SOMA

Soma (estilizado como SOMA) é um jogo survival horror de ficção científica desenvolvido pela Frictional Games (mesma empresa de Amnesia: The Dark Descent). O seu lançamento ocorreu em 2015.

A história se passa em uma remota instalação de pesquisa subaquática que possui algumas máquinas com características humanas (como consciência). Simon Jarrett, um protagonista inicialmente desorientado, se vê perdido na instalação sob circunstâncias misteriosas e, imediatamente, inicia uma jornada para tentar entender o que aconteceu e a situação desfavorável em que ele se encontra. Nessa busca, Simon luta para entender seu passado e seu potencial futuro.

A jogabilidade de Soma se baseia nas convenções estabelecidas nos títulos de terror anteriores da Fictional Games, incluindo uma ênfase na evasão furtiva de ameaças, resolução de quebra-cabeças e imersão. No entanto, em uma ruptura com sua tradição, ela suprime aspectos como gerenciamento de inventário em favor de um maior foco na narrativa. Soma recebeu críticas positivas que aplaudiram sua história e dublagem, embora o projeto dos inimigos no jogo tenham recebido algumas críticas.

História

Em SOMA assumimos o controle de Simon Jarret, um jovem canadense que perdeu a namorada em um acidente de trânsito. A batida deixou uma sequela grave que causa hemorragias no cérebro do rapaz, um problema que cedo ou tarde vai acabar com sua vida. Sem muito o que fazer, ele aceita participar da pesquisa de dois cientistas que descobriram uma nova forma de escanear e literalmente gravar a mente das pessoas em computadores a fim de cura-las de suas doenças.

Poderia ser a esperança de Simon, mas num piscar de olhos depois de um exame ele descobre que despertou em uma estranha base submarina chamada Pathos-II, um lugar onde as coisas deram muito, muito errado: há sangue, corpos e um tipo de tumor cibernético que cresce por toda parte, sem falar em uma gosma preta que cai do teto. E todos nós sabemos que gosma caindo do teto NUNCA é um bom sinal…

SOMA nos deixa explorar e fazer parte dessa narrativa bem ao estilo Frictional: manipulando objetos do cenário e avançando em primeira pessoa com a interface mais limpa possível. Os comandos nos permitem não apenas ler diários, conversar com robôs e ouvir gravações, mas também a pegar, arrastar, girar, aproximar, afastar e arremessar quase tudo que encontramos. Como de costume, essa é a mecânica principal do jogo e os comandos estão bem afiados.

Essa interação não serve apenas para resolvermos os quebra-cabeças e desafios do game, mas também para nos sentirmos mais perto de sua história. Começando no apartamento de Simon, podemos descobrir várias coisas sobre ele apenas revirando seus pertences. O mesmo acontece na estação submarina, só que a bagunça lá, obviamente, é bem mais tensa que a de um quarto desarrumado.

Assim, explorando uma base sinistra, fuçando em tudo e resolvendo puzzles, vamos avançando na trama – uma trama com diversas reviravoltas e surpresas que nos mostram que há coisas muito maiores (e mais horripilantes) do que esperávamos rolando naquele mundo.

Jogabilidade

Soma é um jogo em primeira pessoa onde o personagem principal não usará armas, tendo que contar com estratégias para sobreviver. Durante o jogo aparecerão monstros com características diferentes e o jogador deverá se adaptar a cada um deles.

Telas e Menus

Em sua versão para PC, SOMA possui uma game maior de menus em relação ao PlayStation 4. Ao abrir o jogo pela primeira vez, o primeiro passo será configurar o nível de gama de sua tela para melhor experiência em jogo. Após isso, são mostrados os seguintes menus:

Na versão para PC, o jogador pode realizar diversas alterações na configuração do jogo a partir do menu “Opções”, como alterar o idioma do jogo, habilitar ou desabilitar efeitos de distorção, habilitar dicas, modificar gráficos, dentre muitas outras funções.

Controles

A jogabilidade de SOMA é muito simples e intuitiva. Serão necessários apenas alguns minutos para se acostumar com sua mecânica. O título conta com quatro comandos para se movimentar; dois para se inclinar para direita e esquerda; um para saltar, agachar e correr; além de comandos para interagir, cancelar interações, acender lanterna e abrir inventários.

Utilize a fluida mecânica de SOMA para localizar rapidamente esconderijos. Aproveite para encontrar bons lugares seguros ao adentrar em um novo território e colete o máximo de itens e informações que puder.

Primeiros passos em SOMA

SOMA é um jogo com uma história profunda e um excelente design de jogo. Aproveite os vários momentos tranquilos – em especial no começo da campanha – para aprender e coletar todas as informações possíveis sobre Simon e o mundo no qual ele está inserido

Não se acanhe em explorar todos os cômodos de um local, abrir gavetas, revirar lixeiras, remover caixas e olhar fotos: certamente você encontrará muitas informações úteis que lhe fará entender o que está ocorrendo.

Contudo, SOMA não é um passeio no bosque: haverá muitos momentos tensos onde você deverá evitar e fugir de criaturas sombrias que estão espalhadas pelas bases. Há criaturas que carregam consigo uma forte luz através de lanternas, que são atraídas por movimentos bruscos, como se locomover à sua frente; já outras criaturas são atraídas por sons e passos, mas quase todas podem ser despistadas se você ficar parado e não olhar diretamente para elas quando se aproximarem. Não se esqueça deste conselho: ele será crucial para sua sobrevivência.

Atente-se aos detalhes. Muitos dos objetivos essenciais para a continuação do jogo são mostrados algumas vezes de forma bem sutil, como a frequência de uma antena de comunicação ou uma senha anotada em uma folha de papel.

Encontrando o fluído

No início do jogo você tem uma boa chance para conhecer os controles e as interações com o ambiente, sua primeira missão é encontrar um frasco com um fluído, ele na verdade pode estar em lugares diferentes a cada nova jogada, pode ser encontrado em:

No armário do banheiro;

Na gaveta perto do notebook;

No armário localizado logo acima do fogão na cozinha;

Depois de tomar o fluido, pegue a chave ao lado da porta e saia.

Código porta da clínica

Na clínica do Doutor Munshi é necessário um código para abrir uma porta, você encontra essa combinação na primeira gaveta localizada na mesa onde há um notebook. Na minha gameplay o código era: 2501.

Lidando com os monstros

Essas dicas servem para os primeiros e próximos monstros que você encontrará no jogo. Você vai saber quando ele é um inimigo hostil se a música alterar e a sua visão começar a ficar falha, quanto mais perto dele pior fica, então sempre mantenha uma distância e não deixe que eles te vejam.

Para os pequenos robôs no fundo do mar note se a iluminação dele for vermelha, se este for o caso não deixe que eles te percebam e mantenha a distância.

Apesar de não ser recomendado ficar perto deles, isso não significa morte ou ataque se ele não perceber sua presença, os monstros de SOMA não são tão perceptivos assim principalmente quando em lugares escuros, já consegui ficar bem perto deles e eles não me notar, não entre em desespero e NUNCA CORRA quando estiver com um monstro por perto, a não ser que ele já tenha te notado, você terá chances de sobreviver se conseguir despistá-lo e se esconder.

Abrindo a porta da sala de controle

No início do jogo você encontrará uma sala de controle, nela há uns computadores e um robô ligado a esta mesa de controle através de 2 tubos, para restaurar a energia você tem que desconectar primeiros esses tubos. Agora você tem que liberar a porta, acima da porta está escrito “station control”, resolvendo um pequeno puzzle, na tela do monitor está escrito “Manual Boot Sequence“.

É bem simples resolve-lo, primeiro clique no primeiro botão da esquerda para a direita, espere a barra amarela carregar e quando ela ficar verde clique no segundo botão, aguarde a barra amarela de baixo encher até ficar verde e clique no terceiro e último botão para destravar a porta.

Senha do computador – sala do robô falante

Na mesma sala onde você encontra um robô bizarro que fala igual humano, você terá que acessar um computador com senha ou login, você precisa saber qual é esse ID de 4 dígitos para acessar, para conseguir este número explore o mesmo andar e vasculhe o número em uma placa de identificação num corpo caído no corredor e outra dentro de um armário encontrado perto das escadas do final do corredor em frente ao depósito de roupas.

Você pode acessar e atingir seu objetivo de abrir as portas usando qualquer um dos dois números, se quiser bisbilhotar anotações e extras da história entre com os dois para matar a curiosidade.

Os códigos encontrados na minha gameplay foram: 0735 para logar como Amy Azzaro e 0722 para logar como Carl Semken.

LUMAR Link Broken Manual Imput Required

No mesmo andar da sala onde você encontra o robô falante há uma escada que leva a uma porta, ao conseguir abrir ela você terá acesso a um computador que pode se comunicar com outras unidades da Pathos II, para falar com Catherine digite 2203, clique em OK e agora encontre o sinal da transmissão ao deixar o mouse na tela do monitor na coordenada 1.923 : 6.285

Como chamar o zeppelin no fundo do mar?

Quando você estiver no lado de fora das instalações da Pathos II você estará no fundo do mar, você em certo momento precisará chamar um zeppelin para te levar para ir até Theta. Primeiro encontre o seguinte terminal que está fora das instalações marítimas, ver imagem abaixo.

Usando os botões em formato de setas posicione a luz na linha amarela, aparecerá na tela que foi estabelecido um link 049, agora encontre um outro terminal que contém um botão chamado zeppelin, nele você conseguirá chamar o zeppelin do 049 clicando “Request Transport“.

Simulador Brandon WAN

Em uma parte você tem que rodar um simulador de um homem que pode entregar um código importante, mas para isso é necessário que você copie para o chip a sala de escaneamento “Scan Room” e a voz de Alice para enganá-lo, você poderá usar a voz dela indo ao dormitório de Brandon, após isso Catherine vai lhe dizer para voltar no simulador e tentar novamente, escolha a voz de Alice e faça a simulação na sala de scan.

Logo depois você volta para abrir a DUNBAT, na sala tudo parece estar desligado, para seguir em frente você precisa conectar um cabo localizado no chão do lado direito de um terminal de controles dentro da sala, veja na imagem, parece óbvio, mas eu gastei quase meia hora pra entender que tinha de fazer isso.

Simulador da ARK (ARCA)

Após o plano de sair pela DUNBAT ter falhado você acaba encontrando uma sala que contém um simulador da ARK, quando Catherine pedir para você rodar o simulador você terá que usar um terminal localizado no lado esquerdo do Omnitool de Cath, o objetivo é que o simulador tenha todos componentes necessários, mas veja que ele está usando mais espaço do disco do que o suportado.

Veja na imagem abaixo qual dos componentes você deve selecionar para que não passe do tamanho e tenha os componentes corretos.

Depois de clicar em NEXT vai aparecer um menu novo, clique em DUMMY, clique em Start Simulation para iniciar a simulação, a sua tarefa é pausar a simulação no momento em que a palavra DUMMY estiver mostrando na tela logo abaixo de Loaded Module, para facilitar essa tarefa, diminua o número de recursos alocados para que o sistema fique mais lento e portanto mais fácil para você pausar no momento certo, clique no sinal de menos logo abaixo RESOURCE ALLOC., veja imagem abaixo. Depois clique em Run Diagnostics.

Como entrar em Omicron

Tem uma parte do jogo onde você estará no fundo do mar e deverá entrar na Omicron, mas para isso você deve primeiro retirar o estado de quarentena, para fazer isso encontre uma sala ou câmara com acesso por escada, você deve encontrar um local para ligar manualmente a câmara, retire a tampa e ligue todos os botões, não esqueça de fechar a entrada usando uma alavanca que está na mesma câmara, veja imagem abaixo.

Subindo as escadas você terá que desvendar um pequeno puzzle para ligar terminal que pode retirar a quarentena da Omicron.

É um puzzle onde você tem que ligar alguns interruptores para que a energia passe e chegue até o destino, veja na imagem abaixo a sequencia em que você deve ligar cada um dos interruptores.

Agora falta pouco para poder tirar a quarentena, você precisará de uma senha de 4 dígitos para executar o comando de liberação, para achar essa combinação verifique um outro monitor da mesma sala e clique no botão UbVZrmsP, ele irá abrir uma tela com a repetição de 4 dígitos, a senha que você está procurando: 9909.

Tirar travamento da Omicron

Em uma parte da Omicron haverá um terminal mostrando como as salas estão sem acesso, para suspender o travamento delas você tem que resolver um pequeno puzzle.

O princípio para a solução dele é bem simples, você tem que deixar todos os quadradinhos iluminados, para isso você não pode passar em um mesmo quadradinho duas vezes, tudo que você tem que fazer e iniciar do local certo e passar pelos lugares certos, na imagem abaixo eu coloquei um número em cada quadradinho para que você saiba qual clicar na ordem certa.

Cleam Room

Tem uma sala na Omicron onde você tem que passar por um escaneamento corporal antes dentrar, nela você encontra um frasco grande trancado em uma máquina, você vai precisar desse frasco, para pega-lo você que localizar um compartimento no canto inferior direito da máquina e pegar o chip que atualmente está corrompido, leve o chip até a gaveta do meio de uma máquina de laser na mesma sala, na mesma máquina que tem um rato na gaveta.

Após inserir o chip na gaveta do meio, opere a máquina, use a alavanca e leve o laser até a gaveta do centro, depois clique no botão para liberar o laser no chip e o consertar, pegue o chip, coloque-o novamente na máquina onde você havia tirado anteriormente e libere a porta para pegar o frasco.

Liberando o escaneamento para o traje de mergulho

Antes de trocar de corpo, Simon tem que sintonizar o sinal de uma máquina, o objetivo é deixar a onda pontilhada igual a onda normal, basta deixar a frequência no valor 1, o deslocamento no valor 5 e a amplitude no valor 3, veja na imagem como fica.

Destruir ou não o WAU?

Em uma parte do jogo você poderá escolher colocar o seu braço no coração do WAU para envenená-lo ou não fazer isso e ir embora, se você escolher colocar o braço você ficará sem mão até o final do jogo e terá parado o WAU, mas se não colocar o braço você vai continuar com seus braços e irá para o mesmo final, essa decisão é opcional. Colocando o braço você será perseguido pela WAU, se não colocar o braço você será perseguido por um peixe com dentes enormes.

Referências:

Seu Game, Arkade, Wikipedia, techtudo.

ARK: Survival Evolved

É um jogo desenvolvido pela Studio Wildcard do gênero Ação-Aventura com um mapa Mundo Aberto. O jogo foi desenvolvido utilizando o motor gráfico Unreal Engine. O jogo consiste em sobreviver em uma ilha repleta de dinossauros e outras criaturas pré-históricas. Foi lançado completamente em 29 de agosto de 2017, mas já estava disponível com acesso antecipado para Microsoft Windows (lançado em 2 de Junho de 2015), Linux (lançado em 1 de Julho de 2015), Mac OS (lançado em 1 de Julho de 2015), Xbox One (lançado em 16 de dezembrode 2015) e PlayStation 4 (lançado em 6 de dezembro de 2016). ARK: Survival Evolved já vendeu um mais de 5,5 milhões de cópias.

As primeiras horas de jogo costumam ser bastante complicadas e, por vezes, até chatas, já que sobreviver no jogo é uma tarefa árdua para quem está começando. No guia de hoje, nós vamos ajudar você a acelerar esse processo, dando algumas dicas de vital importância para você não se sentir completamente perdido em Ark: Survival Evolved.

Saber onde sair

Quando você não tem uma cama em Ark, você pode escolher qual o seu Spawn Point no jogo. Caso você esteja jogando com mais gente, o ideal seria combinar onde vocês vão sair para se encontrarem logo e aumentarem assim as chances de sobrevivência. Outro detalhe importante é evitar nascer no norte. O norte da ilha é povoado pelas criaturas mais difíceis de se enfrentar do jogo, e você provavelmente não vai durar nada por lá.

Comece a coletar assim que possível

A exemplo de Minecraft e outros jogos de sobrevivência, você usa os itens da natureza para ir forjando novas ferramentas e materiais, então comece a coletar tudo o que você encontrar pela frente assim que possível. Para tanto, basta apertar a tecla E do teclado. Com ela, você pega itens do chão como frutas, fibras e pedras. Outra coisa que vale em Ark também é socar árvores. Ao socar uma árvore, você ganha madeira, mas não se emocione, pois socar coisas no jogo faz a sua vida diminuir, então cuidado para não se matar de dar socos numa árvore.

Outro detalhe importante, há duas ferramentas principais e necessárias no começo do jogo, o Machado e a Picareta (Axe e Pickaxe). Com o Pickaxe, você poderá pegar Flints das rochas, Thatch das Árvores e Raw Meat dos corpos dos dinossauros mortos. Com o Axe, você pode pegar Stone das Pedras e Wood das Árvores, além de Hide dos corpos dos dinossauros mortos.

Consiga uma armadura assim que possível

O seu personagem nasce meio peladão em Ark, e você toma mais dano dos inimigos por causa disso. Proteger-se disso pode ser decisivo caso você queira enfrentar inimigos mais fortes dentro do jogo, então consiga uma armadura completa (e não apenas camiseta e calças) assim que possível.

Especialize seu personagem

Um especialista é uma pessoa muito boa em alguma coisa, mas não em todas. Em Ark, você precisa ser um especialista, pois não há como o seu personagem aprender tudo. Toda vez que ele dá level up,você ganha Engram Points, que servem para você aprender novas técnicas. Como não há Engram Points o suficiente para você aprender tudo, é uma boa ideia dividir essa tarefa com um ou mais amigos, assim vocês podem aumentar as chances de sobrevivência.

Construa sua cama o mais rápido possível

As camas são importantes em Ark pois dois motivos: você pode renascer nela toda vez que morrer e você também pode viajar rapidamente de uma cama que você ou a sua tribo tenham criado para outra. Ok, elas custam bastante para serem criadas, mas esse investimento vale a pena.

Prepare-se bem antes de domar algum dinossauro

Domar dinossauros é um processo extremamente tedioso e perigoso. O mínimo que você precisa ter é um slingshot (funda e bodoque) para nocautea-lo e narcoberries para mante-lo assim.

Fique craftando para dar level up rapidamente

Quase tudo o que você faz em Ark dá experiência, mas craftar parece ser a maneira mais eficiente de se evoluir um personagem rapidamente. Fique fazendo tochas ou algum outro item consumível do tipo sempre que possível para upar o seu personagem rapidamente.

Multiplayer

No modo Multiplayer (também conhecido como Join ARK) do jogo, há a possibilidade de jogar em servidores dedicados oficiais ou não. Esses servidores de jogo possuem regras a serem seguidas. Várias pessoas têm acesso a esses servidores e formam grupos conhecidos como Tribos, mas entre esses servidores alguns são protegidos por senhas.

Single Player

Esse modo de jogo (também conhecido como Host/Local) permite vivenciar a mesma experiência, mas sozinho ou em servidores não-dedicados. Qualquer um pode entrar nesses, mas são imediatamente fechados quando o anfitrião do servidor para de jogar.

Mapas

The Island foi o primeiro mapa lançado para ARK: Survival Evolved, ja que veio junto com o jogo base em seu lançamento e é composto por várias climáticas regiões e geológicos. Há cinco montanhas maiores no Norte e planícies no sul. Três grandes obeliscos formam um triângulo na Ilha.

The Center é uma DLC oficial gratuita com um mapa de expansão para ARK: Survival Evolved .

O centro originou como um mapa feito sob encomenda pelo modder Ben “EvilMrFrank” Burkart. Foi adicionado a ARK: Survival Evolved DLC gratis no patch PC 241,0 e Xbox Uma atualizaççao 734,0. Ele passou por uma “mega-atualização”, que acrescentou as florestas de sequóias no patch PC 245,0 e foi recentemente lançado no Xbox One e PS4.

O Centro é composto por várias climáticas regiões e geológicos, incluindo vários que não são apresentados no The Island mapa. A característica mais notável do mapa, uma ilha flutuando colossal, pode ser encontrada ao oeste do mapa cercado por pântanos traiçoeiros. Ao norte distante, uma ilha vulcânica ativa pode ser encontrada coberta no basalto, na lava, e em predadores perigosos. Numerosas ilhas cobertas de selvas, costas tropicais, montanhas e ruínas antigas salpica o variado arquipélago. Um conjunto único de cavernas empurrar sobreviventes aos seus limites em busca dos artefatos e suas recompensas escondidas. Descem de Jules Verne Viagem ao Centro da Terra onde os sobreviventes vão encontrar-se em um ecossistema subterrâneo auto-suficiente muito abaixo as florestas exuberantes. Da mesma forma, os sobreviventes podem mergulhar em qualquer uma das duas cúpulas subaquáticas para construir suas próprias bases navais de proporções Atlantes!

Scorched Earth é uma DLC paga do pacote de expansão para ARK: Survival Evolved. Foi lançado em 1 de setembro de 2016 para a versão para PC da ARK e para a Xbox One no preço inicial de US $ 19,99. Foi lançado no PS4 em 6 de dezembro pelo mesmo preço. E adicionou 11 novas criaturas, mais de 50 novos itens, um novo chefe e um novo mapa.

Criaturas domadas e itens recebidos podem ser trazidos para a ilha de inicial e usado por pessoas com e sem a expansão. Os itens do DLC também podem ser gerados manualmente se você não possui o pacote de expansão. Duas das criaturas novas têm variações múltiplas, como o Jugbug (água e óleo) e o Wyvern (fogo, relâmpago e veneno).

Primitive Plus

Primitive Plus (ou primitive +) é uma DLC oficial gratuita e um Total Conversion para ARK: Survival Evolved . Foi inicialmente apresentado ao Steam Workshop pelo usuário Vapor complexminded antes de ser lançado oficialmente em 28 de julho de 2016 para a versão PC de ARK.

Primitive Plus melhora a jogabilidade de servidores primitivos, adicionando novas mecânicas de jogo e mais de 100 itens costume primitivos e seus engramas . Os jogadores são desafiados a usar principalmente madeira e pedra sem o benefício de metais avançados. Os itens e os mecânicos focalizam os jogadores na sobrevivência “primitiva”.

Entre os novos itens estão três novos níveis de construção (adobe, madeira, tijolo e cimento), bem como novos recursos, itens alimentares, armas, armadilhas, crafting estações e estruturas decorativas.

Tribos

Tribos muitas vezes caem em mais de uma das categorias abaixo, mas eles tendem a se concentrar em um aspecto primário do jogo.

PVE Tribe – Este tipo de tribo concentra-se em atividades que não envolvem outros jogadores / Tribos de uma forma hostil. Essas tribos podem se concentrar em chefes do jogo final, como Broodmother Lysrix e domar dinos raras.

PVP Tribe – Tribos PVP concentrar em atacar tribos rivais, formando alianças e envolver outros jogadores em combate.

RP Tribe – Um RP Tribo centra-se na interpretação e conversar normalmente será em caracteres. Os membros da tribo são incentivados a se comportar como seu personagem.

Matar ou morrer

Como todo multiplayer de sobrevivência, Ark: Survival Evolved traz fórmula que pode ser tanto frustrante quanto divertida. O título coloca o jogador no papel de um sobrevivente, sem roupas ou armas, na ilha repleta de praias, florestas, tribos, construções aliens e dinossauros colossais, uns mais amigáveis que outros.

Durante suas tentativas de não sucumbir aos perigos da ilha, é possível coletar materiais, construir ferramentas e armas, montar acampamento e até mesmo domar animais para usar em colheitas, lutas e transporte. Tudo depende de como você administra seu tempo, recursos e encontros entre animais e dinossauros no mapa. No geral, o game possui mecânica simples, bem divertida e repleta de possibilidades estratégicas.

No entanto, nada disso é novo ou revolucionário. As mecânicas de combate e construção são muito parecidas com as de DayZ e H1Z1. Ou seja, o jogador coleta, constrói, luta e repete a mesma sequência de várias formas diferentes. Não há morte permanente, mas o personagem sempre perde todos os itens e deve começar do zero novamente.

Ainda assim, a receita dos multiplayers online continua acertando em termos de diversão e Ark: Survival Evolved não é exceção. Domar dinossauros enormes e entrar em disputas de tribos é muito divertido, principalmente ao lidar com circunstâncias imprevisíveis que podem acontecer nas diferentes regiões do mapa. Além disso, os comandos são fáceis de aprender e os combates acontecem a um clique do mouse.

Sobrevivendo entre gigantes

Ao começar um novo jogo, Ark: Survival Evolved possibiliza a personalização de um sobrevivente homem ou mulher e a escolha de uma região da ilha para começar. Dependendo do local de início, você encontrará outros jogadores, dinossauros, criaturas raras e extintas, além dos diferentes efeitos climáticos que o game pode oferecer.

Para quem está familiarizado com jogos de sobrevivência, Ark tem mais do que uma ou duas semelhanças com DayZ. Os sistemas de combate, efeitos climáticos, fome, sede e danos também estão presentes no game. Ou seja, o personagem precisa manter o corpo e mente saudável para não morrer por status negativos como envenenamento, desidratação ou hemorragia. É necessário guardar recursos e comida para comer e se hidratar, seja por meio de caça ou exploração de árvores.

Como?

No menu, você encontra informações essenciais do personagem, como pontos de estamina, vida, entre outros. A cada ação – caçar, matar ou coletar – ele ganha experiência. Essa pontuação avança o nível do sobrevivente, o que garante engrams para comprar novas receitas de construção mais avançadas, como armas melhores ou casas. Mas alcançar essas receitas demanda um certo tempo, ou seja, sobreviver acaba se tornando uma tarefa mais difícil se o seu nível for baixo.

O que nos leva ao combate de Ark, no qual o jogador ganha a maioria dos pontos de experiência. Ele é divertido, porém, não parece ser o sistema ideal. Ao usar armas, como machados ou marretas, as lutas podem parecer um pouco desajeitadas em primeira pessoa. Basta mirar e clicar repetidas vezes com o mouse para desferir vários golpes. Não há nada muito novo ou diferente disto, o que deixa o combate tedioso.

Já o sistema de construção é simples e fácil de entender. Pegue os materiais necessários, clique no item e ele estará pronto. Mas a simplicidade só fica no processo de criação, já que o game traz uma lista extensa de itens que podem ser fabricados pelo personagem. Criar é uma das partes mais divertidas de Ark, principalmente na hora de inventar armas novas e melhoradas para matar dinossauros e outros jogadores.

Gráficos

Em termos gráficos, Ark: Survival Evolved realmente impressiona. Os cenários são belíssimos, detalhados e muito reais. Os efeitos de movimento, água e clima são bem caprichados até mesmo nas opções gráficas mais baixas. Cavernas secretas, estruturas alienígenas e todas as áreas exploráveis do mapa são quase um espetáculo à parte. O único problema na hora de apreciar essas paisagens é a otimização do jogo.

Não há como negar que Ark é um game pesado, tanto em tamanho quanto em requisitos. As telas de carregamento são demoradas e o jogo apresenta problemas de renderização, texturas que demoram a carregar e alguns bugs na hora de mostrar os animais no mapa. A boa notícia é que o game ainda está em acesso antecipado, ou seja, todos esses pontos negativos ainda podem ser corrigidos com a ajuda dos próprios jogadores.

Por fim

Para um título que ainda está em acesso antecipado, Ark: Survival Evolved tem muito a oferecer para os fãs dos jogos de sobrevivência O título é muito divertido, impressiona com gráficos belíssimos e se mantém fiel à fórmula dos multiplayers online, como H1Z1 e DayZ, só que com dinossauros e animais extintos. Mas ao mesmo tempo, ele não apresenta nada de novo ou revolucionário em termos de mecânicas e jogabilidade, o que pesa negativamente para quem procura algo inovador. No geral, Ark é uma aventura reciclada que acertou em cheio e tem tudo para ser melhorada com o tempo.

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Referências:

Tectudo, Wikipedia, Critical Hits.