo que eles vejam que foi você quem lançou o objeto, se virarão em direção ao barulho por um segundo, talvez esperando mais um atacante vindo daquele lado. Aproveite para fugir.

Da mesma maneira, utilize o espírito combatente e, por vezes, estúpido de seus companheiros para obter vantagem nos combates. Aproveite enquanto Ellie ou Bill atiram feito loucos nos inimigos, atraindo a atenção deles, para se esconder, usar itens de cura ou mirar bem para fazer valer cada disparo.

Voltando no tempo

The Last of Us é como uma montanha-russa, alternando sequências de calmaria, onde você pode buscar itens e se preparar para o futuro, com combates intensos e até mesmo “apelões” que acabarão com sua munição, itens de cura e dignidade. Na primeira vez, você nunca saberá o que está adiante e tudo o que pode fazer é se preparar para o pior.

Graças à tecnologia moderna, porém, existe uma maneira de evitar situações realmente aflitivas. Muitas vezes, por desatenção ou tentativas frustradas de ataque, você se verá atacado de todos os lados. Mesmo assim, conseguirá sobreviver, só que bem próximo da morte.

Vale a pena recarregar um jogo salvo e voltar para o início do combate, tentando assumir outro tipo de abordagem ou mirando melhor para economizar balas. Acredite, tal estratégia vai além de uma necessidade narcisista por perfeição e fará com que você, no futuro, agradeça à versão do passado por ter retornado no tempo e feito as coisas da maneira correta.

Aprenda a atirar 

Tire algum tempo para praticar a sua pontaria. Ela pode valer momentos importantes na luta por sobrevivência. Para quem está começando, um bom lugar para treinar é o modo multiplayer do jogo. Ainda é essencial escolher com sabedoria as melhores armas para cada momento e tipos de combate

Conheça seu inimigo 

Antes de começar a atirar, é importante diferenciar os tipos de criaturas contra as quais você vai lutar. A cada estágio de infecção, os zumbis ficam mais resistentes. Entretanto, eles também têm fraquezas. Os infectados são perigosos, mas você também deve estar pronto para lidar com seres humanos de diversas facções e com motivações diferentes. Fique esperto para não perder boas oportunidades de ataque e fuga!

Sem medo de voltar atrás 

Se você perceber que a vaca está indo para o brejo, não hesite em voltar atrás e considerar outra estratégia de ataque/fuga. Vários cenários possuem caminhos “mais fáceis” para atacar ou fugir de zumbis e inimigos humanos

“Antes um covarde vivo…” 

Pense no velho ditado como seu mantra. Se você quer ser um Rambo, The Last of Us não é o melhor lugar. Em várias situações, você consegue prosseguir sem ter derrotado todos os inimigos em uma cena. Tenha sempre um tijolo ou garrafa à mão para afastar os inimigos e corra como se não houvesse amanhã!

Referências:

Noticias R7, Voxel, The Enemy, Techtudo, Wikipedia.