The Surge 2

The Surge 2 é um jogo de RPG de ação desenvolvido pela Deck13 Interactive e publicado pela Focus Home Interactive para Microsoft Windows, PlayStation 4 e Xbox One. É a sequela de The Surge de 2017.

Gameplay 

The Surge 2 é um jogo de role-playing de ação jogado de uma perspectiva de terceira pessoa. O jogo apresenta um criador de personagem que permite aos jogadores personalizar as aparências e o sexo do avatar do jogador. Os jogadores podem utilizar uma variedade de armas brancas para derrotar os inimigos, cujos membros podem ser alvejados e removidos individualmente. Os jogadores também podem evitar e desviar de ataques, o que exige que os jogadores angulem adequadamente suas armas equipadas. Drones de combatee consumíveis como bio-sensores também podem ser implantados. Quando os jogadores matam ou desmembram seus oponentes, eles podem coletar e equipar as armas, aprimoramentos de armadura ou tecnologia deixados por eles. A cidade de Jericó, o cenário do jogo, oferece caminhos alternativos que os jogadores podem explorar livremente. No jogo, os jogadores encontrarão diferentes personagens não jogáveis e terão que fazer escolhas diferentes que afetarão o mundo e a história do jogo. Os jogadores também podem deixar mensagens de graffiti no mundo do jogo para outros jogadores verem.

Use o drone de combate

Logo de cara, o segundo jogo da série introduz um recurso muito bem-vindo: o drone de combate. Com ele, é possível atirar nos inimigos de longe, sem tanto alarde, o que garante uma boa dose de estratégia e concede uma liberdade maior na hora de formular a melhor abordagem.

Mantenha o estoque de omnicélulas (a munição do game) sempre cheio e priorize o uso do robô para quando houver um grande número de criaturas num mesmo ambiente. Assim você se mantém longe de ataques corpo a corpo, por exemplo, e ganha tempo com uma distração para recuperar a barra de saúde. Definitivamente, o drone é o grande salvador em momentos críticos.

O Contra-ataque faz a diferença

Uma das grandes novidades de The Surge 2 é a sua dinâmica de parry, que consiste em revidar ataques rivais com investidas fulminantes. Embora o contra-ataque seja um tanto arriscado e tenha uma lenta curva de aprendizado, você certamente ficará em vantagem na batalha ao conseguir executá-lo com maestria.

Se você estiver jogando no controle, seja de PS4 ou Xbox One, pressione o botão de bloqueio e utilize o analógico direito para manipular a arma em posição de defesa. Para realizar um contra-ataque devastador, é preciso posicionar o armamento do personagem no mesmo ângulo de ataque do adversário, no tempo certo. Saiba que o jogo não permite aparar ataques de qualquer inimigo, então é importante saber com quem você está lidando antes de se arriscar.

Desmembre inimigos

Assim como no jogo anterior, o sistema de personalização é todo baseado na mecânica de desmembrar inimigos. Você pode focar em diferentes partes do corpo e utilizar golpes de finalização para decepar o componente desejado e obter matéria-prima. Corte a cabeça do alvo, por exemplo, e ganhe peças para criar novas proteções de cabeça.

Caso você queira aprimorar uma arma, o ideal é focar no braço do inimigo que esteja munido com o equipamento almejado para cortá-lo. Fique atento também às partes das criaturas robóticas, já que há uma grande chance de o loot conceder implantes extras.

Implantes são essenciais para sobreviver

Os implantes são itens equipáveis que servem para complementar e conceder efeitos especiais ao traje. Conforme o personagem sobe de nível, novos espaços de implantes são desbloqueados e podem ser gerenciados em campo, eliminando a dependência de um Medcentro.

Alguns implantes consomem potência de núcleo – a barra em azul alocada no centro da tela -, portanto fique de olho nela para não gastar o estoque todo de uma vez. Lembre-se de que os implantes também podem ser aprimorados para aumentar a quantidade de pré-cargas – o item que restaura vida – a serem feitas durante os embates.

Morreu? Corra para recuperar a sucata

Como é de praxe nos jogos inspirados na fórmula masoquista de Dark Souls, o personagem deixa seus recursos no local da morte depois de ser derrubado pelo oponente. Em The Surge 2, a situação é mais crítica, já que há um cronômetro para indicar o tempo que o jogador tem de resgatar a sucata até que ela expire para sempre. Quando você morrer, preste atenção ao contador e corra ao local da morte para não perder nada.

O Medcentro é o seu local seguro

Os Medcentros funcionam como as fogueiras de Dark Souls, ou seja, são locais seguros onde é possível salvar o progresso, subir de nível, criar e melhorar itens e equipamentos. Tenha em mente que, ao morrer, o personagem vai ressurgir no último Medcentro encontrado, então considere procurá-los o quanto antes assim que uma nova área for descoberta.

Evolua o personagem

Se você não quer sofrer mais que o necessário com a dificuldade acima da média, certifique-se de evoluir seus atributos nas estações de Medcentro, no módulo do núcleo de energia. Obtenha pontos de módulo ao coletar sucata de inimigos abatidos para distribuir entre as três opções disponíveis: vida, vigor e bateria.

Todos os atributos são igualmente valiosos no decorrer da jornada, mas o vigor deve ser prioridade na lista de quem está começando a desbravar o game agora. A saúde aumenta a barra de vida, enquanto o vigor possibilita um número maior de ações durante as batalhas, significa ter mais resistência. Por outro lado, fortalecer a eficiência da bateria eleva a reposição de vida a cada uso de injeção – algo que não é tão relevante no início tendo em vista o modesto nível e poder de ataque dos inimigos.

Faça upgrades

Em comparação ao jogo anterior, pouca coisa mudou no sistema de upgrades de itens. A mecânica de montagem funciona de forma bastante simples: use sucata e componentes para subir o nível de armas e armaduras. Todas os itens são criados inicialmente no Grau I (GQ I) e recebem novos atributos e status à medida que são melhorados no Medcentro.

Procure acompanhar o progresso das armas pelo menu de pausa para saber se algum de seus equipamentos já pode ser evoluído com as peças obtidas. É realmente difícil sobreviver às ameaças da cidade de Jericho e progredir na história sem desbloquear o potencial total dos equipamentos, então concentre-se em evoluir todos os encaixes.

Busque vingança e seja recompensado

Se você estiver online e conectado ao servidor do jogo, saiba que é possível vingar a morte de outros jogadores reais para ganhar bônus de sucata e peças extras de montagem. O oponente passível de revanche possui um ícone de caveira alocado em sua barra de vida, como um indicador, sendo facilmente detectável. Ao avistá-lo, não hesite em iniciar o confronto, pois a recompensa que será concedida vale o desafio.

Um boa (e intrigante) história

“The Surge 2” não deixa o jogador às escuras quando o assunto é a sua história. De cara você fica sabendo que encarna um sobrevivente de um acidente de avião que foi parar na cidade de Jericho. Para deixar as coisas mais legais, o jogo permite que você defina aparência, gênero e história do personagem.

A cidade, em si, encontra-se em convulsão social depois dos acontecimentos do primeiro game. Breve resumo com spoilers: um enxame de nanorobôs criados para recuperar o equilíbrio ecológico da Terra foi liberado na atmosfera acabou se tornando uma doença capaz de deixar os usuários de implantes mecânicos – muita gente, no mundo do jogo – e máquinas completamente fora de controle.

No decorrer do game, além de receber pílulas de tudo o que ocorreu por meio de arquivos de áudio, o jogador também tem acesso a missões paralelas que expandem a trama.

O resultado é que, em vez de ter uma narrativa misteriosa, “The Surge 2” traz uma história palpável e que mantém o jogador interessado, especialmente quando colocado diante de algumas reviravoltas que dão diferentes propósitos à jornada.

O mapa do jogo, que concentra a ação em poucas localidades, mas com diversas áreas e atalhos a serem localizados, também evita que os jogadores fiquem perdidos tentando descobrir onde ir.

Sistemas de jogo que funcionam

“The Surge 2” não se afasta de suas origens quando falamos de sistema básico de jogo. Temos as tradicionais barras de saúde e vigor, bem como o sistema de “alto risco, alta recompensa”: andar por aí carregando uma grande quantidade de sucata (que é a moeda do jogo, usada para evoluir o personagem, armas e aprimoramentos e também comprar determinados itens) garante recompensas melhores ao matar inimigos. Se você for derrotado, porém, terá um tempo limitado para retornar ao local e reaver seus itens.

Isso abre uma possibilidade estratégica, uma vez que quando você está perto do seu local de morte, sua barra de saúde se regenera. E, uma vez que você coleta a sucata perdida, você recupera totalmente sua saúde. Sendo assim, morrer para aquele chefão complicado pode ser a saída para ter um ponto de recuperação de saúde no meio da luta e tornar o embate mais favorável.

Já quem é avesso a riscos pode armazenar sua sucata em um dos med-centros, que estão para “The Surge 2” como as fogueiras estão para “Dark Souls”.

Além disso, conforme você ataca os inimigos e dá parry nos ataques, você acumula cargas de bateria. Essas cargas servem não apenas para você usar um item recarregável que recupera sua saúde, mas também permite que você use o sistema mais atrativo do game: as execuções.

Funciona assim: conforme você trava o alvo em um inimigo, é possível escolher qual parte do corpo irá atacar. São seis delas, sendo braços, pernas, corpo e cabeça. Uma vez que cada uma delas recebe dano suficiente, é possível usar uma carga de bateria para decepar a parte escolhida.

Além de finalizar os oponentes instantaneamente, esse “fatality” também permite que você adquira as armas dos inimigos, bem como esquemas de suas armaduras para que você as construa posteriormente.

Por fim, há mais dois elementos. Os implantes, que são uma espécie de “perks” que dão características específicas ao personagem – como recuperar saúde após uma finalização – e o drone, que acumula modos de operação distintos.

Dar prioridade à Vida, Vigor e Eficiência da Bateria

Isto é mais uma opinião pessoal. Na prática, não sei se é o melhor, mas foi o que fiz e resultou até ao momento. Inicialmente, investi a minha sucata sempre na Vida e Vigor e um pouco menos na Eficiência da Bateria. Só passado algumas vezes de ter evoluído estes aspetos, é que comecei a melhorar equipamentos. Fica ao vosso critério, mas acho mais importante ter mais vida e poder atacar mais vezes, mesmo que os ataques sejam mais fracos ou tenhamos menos defesa.

Matar inimigos com caveira na cabeça

Existem inimigos no terreno, os quais até já podem ter morto anteriormente, mas agora têm uma caveira vermelha sob as suas cabeças. Isto significa que esse inimigo matou um jogador humano. Ao derrotar este inimigo, irão obter materiais para criar equipamentos ou fazer melhoramentos. Sempre que os avistarem, não hesitem em defrontá-los.

Levar sucata para as lutas com bosses

Por norma, noutros jogos do género, todos tentamos ir sem qualquer tipo de sucata (almas/ecos de sangue) para as batalhas com os bosses. Porém, The Surge 2 muda um isso e é aconselhado a terem um pouco de sucata convosco. Ao morrer em combate com um boss, a vossa sucata estará lá à espera para ser recuperada, mas com a particularidade que também recuperam vida. Ou seja, o ideal é deixar a sucata no campo durante um bocado e quando já tiverem pouca vida, aproximem-se para a apanhar e ganhar uma barra de vida cheia novamente.

Enfrentar bosses com Eficiência da Bateria no máximo

Ainda no seguimento das batalhas com os bosses, é altamente aconselhável entrar em combate com os mesmos com a vossa barra da Eficiência da Bateria algo preenchida. Isto irá permitir que possam usar essa energia para recuperar vida. Para tal precisam ter ativos os implantes “Regenerador Celular” e “Circuito Medivoltaico”.

Seja Agressivo!

Em The Surge 2, você pode se curar com seu estoque de energia e cargas apenas de energia quando atacar com sucesso um inimigo. O ataque é a melhor defesa! Tente gerar o máximo de energia possível para se manter melhor.

Abandone o implante de auto-recuperação

Também ajuda a abandonar o implante inútil Auto-Heal. Este implante cura automaticamente quando você está prestes a morrer. Pode parecer útil, mas na verdade você não vai adiantar nada se for um veterano do Dark Souls. Livre-se dele e encaixe-o em um implante diferente o mais rápido possível.

Cuidado com as desvantagens da engrenagem da classe Golias

Equipar o equipamento com a maior defesa pode parecer uma ótima idéia, mas você também encontrará sérias desvantagens. O equipamento da classe Golias, que é o mais pesado e oferece a maior defesa, geralmente concede uma penalidade de resistência ou torna seus ataques mais lentos. Alguns até diminuem a quantidade de energia que você gera por ataque. É melhor ficar com uma armadura mais leve para evitar ataques, em vez de absorver mais danos.

Se você é iniciante, tente usar a lança

Lanças são uma classe de arma que é bastante ideal para iniciantes. Eles são rápidos em atacar, têm bom alcance em seus inimigos, e existem algumas lanças incríveis para encontrar, mesmo no início do jogo. Caso contrário, você vai querer usar armas rápidas, como as Lâminas de 1 Mão ou Punhais. Quanto mais rápido você puder atacar, mais fácil poderá escapar de situações ruins.

Aprenda quando desencadear ataques cobrados

Ataques cobrados são movimentos poderosos que todas as armas podem desencadear. Eles levam um momento para carregar (naturalmente), mas o dano extra que eles fazem vale a pena esperar. O truque da maioria dos encontros é apenas encontrar uma boa oportunidade para desencadear um ataque carregado, eles também são ótimos em quebrar armaduras. Uma vez que a armadura é destruída em um inimigo, o resto da luta pode ser trivial.

Troque armas constantemente – você as encontrará em todos os lugares

Ao contrário de Dark Souls, onde você pode ficar com a mesma arma por muito tempo, The Surge 2 incentiva você a trocar. Algumas armas são simplesmente melhores do que outras. Abandone as armas antigas e adote as novas.

Explorar as fraquezas dos inimigos para facilitar a vida

Muitos inimigos têm fraquezas únicas que você pode explorar e trata-se de qual parte do corpo você ataca. Por exemplo, quando você chega ao Jardim e precisa lidar com os robôs aqui, pode atacar uma variedade de diferentes partes do corpo para enfraquecê-los. Atirar na cabeça deles com o seu drone interromperá o ataque a laser. Atacar suas pernas pode imobilizá-las completamente.

Explorar, Explorar, Explorar

Cada área é um labirinto de passagens e corredores e é importante explorar todos os cantos e recantos que puder. Você pode abrir muitos atalhos que facilitam muito as viagens futuras por essas áreas. E há itens, armas e implantes que você não vai querer perder.

Há onde melhorar

Mas “The Surge 2” também traz alguns tropeços. Um deles, ao menos na versão de avaliação, diz respeito ao desempenho do game em si.

Jogando no Xbox One X, por diversas vezes enfrentei quedas bruscas no FPS, mesmo com o jogo no modo “desempenho” (que sacrifica parte da qualidade gráfica em prol de manter os quadros estáveis).

Nenhuma dessas quedas ocorreu durante combates (felizmente), mas sim enquanto eu explorava os cenários. Considerando que esse é o tipo de falha que mais me irrita em um game, passei muito perto de perder a paciência.

Outro ponto a ser melhorado é a variedade de chefões. É curioso que o jogo comece com um boss inovador, com mecânicas específicas – que são bastante satisfatórias quando descobertas pela primeira vez -, mas acabe perdendo parte desse fôlego conforme progride, apostando mais no tamanho e na dificuldade da encrenca do que em fazer o jogador usar o cérebro.

Esses erros, no entanto, não apagam o avanço que “The Surge 2” representa em relação ao seu antecessor. Inclusive, fica aqui a dica: se você quiser se aventurar na franquia, pode ignorar o primeiro jogo e partir de cara para esse, já que a história é bem contextualizada e o game, em si, é muito melhor.

Referências:

Huf Games, The Pixel Glitch, Uol, techtudo, wikipedia.

Team Sonic Racing

Team Sonic Racing é um jogo de corridas de kart de 2019 e um spin-off da série Sega Sonic the Hedgehog. Controlando um dos 15 personagens do elenco da série, os jogadores competem em corridas usando carros esportivos. Eles veem a jogabilidade de uma perspectiva de terceira pessoa enquanto executam truques, desviam e colecionam power-ups.

O Team Sonic Racing difere dos corredores de kart tradicionais por causa de seu foco na jogabilidade cooperativa, semelhante ao apresentado em Splatoon (2015) e Overwatch (2016) – os jogadores fazem parte de uma equipe de corredores e vencem corridas através da eficiência, e não da velocidade. Os modos de jogo incluem competir para ganhar pontos , contra-relógios , personalizar as regras de corrida e uma campanha de tutorial orientada por histórias.

A Sumo Digital, que já havia trabalhado com Sonic & Sega All-Stars Racing (2010) e Sonic & All-Stars Racing Transformed (2012), desenvolveu o Team Sonic Racing. O chefe da Sonic Team, Takashi Iizuka, concebeu a jogabilidade cooperativa, e a Sumo Digital usou o Sonic Heroes (2003) baseado em equipe como ponto de referência. Ao contrário dos jogos de corrida anteriores da Sumo Digital, o Team Sonic Racing apresenta apenas personagens Sonic, pois a equipe queria expandir o mundo e a lista de personagens da série. Eles tiveram como objetivo destacar o jogo em comparação com outros jogos de corrida e o desenvolveram usando uma versão modificada do All-Stars motor de jogo. O músico Jun Senoue , que não havia contribuído para um grande jogo do Sonic desde Generations (2011), compôs a trilha sonora.

A existência do Team Sonic Racing veio à tona quando um memorando da Sumo Digital vazou em janeiro de 2018, com a Sega confirmando em maio seguinte. Sua campanha de marketing incluiu participações em feiras, uma história em quadrinhos da IDW Publishing e uma série de animação em duas partes. O jogo foi lançado em 21 de maio de 2019 para o Nintendo Switch, PlayStation 4, Xbox One e Windows. Uma versão simplificada para iOS desenvolvida pela Hardlight, Sonic Racing, foi lançada em 19 de setembro de 2019 via Apple Arcade. O Team Sonic Racing recebeu críticas mistas dos críticos, que elogiaram a jogabilidade em equipe, os designs das faixas e a música, mas criticaram o modo da história e a dublagem.

Gameplay 

Team Sonic Racing é um jogo de corrida de kart com tema Sonic the Hedgehog, com modos single-player e multiplayer . Depois de selecionar um dos 15 personagens do elenco da série , [a] os jogadores participam de corridas usando carros esportivos em cursos tematicamente baseados nas localizações da franquia. Existem três tipos de classes de corrida: velocidade, técnica e potência. Cada tipo tem suas próprias habilidades únicas; por exemplo, corredores técnicos como o Tails podem dirigir sobre superfícies ásperas como grama sem diminuir a velocidade. O jogador vê a jogabilidade de umperspectiva de terceira pessoa e passa por cima dos painéis para aumentar a velocidade, executar truques no ar e desviar para fazer curvas fechadas. Poderes chamados Wisps podem ser coletados de caixas com “?” marca e concede aos jogadores vantagens ofensivas e defensivas temporárias. 

A jogabilidade difere dos jogos de corrida tradicionais por causa de seu foco na jogabilidade cooperativa : o jogador faz parte de uma equipe de corredores e eles devem trabalhar juntos. Embora cada jogador de uma equipe ainda assuma o controle de um único corredor, eles também devem prestar atenção ao desempenho dos colegas de equipe e compartilhar power-ups. Em vez de vencer as corridas simplesmente terminando primeiro, as equipes ganham pontos com base em como eles trabalharam juntos. Assim, a equipe mais eficiente vence. Quatro equipes de três competem, totalizando doze pilotos por vez. Qualquer personagem pode estar em um time; o jogador também tem a opção de cada companheiro de equipe ser o mesmo personagem. Trabalhar em conjunto faz com que um medidor “Ultimate” seja preenchido. Quando cheio, ele pode ser ativado para obter uma explosão temporária de velocidade. A duração do medidor pode ser estendida batendo nos pilotos concorrentes.

Existem 21 faixas no total, incluindo algumas voltando da Sonic & Sega All-Stars Racing (2010) e Sonic & All-Stars Racing Transformed (2012), cada uma dividida em sete zonas e com base nas localizações dos principais jogos da Sonic . Team Sonic Racing apresenta uma variedade de modos de jogo , incluindo o Grand Prix, no qual os jogadores competem para ganhar pontos ; Contra-relógio , no qual os jogadores competem pelo tempo mais rápido possível; e Exposição, na qual os jogadores podem personalizar as regras de corrida. Um modo, “Team Adventure”, é baseado em histórias campanha que também inclui um tutorial , além de uma história original explicando por que os personagens estão competindo. É dividido em capítulos e os jogadores devem completar missões como coletar o maior número possível de anéis. Ao contrário do jogo principal, as equipes do Team Adventure são predeterminadas. Progredir no Team Adventure desbloqueia extras que podem ser usados ​​nos outros modos.

Os jogadores podem personalizar seus veículos, com novas peças desbloqueadas à medida que progridem no jogo. As opções de personalização podem ser adquiridas usando a moeda do jogo chamada Mod Pods, que são ganhos pela competição em corridas. As peças modificam o manuseio, o aumento, a aceleração, a defesa e a velocidade máxima dos carros, e os jogadores também podem fazer mudanças estéticas, como trabalhos de pintura e buzinas. O jogo suporta multiplayer local para quatro jogadores, até doze online, e até três no Team Adventure.

Entenda os tipos de personagens

Há 15 pilotos diferentes em Team Sonic Racing, e eles estão divididos entre três classes distintas: Velocidade, Técnica e Poder. Velocidade, como o nome indica, são os mais rápidos, mas possuem baixa defesa. Técnica são os pilotos mais fáceis de pilotar e fazem boas curvas, mas não são rápidos. Por fim, Poder possui a maior defesa e boost, mas acelera devagar demais e sua direção é mais truncada.

Os personagens de velocidade são Sonic, Amy, Blaze, Shadow e Metal Sonic. Os pilotos de Técnica são Tails, Chao, Silver, Rouge e Doutor Eggman. Os mascotes de Poder são Knuckles, Big, Vector, Omega e Zavok. Experimente correr com todos eles até descobrir qual herói casa melhor com o seu estilo de jogo.

Use os poderes dos Wisps

Os alienígenas, que apareceram pela primeira vez em Sonic Colors, retornam para Team Sonic Racing como power-ups que podem ser coletados durante as corridas. Cada cor de Wisp garante um poder diferente, então memorize todos eles. O Wisp branco garante um boost de velocidade, e o laranja é um projétil que pode ser disparado para frente e para trás.

O Wisp preto pode ser arremessado para explodir os rivais, enquanto o verde o torna invulnerável. O amarelo o transforma em uma furadeira com direção automática em alta velocidade, o vermelho espalha fogo atrás do carro, o rosa coloca espinhos na pista, e o roxo atrai anéis, itens e outros corredores com seu magnetismo.

O Wisp cinza cria pilares que obstruem o caminho do primeiro colocado, o magenta atrapalha a visibilidade dos outros pilotos, o verde claro emite um ataque laser contínuo para frente, o azul cria um bloco gigante que pode ser usado como obstáculo, o vermelho dispara o tiro teleguiado até o carro mais próximo, e o bege manda choques na direção dos carros mais próximos.

Colete os anéis e compre melhorias

Os anéis de Sonic Team Racing funcionam de forma parecida com as moedas da série Mario Kart. Ou seja, quanto mais anéis você pegar, mais irá aumentar a velocidade máxima de seu carro durante a prova. Além disso, os anéis também servem como medida para aumentar sua pontuação nas corridas.

Quanto melhor for sua performance, mais créditos você ganha. E eles podem ser gastos no menu Mod Pods. Use seu dinheiro lá para comprar novas partes para os carros, cores e melhorias em troca de 10 créditos cada. Essa é a melhor forma de deixar seu carro com o estilo que você preferir.

Efeito estilingue

Sonic Team Racing não é focado apenas em vencer corridas, mas sim em garantir que todos os membros do time terminem na melhor posição possível. Para ajudar, o piloto do time que estiver melhor posicionado automaticamente deixará uma trilha para seus aliados, ilustrada por um traçado amarelo.

Passe por cima dessa trilha para acelerar e carregar o medidor do boost estilingue. Assim que sair dele, o carro vai acelerar com a carga acumulada. Se estiver liderando a corrida, tente desenhar um caminho bem simples e linear para ajudar seus aliados a acumulares boost de estilingue.

Troca de item

A cooperação entre membros da equipe também pode ser usada para trocar itens com seus aliados. Ao coletar qualquer um dos wisps citados anteriormente, você pode enviá-lo para seus aliados com um simples apertar de botão, independente de onde todos estiverem na pista.

No PlayStation, aperte círculo, ou B no controle do Xbox One e A no joycon do Nintendo Switch. Se você não tiver nenhum item em mãos, esse botão serve para enviar um pedido de item para seus aliados. Vale muito a pena enviar para os que estejam em posição pior, já que o melhor time é aquele que tem mais membros nas melhores posições.

Como dar a melhor largada

Para começar suas corridas da melhor forma, preste atenção ao contador no começo de cada partida. Logo após a mensagem Get Ready aparecer na tela, uma contagem regressiva terá início, destacando os números 3, 2 e 1. Cada vez que um dos algarismos aparecer na tela, é preciso apertar o acelerador.

Então a cada número aperte R2 no PlayStation, RB no Xbox ou ZR no Nintendo Switch. Se acertar o timing, seu carro vai ganhar o máximo de boost e passar os outros já na largada. Preste muita atenção e lembre que é preciso apertar o acelerador uma vez a cada número que aparece na tela.

Frear na curva? Use o drift!

Especialmente nas dificuldades mais elevadas, em que a velocidade de todos os corredores é aumentada exponencialmente, é importante saber frear nas curvas para não sair da pista. O melhor meio de fazer isso sem perder posições ou velocidade significante é usando o drift.

Essa técnica permite fazer curvas inteiras com o carro deslizando, como se estivesse puxando o freio de mão. O melhor é que quanto maior for o tempo do drift, maior será o bônus de velocidade que você ganhará no final. Além disso, o drift garante pontos para o time em partidas em grupo e pontos individuais no final da partida, e em breve você vai entender porque isso é importante.

Explore o potencial dos power ups

Existem diversos power ups que podem ser pegos durante uma corrida. Alguns servem para atingir inimigos e deixá-los imóveis por um tempo, enquanto outros garantem aquela velocidade extra que você precisa para ultrapassar os adversários.

Como são muitos deles, o ideal é ir até a parte de dicas no menu e conhecer o que cada um deles fazem. É possível inclusive bloquear ou até mesmo anular o efeito de outro power up usando alguns deles em momentos específicos.

Outra coisa que não se pode esquecer é que dá para utilizar os power ups tanto para frente quanto para trás. Use o retrovisor para ver se alguém está chegando perto ou se algum power up foi disparado contra seu veículo e use os seus meios para se defender ou atacar.

Compre melhorias para os seus corredores

No menu principal também é possível comprar melhorias para os carros dos personagens, o que, além de modificar a estética deles, permite também alterar os seus atributos. Com algumas melhorias você pode transformar aquele piloto com pouca velocidade em um foguete.

Para comprar as melhorias é preciso ganhar créditos. Para isso é preciso terminar corridas. A quantidade de créditos que você ganha depende da sua pontuação final. Por isso é importante abusar do drift, dos power ups e coletar muitos anéis.

Como os itens comprados são aleatórios, o ideal é jogar bastante para conseguir achar aqueles que favorecem o seu personagem favorito.

Algumas melhorias são desbloqueadas no modo história, ao completar os diversos capítulos. Para conseguir os mais raros, é preciso vencer as corridas deste modo completando os desafios, que por sua vez garantem estrelas e chaves.

Antes de cada corrida da aventura você pode ver os desafios e também modificar a dificuldade, que quanto mais difícil, mais pontos gera no final das corridas.

Em time, jogue entrosado

Jogar em time não é apenas correr ao lado de amigos. “Team Sonic Racing” tem diversos sistemas que permitem interagir com os companheiros durante uma partida para que os jogadores se ajudem.

Um deles é a possibilidade de dar itens para os amigos. Isso é muito interessante em situações em que o item que o jogador carrega é inútil, mas poderia ajudar um amigo a ultrapassar alguém do time adversário.

Outro sistema interessante é o estilingue. O companheiro de time que estiver mais bem colocado deixará um rastro amarelo para os outros companheiros de time. Ao percorrer o rastro sem sair dos limites, o jogador ganha uma espécie de energia que é liberada ao sair do rastro, ganhando um bônus incrível de velocidade.

Esses sistemas, quando utilizados, garantem pontos de equipe, que podem preencher uma barra de time e permitir que os jogadores utilizem uma habilidade especial em conjunto. Os jogadores da equipe ganham velocidade máxima e não perdem velocidade por um tempo. Excelente para se recuperar ou ultrapassar o time adversário.

Enviar/Pedir Itens

Os itens que vão apanhando durante a corrida podem ser enviados a um colega de equipa ou, caso não tenham nenhum, também podem pedir. Caso não estejam a precisar, os vossos colegas de equipa podem beneficiar disso.

Três tipos de categorias

Existem 3 tipos de categorias e cada uma é melhor para certos tipos de prova. Tendo isso em conta, verifiquem a corrida seguinte para saber quem devem escolher. As categorias são Velocidade, Técnica e Força.

Acrobacias em pleno salto

Sempre que derem um salto durante as corridas, façam manobras com o analógico direito para ganhar velocidade extra quando aterrarem. Basta carregar para qualquer lado, pois não existe grande ciência envolvida. Podem fazer até três acrobacias de seguida para obter o máximo boost possível.

Mudanças antes das Corridas

É possível mudar as peças do carro antes de cada corrida, de forma a ajustar ao tipo de circuito/evento que vão fazer. A título de exemplo, podem mudar para o carro ter uma maior velocidade ou maior aceleração. Para além disso, também podem aplicar alguns poderes extra que podem ser vantajosos em determinadas corridas/eventos.

Apenas deriva quando você tem espaço aberto

Começar um drift pode parecer lento e complicado, quase como se fosse melhor dirigir em linha reta. Não se mova a menos que você tenha o espaço à sua frente, desvios menores não trazem muita ajuda em fazer curvas apertadas ou ganhar um aumento de velocidade. A deriva ainda é importante, apenas faça com que cada uma seja significativa.

Ande na sua trilha de equipes pelo maior tempo possível

Estilingues são incrivelmente úteis. Toda vez que você estiver perto de um de seus companheiros de equipe, você deve alternar entre dar e tirar estilingues de um para o outro. Quanto mais tempo você ficar colado à trilha de ouro que seu parceiro deixa para trás, mais você irá. Evite as tacadas mais curtas e vá em frente – procure por faíscas no seu kart enquanto estiver montando o caminho até agora, quanto impulso você acumulou. Uma vez que pára de acender, é hora de usar o impulso.

Concentre-se em ganhar tempo nos modos laterais

Modos laterais são provavelmente a coisa mais desafiadora da Team Sonic Racing. Conseguir uma medalha de platina em desafios de ring, bot bust e target smashing é algo que muitos não terão tempo para fazer.

A chave em quase todos esses modos é se concentrar em ganhar tempo extra. A maioria deles, como o desafio de colecionar ou desviar o anel, dá a você mais alguns segundos de tempo para fazer um certo movimento enquanto dirige.

Isso pode estar à deriva enquanto coleciona anéis ou destrói os eggbots. Sempre que você tiver a chance de ganhar mais alguns segundos, mesmo que isso signifique perder alguns anéis ou alvos fáceis, concentre-se nisso. Mais tempo lhe dará mais chances de manter sua raia viva.

Não se preocupe com os anéis perdidos

Os anéis são um grampo da série Sonic e são incrivelmente frustrantes na Team Sonic Racing. Os loops dourados são colocados com moderação ao longo de cada percurso e você acumula uma quantia considerável em cada uma das três voltas. No entanto, se alguma coisa tocar você, incluindo itens inimigos e obstáculos, você perderá tudo em uma única varredura.

Algumas missões têm objetivos paralelos que exigem que você colete mais anéis, mas outras competem ignorar completamente os anéis. Não se preocupe se você perder alguma passagem. Eles vêm e vão facilmente.

Pressione quadrado antes de uma missão para ver a cena

Esta é uma escolha estranha de design. Usando o botão de confirmação normal, X no PS4, neste caso, realmente passa pela cena ao selecionar uma missão. Você precisa acertar o quadrado para ver as cenas, incluindo todas as suas máscaras de arte e voz, antes de começar uma corrida.

Você pode atualizar seu carro antes de cada corrida no menu de carregamento

Embora possa ser mais fácil lidar com a troca de peças de kart na garagem, você também pode fazê-lo antes de cada corrida, selecionando a opção loadout depois de escolher seu personagem. O menu é menor, mas é útil para um rápido ajuste de última hora.

Não se esqueça de usar seus créditos em mod pods

Você ganhará uma boa quantia de créditos conforme avança na campanha. Faça uma pausa toda vez que você ganhar 50 e saia da campanha, selecione a opção mod pod no menu principal e compre alguns pods. Seu resultado é aleatório, como uma máquina de brinquedo, mas cada cápsula comportará um item cosmético, uma peça de carro de alto desempenho ou um bloco de bônus. Eles custam 10 créditos cada, para que você possa estocar logo após o início do modo de história.

Referências:

The Pixel Glitch, GameMe, Uol, techtudo, wikipedia.

Mortal Kombat XI

Mortal Kombat XI é um jogo eletrônico de luta desenvolvido pela NetherRealm Studios e publicado pela Warner Bros. Interactive Entertainment. É a décima primeira edição principal da série de jogos eletrônicos de luta, Mortal Kombat, e uma continuação direta de Mortal Kombat X (2015). Um trailer de anúncio do jogo foi lançado durante o The Game Awards 2018. O jogo foi lançado em 23 de abril de 2019, para Microsoft Windows, Nintendo SwitchPlayStation 4 e Xbox One.

Desenvolvimento

No trailer de lançamento, Raiden (similar ao Raiden Sombrio) é visto lutando contra Scorpion em uma versão destruída do cenário O Pátio de Shang Tsung, original do primeiro título Mortal Kombat. Depois de ser derrotado por Raiden com um Fatality, Scorpion volta a aparecer, desta vez com um traje parecido com os clássicos de 3, e derrota Raiden, finalizando-o também com um Fatality. Durante a luta, Raiden é visto empunhando o bastão, o mesmo que usa durante o modo história de Mortal Kombat X, só que vermelho, enquanto o Scorpion utiliza as suas kunais e uma katana, que agora está na cintura e não mais nas costas. Nos momentos finais do trailer, uma personagem desconhecida é vista olhando para uma ampulheta gigante com o fluxo inverso (a areia sobe ao invés de descer). Anuncia-se também a pré-venda do jogo que garante acesso ao Shao Kahn como um personagem DLC jogável, e para o teste Beta do jogo, que estará disponível em 28 de março.

Mortal Kombat (Franquia)

Mortal Kombat é uma série de jogos criados pelo estúdio de Chicago da Midway Games. Em 2011, depois da falência da Midway, a produção de Mortal Kombat foi adquirida pela Warner Bros, tornando-se em seguida na Netherealm. A Warner detém atualmente os direitos da série.

A produção do primeiro jogo foi baseada na ideia original que Ed Boon e John Tobias tinham em fazer um jogo em que participasse Jean-Claude Van Damme, mas a ideia foi deixada de parte, e em vez disso foi criado Mortal Kombat, um jogo de luta com temas de fantasia e ciência, lançado em Outubro de 1992. O jogo original, gerou muitas sequelas, vários jogos de ação-aventura, filmes (animados e live-action com a sua sequela) e séries de televisão (animadas e live-action). Outra média inclui banda desenhada, jogo de cartas e a Mortal Kombat: Live Tour, um teatro de artes marciais com personagens da série.

A série é conhecida pelos altos níveis de violência sangrenta, incluindo mais notavelmente, as Fatalidades(movimentos finalizadores, que requerem uma sequência de botões e movimentos para serem executadas). As Fatalidades, em parte, levaram à criação da ESRB, o sistema norte-americano que classifica os videojogos. O próprio nome da série também é conhecido por usar a letra “K” em vez da letra “C”, isto para o “C” ter um som mais forte, criando intencionalmente um erro de soletração para a palavra “combat”, assim bem como para outras palavras com o som rígido C para os jogos posteriores da série alem de colocar originalidade ao jogo. Os primeiros jogos são reconhecidos especialmente pelos seus sprites realisticamente digitalizados (os jogos contemporâneos usam sprites desenhados manualmente) e o uso extensivo de troca de palete para criar novos personagens.

Jogabilidade Mortal Kombat XI

Uma história de crise no tempo

Os eventos da história de Mortal Kombat 11 começam logo após o final de Mortal Kombat X. Raiden bagunçou o tempo para impedir Shao Kahn e depois pegou o amuleto de Shinnok, corrompendo-se no processo e decidindo deixar a diplomacia de lado e usar a violência.

Por ele ter alterado o equilíbrio das coisas, a deusa Kronika, guardiã do Tempo, decide pará-lo a qualquer custo, criando alianças com os espectros de Liu Kang e Kitana e com o Shao Kahn vivo no passado. Enquanto isso, um Raiden do passado se une a Kotal Kahn e às versões do presente e passado dos guerreiros de EarthRealm.

Cenários e Kripta

Até a produção desse vídeo, 12 cenários foram revelados, mas especula-se que são 21 no total. Estão incluídas algumas versões modificadas de lugares conhecidos, como as ruínas da ilha de Shang Tsung.

E por falar nele, o feiticeiro estará na Krypta, aquela área com itens desbloqueáveis com créditos in-game, que existe há mais de 17 anos nos jogos da série.

Aprendendo a lutar, e a pensar

Em vez de simplesmente introduzir os conceitos básicos da jogabilidade, como faz a maioria dos jogos de luta, “Mortal Kombat 11” vai além: ensina a usar técnicas especiais de acordo com determinadas situações, explica como criar combos e demonstra até a importância do tempo de frame para cada ação que você pensa em executar. Imagem: Reprodução As dicas são explicadas com tantos detalhes, que você se sente numa sala de aula com um bom professor. Ficou com dúvida ou não está conseguindo reproduzir um movimento? Existe um botão que repete a apresentação quando você quiser. Aprendeu alguns golpes e já consegue executá-los sem erro? Ok, use o que aprendeu agora para derrotar o Sub-Zero. No caso dos combos, o jogo mostra não só as maneiras de iniciar uma sequência, mas também de finalizá-la. O tutorial também explica os contra-ataques ideais para determinados golpes do adversário. E tudo isso seguindo um bom ritmo, sem quebrar a imersão da experiência.

Um novo movimento… Literalmente

Além de renovar a franquia com mais um título, MK11 muda muito do que era visto nos games anteriores. Enquanto MKX favorecia os jogadores mais agressivos, o novo game transforma as batalhas em duelos de espaçamento, deixando de premiar quem souber pressionar melhor seu oponente.
A tradicional corrida não existe mais e os dashes são extremamente situacionais. A movimentação se baseia na básica caminhada, o chamado “footsies”, que consiste em controlar o espaço entre si e o oponente para aproveitar aberturas repentinas.
É claro que é o jogador é quem decidirá utilizar ou não os dashes, mas andar é a melhor opção, já que a primeira alternativa deixa o usuário em uma notável desvantagem.

Combos

Após as primeiras demonstrações de Mortal Kombat 11, muitas reações do público mostraram uma preocupação com os combos dentro do jogo, os apontando como pouco impactantes ou pouco recompensadores.
Pro players que tiveram acesso ao game, norte-americanos no dia 17 de janeiro e brasileiros na última quinta-feira (31), provaram que talvez a coisa não seja bem assim.
Com certo costume à nova jogabilidade e ao ritmo diferenciado de Mortal Kombat 11, muitos combos mostraram ser particularmente poderosos e sequências de golpes ainda podem confundir o oponente. Tudo isso depende, claro, da habilidade e execução dos jogadores, mas também dos recursos apresentados pelo game.

Um jogo sobre decisões

Os novos recursos apresentados em Mortal Kombat misturam diversos artifícios que marcaram presença tanto em jogos da própria franquia como em outros títulos.
A primeira coisa que chama a atenção é, sem dúvida, a remoção da tradicional barra de especial, que foi substituída por medidores defensivos e ofensivos, cada um com seu propósito distinto.
As barras ofensivas lembram as antigas conhecidas dos jogadores, servindo para aprimorar ataques especiais e com certas interações, já as defensivas podem mudar radicalmente o rumo de qualquer partida.
O uso dessas barras de defesa pode estar atrelado a opções de “wake-up”, ou seja, impactando as possibilidades ao levantar de um nocaute, com uma espécie de air scape (mecânica presente em Injustice 2 usada para fugir de combos do inimigo), ou com a criação de armaduras em certas situações.

Além das barras, recursos mais específicos também podem causar muito impacto

Fatal Blow e Krushing Blow. O primeiro veio para substituir o conhecido X-Ray como uma mecânica de virada, mas com suas particularidades. O Fatal Blow está ligado não a medidores, mas à barra de vida dos personagens, disponível a partir do momento em que o lutador ficar com 30% ou menos de energia.
Já o Krushing Blow pode ser associado ao Lethal Hit, mecânica de SoulCalibur VI, que dá novas características a golpes comuns se certos requisitos forem preenchidos com o decorrer da partida.
O detalhe mais importante em relação a esses ataques especiais é: ambos só podem ser utilizados uma vez por luta, o que os torna armas poderosas e fará parte da estratégia dos jogadores decidir quando usá-las.

O que muda nas mecânicas

Quem joga casualmente vai sentir um pouco as diferenças mecânicas de Mortal Kombat 11, mas a galera que joga mais competitivamente vai ver que algumas modificações são bem drásticas. Estas são as principais mudanças: Não existe corrida, mas a velocidade padrão dos lutadores é razoavelmente rápida. Não é possível cancelar seu dash e bloquear imediatamente.

O sistema de medidores foi completamente modificado. Cada jogador agora tem duas barras de ofensa e duas de defesa que começam cheias. Enquanto a ofensa é usada para amplificar o dano, a defesa é usada para interagir com o ambiente, fugir de situações vulneráveis e escapar de combos. Elas se recarregam com o tempo e não por ataques ou defesas que você acerte.

Existe agora o bloqueio perfeito, que quando é feito no tempo correto abre a janela pra um contra-ataque. Ele custa uma barra de ofensa e uma de defesa. Alguns golpes funcionam em pulos curtos, ou seja, um pulo no mesmo lugar seguido de um ataque característico dessa situação. O X-Ray virou um especial de duração mais curta que só acontece em algumas condições, geralmente no final de um combo, que agora se chama Krushing Blow.

25 personagens jogáveis

A lista de personagens é composta por 25 lutadores no lançamento, com alguns outros chegando por DLC no futuro. Para começar, o elenco do Mortal Kombat original que está todo aqui.

Scorpion: Mestre dos Shirai Ryu e Ninja do inferno, é conhecido por jogar sua kunai e dizer “Get over here”. Está na capa de todos os MK há uma década porque é o lutador preferido do diretor.

Sub-Zero: Mestre dos ninjas Lin Kuei, assumiu o codinome do seu irmão que foi morto por Scorpion. Controla o gelo, podendo criar armas com ele ou simplesmente congelar seu oponente.

Raiden: Foi de Deus do Trovão protetor da terra para porra loka que cansou de ser bonzinho, agora que possui o amuleto de Shinnok. Tem poderes elétricos maneiros, agora solta raios vermelhos e vai ter que responder por ter bagunçado o tempo no Mortal Kombat de 2011.

Johnny Cage: Ator de filmes de ação, deixou de ser um completo babaca e amadureceu sendo um dos pilares da resistência durante a invasão de Outworld. Tem golpes com aura esverdeada, usa câmeras, estatuetas e até mímica para arrebentar seu inimigo.

Liu Kang: Monge Shaolin que salvou a Terra vencendo o Mortal Kombat. Morreu por acidente nas mãos de Raiden virando zumbi pela segunda vez, mas está de volta graças a certas peripécias do tempo. Originalmente inspirado em Bruce Lee, tem poderes com fogo, bate fazendo voz fina mas bate forte.

Kano: Traficante de armas do mercado negro, inimigo de anos de Sonya e pode ser irritante. Joga sujo, usa faca, tem olho laser, dá cambalhota mortal e adora mijar por aí.

Sonya Blade: Oficial das forças especiais, foi uma das líderes da resistência durante a invasão de Outworld. Parceira de Jax, ex-mulher de Johnny Cage e mãe de Cassie. Usa braceletes que atiram, agora tem a voz da lutadora de MMA Ronda Rousey e parece ser a que mais foi açoitada pelo tempo.

Aí nós temos ainda outros personagens klássicos:

Kung Lao: Também monge shaolin, meio rebelde e transformado em boneco do mal por Quan Chi depois de ter sido morto pelo encardido do Shao Kahn. Tem um chapéu que funciona como frisbee mortal, se teletransporta e é bem acrobático.

Kabal: Trabalhava com Kano antes de se regenerar e virar policial. Infelizmente, foi queimado por Kintaro, foi morto por Sindel e foi ressuscitado como espectro maligno. Ele tem duas espadas de gancho e a velocidade do Ligeirinho Gonzalez.

Jax Briggs: Oficial das forças especiais que tem seus braços arrancados por Ermac, mas ganha um par de outros cibernéticos que são ainda mais eficientes. Ele é do tipo agarrador, solta alguns projéteis pelo braço e agora tem também uma arma de fogo.

Kitana: Princesa de Outworld, filha de Sindel, enteada de Shao Kahn. Ela morre nas mãos de sua mãe e também se torna uma morta-viva controlada por Quan Chi. Suas armas são leques com lâminas e ela é especialista em ataques aéreos.

Jade: Era guarda-costas de Kitana até ser morta por Sindel. Tem uma conexão no passado com Kotal Kahn, mas agora é um espectro sob as ordens dos espectros de Liu Kang e Kitana. Jade usa um bastão bojutsu, tem poderes de aura verde, invulnerabilidade, teletransporte e trilâminas.

Baraka: Chefe da tribo tarkatan, considerada um povinho ralé em Outworld. Serve a Shao Kahn e tem um belo sorriso. Ele tem lâminas embutidas nos braços e pode jogar projéteis com elas.

Noob Saibot: Era o antigo Sub-Zero, Bi-Han, que foi morto por Scorpion. Agora ele é um ninja espectro que manipula sombras e projeta uma cópia de si mesmo durante a luta. Seu nome é o sobrenome dos criadores de Mortal Kombat ao contrário: Boon e Tobias.

Skarlet: É foi de lenda urbana dos fliperamas a lutadora de verdade em Mortal Kombat. É o primeiro jogo em que ela aparece como personagem do elenco principal, já que era DLC no MK de 2011. Ela trabalha pra Shao Kahn e é uma feiticeira especializada em magia de sangue, transformando o líquido vermelho em armas como espadas, chicotes e lanças.

Alguns dos lutadores de Mortal Kombat X também retornam.

Cassie Cage: É filha de Johnny e Sonya, ela também esteve na resistência contra Outworld. Cassie golpeia num estilo que mistura os ataques aéreos e equipamentos militares da mãe e a sombra verde do pai. Além disso, ela tem um par de pistolas.

Jacqui Briggs: Filha de Jax e colega de Cassie. Tem braceletes poderosos que soltam projéteis, uma roupa cheia de recursos high-tech e uma variedade de golpes de kickboxing.

Kotal Kahn: Atual imperador de Outworld, ele salvou seu mundo do caos, tomando o lugar de Mileena. Agora ele será um aliado de Raiden para tirar Shao Kahn do poder em outra timeline. Kotal tem uma espada, lança projéteis e se transforma numa fera. Ele é pesado e lento, mas muito forte.

Erron Black: É um pistoleiro de Outworld e aliado de Kotal Kahn. Ele luta com duas pistolas, uma espingarda e dinamite. É um dos personagens mais maneiros do último jogo.

D’Vorah: Serviu a Shao Kahn, Kotal Kahn e a Shinnok, sendo uma personagem extremamente traiçoeira e indigna de confiança. D’Vorah é um inseto humanoide com várias habilidades derivadas de criaturas como abelhas e aranhas. 

Tem novos personagens também:

Kollector: Tem seis braços, mas dois deles seguram uma mochila — então não sei se contam. Ele é do time de Outworld e ataca com lâminas curtas e uma lanterna presa a uma corrente.

Cetrion: É uma Deusa Anciã, irmã de Shinnok e filha de Kronika. Ela é extremamente poderosa e luta manipulando elementos de terra, água, fogo e vento.

Geras: Está no time da Kronika e domina as areias do tempo. Com elas ele cria barreiras, se teletransporta, projeta armadilhas e controla o tempo.

Frost: É do mesmo clã Lin Kuei do Sub-Zero e também tem poderes de gelo. Apareceu naqueles jogos de Mortal Kombat dos quais nós não falamos e foi NPC em MK X e agora aparece de novo em formato robótico.

E tem ainda dois personagens já conhecidos que estão disponíveis por DLC.

Shao Kahn: É imperador de Outworld e o vilão mais popular da série. Ele é do tipo mais pesado e lento, mas é estupidamente forte e usa o martelo da fúria. Para jogar com Shao Kahn é preciso fazer a pré-compra do game — ou comprar ele à parte, porque devem vender avulso depois, né?

E, para fechar, Shang Tsung: Que é um feiticeiro que pode se transformar temporariamente em outros lutadores. Ele foi o primeiro boss de Mortal Kombat e volta em MK 11 com sua aparência de velho e com a cara do ator Cary-Hiroyuki Tagawa, que interpretou o personagem.

Personagens Kustomizáveis

Como no último Mortal Kombat, existem três variações padrão para cada personagem que oferecem golpes únicos. Porém MK 11 permite que você crie seu próprio estilo de jogo, combinando ataques em uma variação personalizável.

A customização também envolve outros elementos além da habilidade. São eles Equipamento, Kosméticos e Comportamento da IA.

Finish Him!

Mortal Kombat 11, é claro, traz de volta os movimentos finalizadores que tornaram a série conhecida. Nada foi dito até agora sobre Babalities, Animalities ou meu preferido Friendship, mas os Fatalies sem dúvida estão volta e são pelo menos dois por personagem.

“Konclusão”

Mortal Kombat 11 promete ser um game complexo, que exige treino para os que quiserem aproveitar 100% do que o título tem a oferecer.
Também há um novo sistema que beneficia principalmente os jogadores em desvantagem com pouca energia: o Fatal Blow. Ele pode ser ativado quando a barra de vida atinge menos de 30%, funcionando como uma espécie de golpe especial. Entretanto, caso o jogador erre o movimento, não terá uma outra tentativa naquele mesmo round. Agora também há barras de defesas e ataques posicionadas nos cantos inferiores da tela. Elas esvaziam à medida com que os lutadores utilizam o bloqueio ou ataques em sequência.

Embora Mortal Kombat 11 tenha muitas novidades, a versão apresentada no lançamento do jogo não contava com o novo sistema de evolução de habilidades e troca de equipamentos. Durante uma apresentação do produtor artístico do jogo, Thiago Gomes, foi possível notar que eles influenciarão demais nos personagens, porém, ainda é preciso avaliar isso na prática.

Referências:

Versus, Uol, Wikipedia, Techtudo

Final Fantasy Tactics

É um RPG de estratégia da série Final Fantasy. Foi lançado para o PlayStation em Junho de 1997, e desde então tem sido relançado como os atualizados Final Fantasy Tactics: The War of the Lions Para o PlayStation Portable, iOS e plataformas Android. Foi dirigido por Yasumi Matsuno e produzido por Hironobu Sakaguchi, com Akihiko Yoshida fornecendo os desenhos de personagens e ambos Masaharu Iwatae Hitoshi Sakimoto fornecendo a pontuação. Foi o primeiro jogo de RPG de estratégia da série.

O jogo é ambientado em Ivalice, um reino unificado de sete territórios, que é capturado no meio da Guerra dos Leões travada entre duas facções opostas que disputam o domínio do reino. A história se concentra em Ramza Beoulve, um membro da respeitada Casa Beoulve, que se encontra preso em meio à guerra e mais tarde descobre a verdade por trás de uma trama sinistra por trás dele.

Apresenta batalhas travadas em um mapa dividido em uma grade na qual as unidades podem se mover. A ordem dos termos das unidades é determinada por um sistema tipo “Tempo Ativo”, e as ações só podem ser executadas dentro de um intervalo da posição das unidades. Cada uma das unidades tem uma classe de trabalho que lhes fornece habilidades, mas também podem equipar habilidades de outras tarefas que foram niveladas ou dominadas.

É o primeiro jogo definido no cenário recorrente de Ivalice , que mais tarde foi o cenário da série principal de Final Fantasy XII. Também gerou spinoffs Final Fantasy Tactics Advance e Final Fantasy Tactics A2: Grimório do Rift. Os jogos que acontecem em Ivalice foram posteriormente agrupados na série Ivalice Alliance.

Sinopse 

Ivalice é um reino medieval que sofre os efeitos posteriores da Guerra dos Cinqüenta Anos. Está dividido ao longo das linhas de classe: grandes famílias nobres, como a Casa Beoulve, dominam as massas de camponeses, os senhores governam as províncias como seus feudos pessoais, enquanto a monarquia é enfraquecida pela intriga. O poder real em Ivalice é a Igreja de Glabados , baseada em torno da divindade de Saint Ajora Glabados, com o seu braço militar sendo os Cavaleiros Templários. Usando a manipulação, a igreja está puxando as cordas para criar desordem em Ivalice e para derrotar os poderes seculares.

Dois exércitos independentes, a Ordem do Céu do Norte,liderada pelo Príncipe Larg – irmão da Rainha Louveria – e a Ordem do Céu Meridional, liderada pelo duque Goltanna, são forças rivais. Eles lutam pelo controle da monarquia, esperando tomar o controle do sucessor infantil do Rei Ondoria para usar como fantoche para governar Ivalice. O rei tem dois filhos, sua meia-irmã adotiva adolescente, a princesa Ovelia e o jovem príncipe Orinus.

A princesa, no Mosteiro de Orbonne, é alvo de forças da Ordem do Céu do Sul. Ramza Beoulve, um mercenário sob o ganancioso Goffard Gaffgarion, é contratado para protegê-la, trabalhando com os guarda-costas de Ovelia, liderados por Agrias Oaks. Os mercenários e os guarda-costas derrotam as forças enviadas pelo Céu do Norte, mas a princesa é capturada por Delita Heiral , amiga de infância de Ramza. Quando Ramza vê Delita novamente, ele relembra o tempo que levou ao desaparecimento de Delita e Ramza rejeitou seu nome de família.

História de Final Fantasy Tactics

O reino de Ivalice; para sempre guardados pelos leões gêmeos e pelo sol que brilha sobre eles… Um ano após a derrota da Guerra dos 50 Anos, o Rei morreu de uma doença terminal mais cedo e o príncipe que o sucedeu tinha apenas 2 anos de idade. Isso significava que seu guardião reinaria em seu lugar como rei. O irmão mais velho da rainha, Larg, foi designado como guardião, mas, temendo um reinado opressivo da rainha, o parlamento derrubou o príncipe em potencial. Nomeando em vez disso o primo do rei, o príncipe Goltana, como o guardião. O Príncipe Goltanna e o Príncipe Larg são ambos generais respeitados que se mostraram na Guerra dos 50 Anos. O príncipe Goltana contava com o apoio dos nobres poderosos, mas os nobres e cavaleiros desprivilegiados apoiavam claramente o príncipe Larg. O Leão Negro simboliza o Príncipe Goltana e o Leão Branco simboliza o Príncipe Larg.

Arazlam Durai , um estudioso histórico pesquisando o passado, se depara com os escritos de seus ancestrais, os Durai Papers , que contam a verdade sobre o lendário herói, Delita Heiral. Os jornais sugerem que o verdadeiro herói era um nobre chamado Ramza Beoulve, cujo papel foi perdido para a história.

Ramza, que deixou de lado sua nobreza e se juntou a um grupo de mercenários, chega ao Mosteiro de Orbonne com o resto do grupo, liderado por Goffard Gaffgarion. O mosteiro, onde a princesa Ovelia Atkascha está residindo, é atacado por vários Cavaleiros do Céu do Norte vestidos como Cavaleiros do Céu do Sul, e o grupo de Gaffgarion, contratado para defender a princesa, ajuda a combatê-los.

Durante o ataque, Delita entra e sequestra a princesa. Agrias Oaks, guarda-costas da princesa, junta-se ao grupo de Ramza em caçar Delita. Ramza, que não via Delita há anos e achava que estava morto, fica chocado e não consegue entender suas intenções. Ele pensa nos tempos em que os dois costumavam lutar juntos na Ordem do Céu do Norte.

Gameplay

As batalhas são travadas em um mapa dividido em uma grade onde as unidades podem se mover e as ações só podem ser executadas dentro de um determinado intervalo. Obstáculos, tipos de terreno e elevação criam elementos estratégicos adicionais. Cada unidade recebe um movimento e uma ação por turno. A ordem dos turnos é determinada por um sistema tipo “Tempo Ativo”, o Tempo de Carregamento de uma unidade preenchendo uma barra e decidindo quando eles vão agir. Magias e algumas outras habilidades também têm tempos de cobrança e, uma vez lançadas, irão se apagar quando o tempo de carregamento da habilidade atingir 100.

A chance de sucesso de uma ação é melhor ao atacar um oponente pela retaguarda e é menos provável que tenha sucesso em ataques frontais. Unidades, incluindo as do jogador, recebem os signos do zodíaco , e os pares opostos são especialmente eficazes uns contra os outros. Por exemplo, um macho Peixes e uma fêmea Virgo (como Milleuda) pode infligir danos maciços ao outro, onde, como um homem de Peixes e um homem de Virgem (como Wiegraf) vai lidar muito menos.

Sistema de trabalho

Final Fantasy Tactics usa muitas classes de trabalho clássicas de jogos anteriores de Final Fantasy, embora a localização da versão PlayStation original do jogo tenha perdido parte da tradução. O trabalho do White Mage foi traduzido como Priest e o trabalho do Black Mage como Wizard, por exemplo, mas isso foi alterado para a versão de relançamento.

À medida que cada personagem humano se desenvolve, eles ganham experiência para melhorar seu nível geral . Personagens também ganham pontos de trabalho (JP), que aumentam o nível de emprego. À medida que um personagem ganha mais experiência em vários trabalhos, ele ganha acesso a outros trabalhos mais avançados ou especializados. Alguns trabalhos, como aritmética e mímica , exigem tempo e experiência investidos em vários trabalhos e exigem que o domínio dos outros seja realmente eficaz. Uma vez aprendidas, habilidades e comandos específicos do trabalho podem ser usados ​​mesmo depois que um personagem trocar de trabalho, embora uma penalidade possa ser aplicada. A festa também pode recrutar criaturas como chocobos e vários monstros, e embora eles também subam de nível, eles não ganham empregos ou habilidades.

Dois novos trabalhos genéricos, Onion Knight e Dark Knight , foram adicionados à versão de War of the Lions.

Os nomes dos trabalhos entre parênteses são os nomes originais da versão PlayStation.

Empregos fisicamente orientados

Escudeiro, Cavaleiro, Arqueiro, Monge, Ladrao, Geomante, Dragão (Lancer), Samurai, Ninja e Dançarino.

Trabalhos orientados magicamente

Químico, Mago Branco (Sacerdote), Mago Negro (Mago), Místico (Oracle), Mago do Tempo, Orador (mediador), Invocador, Bardo, Aritmética (Calculadora), Mime, Trabalhos especiais, Escudeiro (Ramza, Delita, Algus), Cavaleiro sagrado, Cavaleiro Caiu (Cavaleiro das Trevas), Clérigo, Maquinista (engenheiro), Astrólogo (astrólogo), Cavaleiro divino, Espada Santo (Espadachim Sagrado) Cavaleiro da Arca (Cavaleiro do Arco), Assassino, Templário (cavaleiro do templo), Dragonkin (Dragoner) e Soldado.

Empregos na Guerra do Lions

Cavaleiro das Trevas e Cavaleiro da cebola.

Multiplayer

Novo recurso adicionado ao The War of the Lions, no qual dois jogadores podem escolher jogar juntos usando o modo Ad Hoc. Os dois modos de jogo disponíveis para o jogador são Melee e Rendezvous . Multiplayer é a única maneira de os jogadores obterem equipamentos exclusivos, como o equipamento Onion. A versão móvel não tem opção multiplayer.

Melee apresenta dois jogadores enfrentando uns aos outros e pode ser acessado selecionando “Melee” em uma taberna. O jogador pode então escolher hospedar ou participar de uma batalha. Se o jogador organizar uma batalha, ele será solicitado a escolher regras para ele. As regras incluem a seleção do mapa (apenas os locais que o jogador visitou podem ser escolhidos), limite de tempo, limite de ação, se os controles especiais devem estar ativados ou desativados, posicionamento de armadilhas, número de armadilhas e se as Aritméticas devem ser permitidas ou não. Depois de definir as regras, a batalha começará e continuará como uma batalha normal.

Se controles especiais estiverem habilitados, haverá certas situações que diferem da batalha normal. O jogador pode repelir um oponente pressionando, antes de acertar um ataque, e se a probabilidade de acertar um oponente com o comando de ataque estiver próxima de 50%, os dois jogadores bloquearão armas. Quando isso acontece, ambos os jogadores devem tocar o máximo que puderem, e o jogador que ganhar a mão seguirá com um ataque. Se o jogador cair em uma armadilha, ele poderá desarmá-lo pressionando uma série de botões. Após a batalha, o jogador pode escolher o tesouro com base em seu desempenho e seus personagens irão manter o JP, níveis de trabalho e itens obtidos durante a batalha.

O jogo cooperativo pode ser acessado selecionando “Rendezvous” em uma taverna. O jogador então selecionará a missão, que é exclusiva para o jogo cooperativo, que eles querem tentar completar com um parceiro. As batalhas no jogo cooperativo funcionam da mesma maneira que no modo single player. Os jogadores receberão um objetivo e colocarão suas unidades no campo de batalha. Uma missão Rendezvous pode ser tentada quantas vezes o jogador quiser e os personagens do jogador reterão todos os JP, níveis de trabalho e itens obtidos durante a batalha. Se os jogadores atingirem seu objetivo, serão recompensados ​​com um tesouro baseado em seu desempenho.

Personagens 

Abaixo está uma lista de personagens que se tornam membros permanentes do partido baseados na cronologia, a menos que sejam dispensados ​​pelo jogador (exceto Ramza Beoulve).

Ramza Beoulve: o filho mais novo da família nobre Beoulve, Ramza se desilude com a corrupção em Ivalice, guiado por seu forte senso de justiça.

Mustadio Bunansa: Um jovem maquinista de Goug Machine City que se junta à festa depois que Ramza ajuda ele e seu pai.

Agrias Oaks: Um cavaleiro sagrado e guarda-costas para a princesa Ovelia.

Rapha Galthena: Um Skyseer e parte do esquadrão de assassinato de Khamja. Ela é a irmã de Marach.

Marach Galthena: A Netherseer e parte do esquadrão de assassinato de Khamja. Ele é irmão de Rapha.

Conde Cidolfus “Thundergod Cid” Orlandeau: Um espadachim poderoso e bem conhecido. Ele é amigo do pai de Ramza e pai adotivo de Orran.

Meliadoul Tengille: Cavaleiro Divino que viu a verdade sobre os auracitas.

Abaixo está uma lista de personagens que podem se tornar membros permanentes do partido, se o jogador completar batalhas opcionais:

Beowulf Cadmus: Um ex-capitão dos Gryphon Knights of Lionel, ele agora passa seu tempo procurando por sua noiva, Reis Duelar.

Reis Duelar: Noiva de Beowulf Cadmus , encontrada na forma de um Dragão Sagrado.

Constructo 8: Um robô dos tempos de Saint Ajora Glabados.

Byblos: Uma criatura grande que se assemelha a um Reaver.

Cloud Strife: O protagonista de Final Fantasy VII encontra-se perdido em Ivalice.

Nas versões War of the Lions, mais dois personagens são apresentados. Ambos são personagens jogáveis ​​de outros jogos no projeto Ivalice Alliance.

Balthier: Um pirata do céu de Final Fantasy XII.

Luso Clemens: O protagonista de Final Fantasy Tactics A2: Grimório do Rift.

Playlist do Cicatrix jogando Final Fantasy Tactics! Veja esses e outros vídeos em nosso canal do youtube.

Referência:

Final Fantasy Fandom.