Need for Speed: Underground 2

Need For Speed Underground 2 é um jogo de corrida arcade da série Need for Speed, o oitavo jogo da franquia lançado em 2004 pela Electronic Arts (uma versão para Nintendo DS foi lançada em 2005). O jogo traz novos recursos em relação ao anterior, o maior sendo uma cidade virtual para percorrer livremente em busca das corridas e lojas, Modo de Exploração (Free Roam). Além disso, há mais veículos (29), opções de tuning, novos modos de corrida e a adição de alterações climáticas.

História

A história começa quando o protagonista conduz um Nissan Skyline GTR R-34 modificado azul, o mesmo que fora usado para derrotar Eddie em Need for Speed: Underground.

Uma noite, depois de uma corrida, ele recebe um telefonema de um homem que lhe oferece um lugar em sua banda. Ryan concorda. Quando ele dirige para o ponto de encontro, Samantha o chama dizendo que o assunto é quente e que as pessoas querem ver sua estrela e que ele chega em breve. Quando o protagonista chega ao ponto de encontro, um Hummer H2 acende os faróis para cegar Ryan e ele pressiona o pedal do freio completamente, mas ele colide e quebra seu carro. Mais tarde, um homem com uma tatuagem em sua mão (que depois disso, em um fórum revela-se que o cara que estava dentro do SUV é um cara chamado Caleb Kane que naquele momento é o líder supremo de uma organização oculta de corridas de rua chamada Imperial League que reúne os melhores pilotos do mundo, incluindo o próprio Ryan Cooper), abaixa a janela do Hummer H2 e chama a dizer que ele teve que cuidar de um “problema”. Caleb, que depois de ter causado o acidente, assume toda Bayview (uma cidade perto de Rockport) (Need for Speed: Most Wanted).

Seis meses depois do que aconteceu, Ryan Cooper voa para Bayview para derrotar Caleb e recuperar a cidade. No avião, ele encontra uma nota de Samantha (a “instrutora” de NFSU) e as chaves do carro da amiga Rachel Teller (Brooke Burke). Ao pousar, Ryan encontra o Nissan 350Z verde de Rachel.

Então Rachel instrui Ryan e pede-lhe para levar seu carro para a concessionária. De qualquer forma Ryan também pode fazer algumas três corridas opcionais (dois circuitos e um sprint. A segunda corrida de circuito está escondida em um beco) que há no começo.

Em seguida, entre no revendedor e selecione um carro. Depois de comprar um carro, o GPS se auto-localizará para a garagem de Rachel. Após uma cinemática, aparecem corridas, uma de cada jogabilidade, que mostra tutoriais para superá-las. Ao completar todas as corridas, a área de Beacon Hill é desbloqueada. Uma mensagem de Rachel irá informá-lo.

Quando você entra em qualquer corrida depois de desbloquear essa área e ganhar, vários patrocinadores mostrarão suas ofertas de contrato. Você precisará fazer 3 corridas de patrocinadores, 3 corridas de URL (5 em Heigths, 7 em Coal Harbour East e 9 em Coal Harbour West) e completar mais inúmeras corridas, tudo isso para desbloquear toda BayView e ganhar recompensas para vencer Caleb. Tudo isso é repetido até a última área do mapa. A corrida final contra Caleb ocorre no circuito “BayView International” com 5 voltas. Na corrida final, Caleb usa um Pontiac GTO preto.

Tipos de corridas

Nissan 350Z prestes a ultrapassar um Infiniti G35 em um circuito.

Retornantes

Drift: Derrapadas que te dão pontos. O jogo adiciona drifts quando desces montanhas, fazes curvas, nos quais tens de fazer mais pontos que os outros adversários.

Drag: Corrida de arrancada, a marcha do teu carro é manual, obrigatoriamente.

Circuit: Corrida em circuito, com certo número de voltas, dependendo da extensão da pista.

Sprint: Corrida de um ponto da cidade para o outro ponto da cidade.

Novas

Outrun: Rachas no meio da cidade, após convidares o teu oponente. Chega o mais longe que conseguir.

Street X: Corridas com outros a 90 oponentes em circuitos curtos, similares aos do Drift. O objetivo é aplicares técnicas de curva e derrapagem.

Underground Racing League (URL): Corridas em circuitos fechados fora da cidade, seguindo a vitoria.

GUIA ESTRATÉGICO

CIRCUIT RACING

Uma boa dica para o modo circuito, é guardar o máximo de NOS possível para a volta final. Assim, caso precise, você terá um impulso final para a linha de chegada.

Procure utilizar os atalhos, mas não os use sempre. Em algumas corridas, os atalhos são mais longos que as pistas normais, ou possuem curvas estreitas que irão fazer com que sua velocidade seja perdida.

SPRINT RACING

Nas corridas Sprint, certifique-se de permanecer perto às curvas e longe do tráfego, pois isto poderá lhe custar a corrida. Também, não fique acanhado em tirar os seus concorrentes da pista.

Esta dica funcionará em qualquer corrida que permite usar NOS. Assim que a corrida iniciar, durante a contagem regressiva, aperte rapidamente o NOS. Isto dará com que você ganhe alguns Style Points e abasteça seu NOS com algum extra.

DRAG RACING

Quando estiver em uma corrida de Drag contra o computador, veja os movimentos dele durante a corrida se eles estiverem em sua frente. Eles saberão onde estão os obstáculos e o tráfego.

Se estiver em primeiro lugar na corrida de Drag e o adversário logo atrás de você, ele certamente irá querer ultrapassá-lo. Para evitar isso, você deve olhar para trás frequentemente, e se o adversário mudar de pista, feche-o!

Se não conseguir acabar a corrida por explodir o seu motor, tente alterar a barra do Final Drive Ratio perto do Top Speed. (Performance Tuning > Tune settings > Drivetrain).

Para quem utiliza o PC para jogar, se possível, utilize um volante ou joystick, ou qualquer coisa que tenha um controle de acelerador analógico. Isto fará com que se obtenha mudanças perfeitas para a 1ª e 2ª marcha, algo que com certeza fará muita diferença.

Para aqueles que tem problemas com a explosão do motor quando utiliza o NOS, tente o seguinte: Se estiver com o 4º nível de transmissão, faça uma mudança de marcha curta, desta forma, a seta se abaixará no 5º nível. Agora você pode usar o NOS antes de explodir seu motor e continuar queimando o asfalto. Em certa parte do jogo, mais à frente, você irá precisar de um carro com transmissão de 6 marchas para evitar a explosão do motor.

Em uma das corridas de Drag, quando estiver no segundo nível de patrocínio, haverá bastante tráfego, tornando quase impossível a finalização da corrida. Para tal, apenas siga devagar, os outros carros irão trombar e você poderá passar por eles sem problemas.

Quando estiver no modo Quick Race, ou Multiplayer Online, após habilitar todos os aprimoramentos de performance, o melhor caminho para conseguir a vitória é permanecer atrás do primeiro oponente e tentar ficar bem próximo à ele. Assim, você irá ganhar Style Points e consequentemente obter NOS extra para o seu carro. Durante a corrida, a mais ou menos metado ou 3/4 da linha de chegada, acione o NOS ou mantenha-o pressionado até o final.

DRIFT RACING

Escolher o carro certo é essencial quando for se preparar para uma corrida de Drift. As performances dos carros serão diferentes dependendo da tração que o carro utiliza (4×4, Dianteira ou Traseira).

Se você conseguir controlar o seu carro excepcionalmente bem, então vá fazer algumas alterações para perder a dianteira de modo moderado ou então para perder a tração facilmente e na parte traseira, para perder o máximo que conseguir. Faça o teste em alguma pista para ver qual alteração será mais compatível com o seu carro e obter drifts mais facilmente, mas sempre conseguindo manter o controle. Uma outra observação válida vai para o freio de mão, no qual deve ser usado de forma econômica devido ao deslocamento excessivo e redução de velocidade.

Caso esteja usando um carro com tração traseira com bastante potência, mantenha-se a 30 ou 40 km e então acelere tão logo a curva iniciar. Isto será mais efetivo que puxar o freio de mão, mas se quiser manter o movimento, então faça o zigue zague. Esta dica funciona muito bem com o Audi TT e todos os aprimoramentos mais altos instalados. Se estiver com uma alta performance, então você poderá achar difícil de terminar em tempo, mas a pontuação se encarregará de sua vitória.

Se em alguma situação você se encontrar perdendo o controle do seu carro e indo se chocar com a parede ou tráfego, freie o carro com os dois freios ao mesmo tempo e mantenha-os pressionado até ver seus pontos bem guardados. Geralmente os pontos são guardados antes que o carro pare completamente ou bata no muro.

Em corridas de curso aberto, onde tem que se virar pela estrada, você poderá visualizar no seu mapa uma estrada separada que leva à estrada principal com uma conexão. Siga o caminho, deslize ao redor e volte para a estrada principal para conseguir um Insane Drift.

Nas corridas de Drift normais, tente cruzar a linha de chegada por último. Se você cruzar em primeiro, então você estará dando chance aos outros competidores de ganhar alguns pontos a mais, que o irá fazer perdê-lo na pontuação final.

STREET X

Uma dica para as corridas de Street X é certificar-se ce acertar os outros carros para fora da pista. Acerte-os como se estivesse esquivando deles e acerte-os bem no canto de seus carros, fazendo com que eles rodem na pista.

Você pode tirá-los do caminho batendo no canto de seus carros ou pode tentar tomar a parte de dentro curva em cada uma delas. Isto fará com que faça o percurso de modo mais rápido e também previne que os oponentes tentem fazer você rodar.

Para conseguir grandes performances em corridas Street X, faça um ajuste fino na em sua marcha para ajustar a aceleração. Então, todas as barras devem ficar ajustadas para uma ótima aceleração, deixando você sempre à frente dos adversários.

Uma outra maneira é manter seu dedo no freio de mão ao invés de usar os freios convencionais. O freio de mão fará com que a sua velocidade bruscamente e pode fazer com que seu carro vire, enquanto o freio regular irá reduzir a velocidade gradativamente. Use o freio de mão no exato momento do início da curva, se chegar atrasado na curva, não os use.

Então, use os freios convencionais para assegurar a liderança. Isto fará com que a aceleração se mantenha de certo modo. Enquanto estiver no final da primeira virada, pressione o acelerador e os freios convencionais alternadamente e rapidamente. Não deixe a aceleração cair abaixo de 45 mph em qualquer ponto da corrida. Mantenha-se longe do conflito entre os outros carros.

URL RACING

Quando estiver correndo em uma corrida URL, certifique-se de encher o seu NOS o máximo que puder através das manobras, volta mais rápida, liderança e Power Slides (drift), mas sem exageros com o Power Slides. O NOS pode ajudar a chegar em primeiro lugar, criando e mantendo um intervalo. Dependendo da resistência dos oponentes você poderá manter um intervalo de 3 a 4 segundos e se tiver sorte, até mesmo de 12 segundos.

Quando estiver no início, coloque o giro mais alto que puder para conseguir um bom ponto de combustão completa (Burnout). Então mantenha até alcançar entre 500 e 900 pontos, dando NOS o suficiente para as próximas duas voltas se souber usar de forma econômica nas saídas das curvas para ganhar aceleração e grandes retas.

Em algumas corridas URL, há curvas estreitas após uma longa reta. O melhor a se fazer é não brecar, mas simplesmente deixar que o muro vire o seu carro. Desta forma, você poderá se manter a 120mph frequentemente (dependendo da velocidade que você estiver quando entrar na curva) ao invés de diminuir a velocidade para 80 ou 90mph.

OUTRUN RACING

Para vencer um oponente, o caminho mais rápido é chegar bem perto dele e alcançar quase a velocidade total, então, quando estiver bem próximo pressionar o botão para iniciar a corrida. Ele irá voar sobre seu carro ou será atingido pelo lado e você irá ganhar em alguns segundos.

Quando a corrida está sendo efetuada nas auto-estradas, tudo será mais fácil, mas não aceite a corrida até que esteja bem próximo ao oponente, assim você poderá fazê-lo rodar e vencer quase sempre com 10 ou 12 segundos, ao contrário do normal que levaria de 2 a 3 minutos. Isto não irá funcionar sempre, mas na maioria do tempo sim. Nos níveis 1 e 2, funciona muito bem!

Se estiver distante o suficiente à frente do seu adversário e na curva da auto-estrada tiver um bloqueio, você pode atirá-lo na rampa, isso fará com que ele demore um bom tempo para se recuperar.

Quando estiver correndo em uma Outrun, chegue o mais próximo que puder antes de iniciar o desafio. Assim que iniciar a corrida, use o NOS e tente acertá-lo pelo lado fazendo-o perder o controle e bater. Outra dica legal quando estiver correndo, é tentar ir em direção à um lugar onde você pode fazer uma curva em “U”, se o fizer certo, então você irá conseguir uma boa liderança enquanto ele tenta fazer o retorno.

Mais uma forma de se vencer facilmente uma Outrun, é no meio das cinco fontes no centro da cidade. Precisará praticar um pouco para conseguir fazê-lo, mas quando conseguir pegar o jeito, ficará mais fácil e se oponente provavelmente irá bater tentando seguí-lo. Se estiver à frente de seu oponente, utilize os atalhos. Seu oponente pode não usar o atalho, mas se ele usar, provavelmente irá bater.

Para recarregar o NOS rapidamente, dirija para trás até alcançar o máximo RPM e então faça o retorno para direita, ou esquerda. Fazendo esta manobra em “J”, ganhará 500 pontos. Uma manobra fácil de executar nas auto-estradas.

ESTRATÉGIAS GERAIS

Para abastecer o seu NOS, faça um 360 para ganhar pontos. Utilize também a suspensão hidráulica do carro para ganhar pontos.

No modo Carreira, se você não tiver nenhuma corrida para competir no World Map, então vá para as lojas (Body, Paint/Vinyl) e adicione mais personalizações para elevar sua classificação visual. Alterando a classificação visual do carro, você irá habilitar novas corridas.

Quando estiver no modo de Carreira, coloque como prioridade máxima a Performance. Certifique-se de aprimorar as partes de performance antes que seu dinheiro acabe sendo gastado em Rodas, Spoilers e outras coisas só para deixar seu carro bonito.

Todos os oponentes iniciam com modos de performance similar ao seu. Se você não conseguir ganhar a corrida, vá para a garagem e diminua a qualidade, ou até mesmo remova todas as alterações. Isto lhe dará algumas chances a mais. Se estiver entrando em uma corrida de Drag, pegue o carro com melhor aceleração e velocidade máxima sem as modificações, isto lhe dará uma vantagem sobre o oponente. Isso é válido também para outras corridas como Street X por exemplo, mas nesta corrida você terá que buscar o carro com melhor direção.

As hidráulicas não estão no jogo apenas por estar, elas possuem uma função imprescindível para alcançar a liderança na largada. Em um Circuito, Sprint, ou corridas URL, durante a contagem regressiva, pressione o salto hidráulico e acelere ao mesmo tempo. Isto fará com que seu carro inicie com um salto à frente, e quando a corrida começar, acione o nitro e se o tempo estiver correto, você conseguirá uma grande arrancada.

Quando estiver em uma corrida (exceto Drag) e se encontrar na velocidade máxima em direção à uma curva fechada, ao invés de usar o muro para fazer a curva, use o carro que está competindo contra você, ou um carro qualquer para fazer a curva. Deste modo, você fará com que seus oponentes batam e você poderá fazer a curva facilmente., exceto na parte onde você escorrega contra o carro de seus oponentes.

Geralmente, completando qualquer corrida escolhida através do World Map impede você de ganhar qualquer ponto ou dinheiro, no entanto, no modo Carreira, escolha as corridas para competir no World Map, então selecione aquela que irá correr. Entre 2 e 3 segundos na corrida, cancele e reinicie a corrida, onde será avisado que perderá todos os detalhes da corrida, mas tudo bem. Após completar a corrida, volte para o Explore Mode, não a garagem, assim você irá assegurar de ganhar algum dinheiro extra.

Sempre mantenha os olhos nas corridas que não aparecem no mapa. Não as ignore, pois elas geralmente são curtas e possuem dinheiro mais consideráveis do que as que aparecem no mapa. Você irá encontrar todo o tipo de corrida, exceto URL.

Para encontrar as lojas escondidas, procure pelas assinaturas coloridas nas ruas. O quadrado verde indica a loja Body, a triângulo vermelho são as lojas Graphic, os círculos azul claro as lojas de carro, o quadrado azul escuro são as lojas de Perfomance e o triângulo e quadrado amarelo são as lojas de Speciality.

Certifique-se de estar com o NOS cheio até a vazante, então, siga para o anel da auto-estrada ao redor de City Centre. Para ganhar em menos de 20 segundos, faça o oponente rodar e quando ele estiver em 90º com o seu carro, aceite o desafio e saia queimando tudo com o seu nitro. Isso geralmente funciona muito bem. No entanto, é uma dica que pode sair pela culatra, então, tome cuidado!

Como jogar NFSU2 e tipos de corrida

O título inaugura novos tipos de corrida que não existiam nas versões anteriores. São sete ao todo, para que o piloto não se canse dos desafios que os oponentes impõem. A primeira é o Circuito, uma corrida tradicional com número de voltas predeterminado pelo jogo. A Drag é a corrida de arrancada. Quem se sair melhor durante a arrancada ganha a disputa.

Já no Drift, o sistema de inteligência artificial do game adiciona derrapadas (drifts) à base das montanhas. Cabe ao piloto enfrentar os obstáculos e obter um mínimo de pontos previamente definido. Em Outrun, há rachas alucinantes no meio da cidade, depois de convidar um dos oponentes. 

A Sprint é uma corrida na qual os pilotos devem percorrer um trecho de circuito. Em Street X, o jogador enfrenta três oponentes em uma corrida de circuito curto com adição de derrapadas, semelhante às do modo Drift. Já o Underground Racing League (URL) consiste de corridas em circuitos fora da cidade, seguindo a trama proposta pelos criadores do jogo.

Solta o som, DJ

A trilha sonora merece atenção especial. A playlist é composta por faixas escolhidas a dedo para que o usuário tenha uma imersão no mundo da alta velocidade que a EA Games propõe. Algumas músicas são eletrizantes, para momentos de muita adrenalina, enquanto outras têm o ritmo certo para um passeio pela cidade, observando o cair da noite.

Aproveite para baixar Need for Speed Underground 2 e divirta-se com carros, músicas e tudo que envolve esse clássico de corrida de rua no seu PC.

Carros

São ao todo 29 latas em cada versão, 26 carros de passeio e 3 SUVs

Carros de passeio

Acura RSX Type S: se equipá-lo bem é um bom carro.

Audi A3: os iniciantes são fã desse carro.

Audi  TT: precisa de prática do jogador para fazer um bom uso do carro.

Ford Focus ZX3: não faz muito sucesso entre os jogadores.

Ford Mustang GT: ótimo carro, mas demora para destravar.

Honda Civic Si: o melhor carro inícial.

Hyundai Tiburon V6: muito bom, mas não é tão famoso.

Infiniti G35 Coupé: famoso entre os iniciantes.

Lexus IS300: Corre tanto quanto um carro inicial, de tão ruim.

Mazda MX-5: Um conversível que não dá para abrir a capota, fator que o deixa de lado.

Mazda RX-7: corre muito.

Mazda RX-8: Um carro que só é bom em Drift.

Mitsubishi 3000GT VR-4 GTO: passa a sensação de ser pesado, então muitos jogadores o deixam de lado.

Mitsubishi Eclipse GSX: O melhor carro do jogo para todas as corridas

Mitsubishi Lancer Evolution VIII: corre bastante e tem boa estabilidade.

Nissan 240SX: segundo melhor carro inicial.

Nissan 350Z: Carro muito bom, talvez o melhor, serve para qualquer corrida.

Nissan Sentra SE-R Spec-V: Iniciantes se dão bem com esse, mas não é dos melhores.

Nissan Skyline GT-R R34: Melhor carro do jogo, mas só dá para destravar aos 99,9% do jogo completado, mal dá para correr com ele.

Peugeot 206 GTI: Carro inicial ruim, mas corre bastante.

Pontiac GTO: ruim em curvas, mas é ótimo para drags.

Subaru Impreza WRX STi: não chama muita atenção dos jogadores.

Toyota Celica: Carro que ninguém usa por ser estranho.

Toyota Corolla GT-S AE86: carro inicial mais lento, mas depois que modifica o motor, ele fica bom. Ele é o melhor carro inicial para drift.

Toyota Supra: É o Corvette da Toyota. Mas nesse jogo parece que cortaram metade do motor fora.

Volkswagen Golf GTI: Um carro que ninguém entende por que não é inicial. SUVs

Isso mesmo. Nesse jogo tem o típico carro de rapers americanos. São 3, mas todo mundo sempre escolhe a Hummer H2.

Cadillac Escalade: corre mais que as outras 2.

Hummer H2: É a que tem mais Dirigibilidade das 3, mas é a mais lenta das três.

Lincoln Navigator: pior das 3.

Conclusão

A série Need for Speed começou a tomar novos rumos quando o primeiro “Underground” foi lançado. Com o NFS Underground 2 a produtora Electronic Arts quis manter o alto padrão de diversão e novidades, mas muitos dizem que não atingiram o mesmo patamar. Ainda assim, o game diverte.

Ao contrário do primeiro Underground, a sequência modifica um pouco o estilo de jogo. Agora, as coisas estão mais para o lado de mundo aberto, em que o jogador busca suas missões pela cidade.

A “tunagem” dos carros, por exemplo, melhorou bastante, com novos elementos de modificação para os jogadores e apaixonados por carros. Opções de direção, rodas, pintura e muito mais fizeram sucesso entre a galera que curte essas possibilidades, ainda mais em um game de uma série tão famosa quanto NFS.

Referências:

Voxel, Desciclopedia, wikipedia, techtudo.

Tony Hawk’s Pro Skater

Tony Hawk (série) é formado por jogos de computador e vídeo game baseados no skatista Tony Hawk, os jogos foram desenvolvidos pela Neversoft e publicados pela Activision. A série começou em 1999, com o lançamento de Tony Hawk’s Pro Skater para o console Playstation (no ano 2000 foram lançados o mesmo jogo para Dreamcast, Nintendo 64, PC e Game Boy Color).

Com o sucesso de Tony Hawk’s Pro Skater, a Activision lançou Tony Hawk’s Pro Skater 2 (Em 2000 para Playstation, 2001 para o Dreamcast, Nintendo 64, PC, Game Boy Color e Gameboy Advance), logo depois vieram Tony Hawk’s Pro Skater 2X para o Xbox, Tony Hawk’s Pro Skater 3 (Em 2001, para o Playstation, Playstation 2, GameCube, Xbox, Nintendo 64, PC, Game Boy Advance e Game Boy Color), e Tony Hawk’s Pro Skater 4 (em 2002 para o Playstation, PlayStation 2, GameCube, Game Boy Advance, PC, e Xbox).

O quinto jogo da série, Tony Hawk’s Underground (THUG), foi lançado em 2003 para PS2,GameCube, Xbox e Game Boy Advance. Esse jogo difere não so do nome dos títulos anteriores mais tem como foco a idéia do Story Mode (Modo História), onde o jogador cria seu próprio personagem com opções de skates, roupas, acessórios.Tony Hawk’s Underground 2 foi lançado em Outubro de 2004, e possuía características semelhantes ao jogo anterior. Com o lançamento do PSP, Tony Hawk’s Underground 2 foi refeito para ser lançado como título de estréia do console de mão.

Em 2005, Tony Hawk’s American Wasteland foi lançado para o Xbox 360, PS2, Xbox e GameCube. O jogo se passa totalmente em Los Angeles, com exceção do modo Classic, o jogo é maior que os já então lançados. Para o Nintendo DS e o Gameboy Advance foi realizado uma versão semelhante, chamada de Tony Hawk’s American Sk8land, o jogo possui conectividade wireless.

Em novembro de 2006, o oitavo jogo da série, Tony Hawk’s Project 8 foi lançado, com uma grande modificação gráfica e aparência diferente do resto da série, para tomar vantagem na nova geração de vídeo games, o jogo foi lançado para PSP, Xbox, Playstation 2, Xbox 360 e Playstation 3. Um jogo separado, Tony Hawk’s Downhill Jam, foi lançado exclusivamente para os consoles da Nintendo Wii,DS e Game Boy Advance, mais uma versão para o Playstation 2 foi lançada,também é considerado o pior jogo da série.

Sobre o jogo

O primeiro título da série é o que talvez mais se aproxime da realidade por ser o menos exagerado de todos, mas desde esse princípio o jogo nunca se propôs a ser um simulador do esporte. Apesar da presença digital de vários skatistas profissionais da época, assim como suas manobras replicadas fielmente, a proposta era de algo mais descontraído do que qualquer outra coisa, o que fica claro quando você tem personagens secretos como Officer Dick, um policial skatista.

O jogo é todo dividido em fases, cada uma em uma localidade diferente, e para conseguir passar para a próxima é necessário alcançar um certo número de objetivos, que são acumulados ao longo de sessões de dois minutos. Existem alguns básicos, como conseguir determinadas pontuações, fazendo o maior número de combos e manobras possíveis, até outros um pouco mais complexos, como encontrar as famosas fitas de VHS escondidas nas fases. Também há alguns campeonatos, onde o objetivo é simplesmente tentar fazer uma pontuação maior que os outros competidores de acordo com um juri controlado pela IA do jogo. Ainda é possível fazer algumas customizações básicas no skate para facilitar determinados estilos de manobras.

Mecanicamente não existe muito mistério, você controla o seu skatista, que “anda” sozinho, com o direcional, tem um botão para pulo, outro para flip (manobras em que o skate gira em um de seus eixos), outro para grind (corrimão) e por fim um para grab (manobras onde o skatista segura o skate). A ideia é que você mescle esses comandos, apertando o botão de pulo e imediatamente uma direção mais botão de manobra e caia em pé para conseguir pontos, contando claro com todos os obstáculos que o cenário te proporciona, como rampas, corrimões e afins. Após várias manobras sem cair, uma barra de especial se enche e você pode executar uma manobra especial exclusiva do skatista que garante muito mais pontos.
Embora o modo carreira, que é o modo principal e solo do jogo, fosse por si só interessante, o jogo contava também com um modos multiplayer, onde você podia disputar com os amigos em algumas modalidades simples com a tela dividida ao meio na vertical. Sinceramente eu sempre curti mais jogar o modo carreira mesmo no esquema de passar o controle a cada sessão e assim todos irem abrindo as fases juntos.

Mas vamos realmente ao que interessa, falemos da trilha sonora. Além de toda questão de jogabilidade, THPS já chamava a atenção por trazer uma trilha sonora de rock / punk rock de fazer qualquer um que curte o gênero pirar. Como ignorar um jogo que abre com uma banda tão emblemática como Dead Kennedys? Ou não pirar com Goldfinger, ainda que pela primeira vez ou rir do clipe insano do The Suicide Machines? Eu particularmente passei a escutar muito de punk rock nessa época justamente por conta do jogo. Engraçado lembrar também que em uma das fases, a da escola, havia um telão onde dependendo da música o clipe da mesma era exibido, e como internet naquele tempo não permitia o luxo de assistir a um clipe assim, não era incomum parar com o personagem em frente apenas para assistir. O mesmo valia para os finais dos skatistas que eram desbloqueados após finalizar o jogo.

Tony Hawk’s Pro Skater 2

Tony Hawk’s Pro Skater 2 é o segundo jogo da série Tony Hawk. Foi desenvolvido pela Neversoft e publicado pela Activision em 2000. O jogo foi primeiramente lançado para o PlayStation, logo depois lançado para o Nintendo 64, Dreamcast e Game Boy Color. A versão do jogo para o Game Boy Advance foi muito elogiada por dar uma impressão de jogo em 3D, e foi eleito como o primeiro jogo de aparelho portátil em 3D. O jogo foi também o primeiro a possuir a opção de criação de skatistas.

Jogabilidade

A segunda edição da série de jogos Tony Hawk’s conta com os mesmos skatistas do primeiro jogo, contando com a adição de Steve Caballero, Eric Koston e Rodney Mullen. Além dos skatistas profissionais também há personagens criados pela Neversoft, e funcionam como personagens desbloqueáveis, sendo eles Officer Dick, Private Carrera, McSqueeb e Mindy. E como um personagem secreto, o jogo conta com o herói dos quadrinhos da Marvel Comics, Homem-Aranha.

Como na primeira edição da série, o jogo conta com estágios em vários lugares ao redor do mundo, passando por cidades como Montana, Califórnia do Sul, Marselha, Nova York, Califórnia, Ventura, dentre outras cidades. Como exclusividade da versão para PC e Xbox, o jogo contém todas as fases do primeiro jogo da série.

Tony Hawk’s Pro Skater 3

Tony Hawk’s Pro Skater 3 é o terceiro jogo da série Tony Hawk’s. Foi desenvolvido pela Neversoft e publicado pela Activision em 2001 para o Nintendo GameCube, Game Boy Color, PlayStation, e PlayStation 2. Em 2002, o jogo foi lançado para o Nintendo 64, Xbox, PC e Game Boy Advance. Foi o primeiro jogo lançado para PlayStation 2 com suporte online, e o último jogo lançado para o Nintendo 64 na América do Norte.

Jogabilidade

Tony Hawk’s Pro Skater 3 é o terceiro jogo da conhecida série da Activision que leva o nome do renomado skatista profissional Tony Hawk. O game simula os principais movimentos do skate, contando com comandos específicos para cada classe de manobras.

O sistema do game é o mesmo de seus antecessores: você deve escolher um entre 13 dos maiores atletas da atualidade e andar por diversas pistas ao redor do mundo realizando objetivos em um tempo pré-determinado de dois minutos. Há também pistas específicas nas quais são realizados campeonatos. Nestas, o jogador deve andar em três baterias de um minuto, obtendo uma média entre as notas de cada. Se a média for boa o suficiente para colocá-lo entre os três primeiros na competição, você passa de fase.

THPS3 foi considerado revolucionário por conta de seus gráficos e físicas, que o diferenciaram bastante de seus antecessores; tudo por causa da capacidade do PS2, bastante superior a do Playstation, no qual seus antecessores foram lançados. O game também foi bastante conceituado por ser o primeiro do PS2 a oferecer suporte online.

Tony Hawk’s Pro Skater 4

O Tony Hawk’s Pro Skater 4 foi o primeiro da série a implementar um novo modo de jogo, onde você pode rodar livremente pelo cenário em busca de missões, e não mais ficar restrito ao tempo de 2 minutos para andar na pista e cumprir suas manobras neste tempo. O mecanismo do game continua o mesmo, portanto, você usa os mesmos botões para acionar os movimentos.

Como o mundo é livre e você pode rodar pelo cenário em busca de missões, vários NPC’s estão disponíveis para interagir com o seu personagem, como outros skatistas e até fotógrafos. São esses personagens que irão lhe informar sobre o seu próximo passo.

Além de Tony Hawk e outros skatistas profissionais famosos, também está presente no jogo o brasileiro Bob Burnquist. No total, você encontrará 14 atletas para selecionar e mais cinco secretos, que só aparecem nos níveis mais avançados, quando cumprir um certo número de missões.

Jogabilidade

O mecanismo básico do jogo continua o mesmo. Há um comando para o ollie (pulo com o skate) e outros para diferentes classes de manobras, que podem ser realizadas no ar ou em bordas e corrimãos (os chamados grinds). 

Apesar de não haver um enredo específico, em Tony Hawk’s Pro Skater 4 você pode conversar com fotógrafos, skatistas profissionais entre outros personagens para acionar as missões. Entre os diversos locais que podem ser visitados estão o porto de San Francisco, a ilha da antiga prisão de Alcatraz e a famosa pista de skate Kona. São 14 skatistas que podem ser selecionados, além de 7 secretos e 9 pistas diferentes (sendo duas secretas).

Tony Hawk’s Pro Skater 5

Tony Hawk’s Pro Skater 5 é um jogo da série Tony Hawk’s, desenvolvido pela Robomodo e Disruptive Games, e lançado pela Activision para PlayStation 4 e Xbox One. E foi convertido para PlayStation 3 e Xbox 360 pela Fun Labs. É o décimo da série, é o primeiro da série principal desde 2007 (Proving Ground). Ao contrário das versões anteriores, esse título não foi lançado para nenhum sistema da Nintendo no caso 3DS e o Wii U, e nem para o PC. O jogo foi lançado para PlayStation 4 e Xbox One em 29 de setembro de 2015. As versões para PlayStation 3 e Xbox 360 foi lançadas em 15 de dezembro de 2015 na América do Norte e Europa, após adiarem o lançamento para aprimorarem em relação ás versões anteriores.

Jogabilidade

O gameplay está no estilo de assinatura dos games Pro Skater clássicos em um grupo novo de níveis com o mesmo foco em objetivos desafiadores, controles com ajuste fino e manobras com pontuação alta – inclusive manuais e reverts – para unir esses combos enormes.
Os profissionais de skate do game incluem Tony Hawk, Nyjah Huston, Chris Cole, Riley Hawk, Aaron “Jaws” Homoki, Lizzie Armanto, Leticia Bufoni, David Gonzalez, Andrew Reynolds e Ishod Wair – ou você pode personalizar seu próprio skatista. E, claro, a trilha sonora será incrível! Mais detalhes em breve.

O Tony Hawk’s Pro Skater 5 realmente destrói no modo multiplayer online, permitindo que os jogadores entrem e saiam de sessões online correntes de skate com amigos e desafiantes de qualquer lugar do mundo; é como um skatepark que nunca fecha. Complete missões, libere conteúdo novo e suba de nível online ou offline, ou voe no mano a mano competindo contra outros jogadores.

20 pessoas podem jogar de uma vez, o que é insano. Os jogadores também podem construir seus próprios skateparks cheios de emoção para compartilhar com a comunidade. Atenção para o fato de que esses recursos online são somente para a versão PS4 – a versão PS3 não tem jogo online. Tenho tantas outras coisas para contar nos próximos meses, fiquem ligados.
Também estamos iniciando o lançamento de vários programas para compras antecipadas do game. Cheque na internet os exclusivos para compra antecipada nas suas lojas favoritas – e, claro, na PSN, onde o pedido antecipado para PS4 está disponível agora.

Tony Hawk’s Pro Skater 5 está sendo desenvolvido pela minha empresa Robomodo, com a Disruptive Games. A Activision está publicando. O game estará disponível para PS4 em 29 de setembro de 2015.

Queda rápida

Tony Hawk 5 é uma espécie de Tony Hawk 2 de uma dimensão paralela, em que a finada Neversoft largou o projeto e deixou pra que uma desenvolvedora cuidasse de um jogo que ela nunca viu na vida e muito menos conhece os fãs. Se prepare para ficar deprimido.

Pra aliviar um pouco a tensão, vamos começar com alguns pontos “positivos”. Os veteranos da série vão notar que o esquema de controles está praticamente o mesmo, fazendo da jogabilidade algo instintivo. Os botões para salto (Ollie), Flips, Grabs, Manuals e Grinds continuam mapeados da mesma maneira.

Isso imediatamente desperta uma nostalgia, que condiciona nossa mente a eliminar quaisquer outros problemas em prol de uma experiência que resgate um pouco de épocas passadas. Mas, não demora muito para perceber que uma nova mecânica, chamada Stomp, é o suficiente para voltarmos à realidade da maneira mais brusca possível.

Essa mecânica faz com que o jogador pouse mais rápido no chão, sendo rapidamente sugado para a superfície. Para acioná-la, você usa o mesmo botão que usa para deslizar nos corrimões e, sendo assim, há uma quebra enorme na estrutura que era tão consolidada.

Várias vezes você vai acabar pousando antes no chão quando, na realidade, mirava num corrimão. Qualquer veterano vai sofrer bastante com esta nova mecânica. Além disso, várias vezes ela retorce tanto a estrutura do jogo que acaba causando bugs e quebrando totalmente a experiência. Ou seja, até mesmo quem está chegando agora na franquia vai estranhar o tal recurso.

Removendo rodinhas

Fora isso, vários outros recursos de jogabilidade que vimos em jogos como Tony Hawk’s Pro Skater 3 e seus sucessores foram simplesmente arrancados da mecânica base.

Não existe a possibilidade de realizar as chamadas “Flat Tricks”, restringindo somente ao Manual convencional. Nos corrimões, os Grinds não podem serem ajustados durante as manobras, como acontecia nos jogos anteriores. Deitar no skate, pegar carona em carros ou descer da prancha são também alguns outros exemplos que não existem mais.

Realizar manobras especiais, algo adorado pelos fãs pelo fato de aumentar a dificuldade dos combos e também a pontuação, também é algo que está diferente e mais simplório. Agora, você ativa o modo especial ao pressionar o L1 (LB no Xbox One) e, a partir daí, qualquer Grind, Flip, Grab e Manual se torna uma manobra especial.

Em suma, as possibilidades em Tony Hawk 5 estão muito mais restritas, o que é lamentável. Mesmo sendo um jogo que faz referência aos clássicos, não faz sentido eliminar recursos dos próprios clássicos e também de seus sucessores, que, esses sim, conseguiram manter a base adorada pelos fãs e ainda adicionaram vários elementos interessantes.

Menus e mais menus

Trocar de personagem, por exemplo, exige que você saia do game e acesse a opção “Customize Skater”. Ali, você escolhe um dos 12 skatistas, que incluem nomes de peso, como Nyjah Houston, Ishod Wair, Riley Hawk, que é filho de Tony e a brasileira Letícia Bufoni.

A única maneira de adicionar seus pontos de Stats adquiridos durante o jogo é neste menu, já que o game simplesmente não permite que você evolua seu personagem durante a jogatina. E detalhe: os stats de todos os atletas são iguais, tirando aquela noção que tínhamos antes sobre qual skatista tinha mais desenvoltura no Manual, nos Grabs ou em Flips.

Provando mais uma vez a confusão no design de interface, temos a personalização dos atletas. Você não pode criar um personagem seu, que antes aparecia como “Custom Skater”. Em vez disso, você tem de personalizar um atleta já disponível e isso faz com que Tony Hawk, por exemplo, vire um robô ou um cara com um saco de papel na cabeça.

Outra promessa que despertou a atenção dos fãs de longa data é o retorno do modo Create-a-Park. O sistema de criação traz várias opções diferentes, principalmente se compararmos com a ausência de recursos que virou padrão no jogo. Você pode escolher planos de fundo, o tamanho de sua pista de skate e ir montando tudo peça por peça, colocando rampas, corrimões e até poderes que alteram a jogabilidade — os famosos Power-Ups.

Infelizmente o editor tem alguns probleminhas, principalmente pelo fato de não exibir uma grade, o que faz com que constantemente os objetos fiquem desalinhados e torna a construção muito mais demorada.

Mesmo assim, a possibilidade de criar, compartilhar e jogar em pistas de outros jogadores é um recurso que funciona, embora acabe se tornando defasado graças à experiência do jogo em si.

Sem multiplayer em tela dividida

A grande decepção, principalmente pelo fato de que o jogo prometia o retorno aos tempos clássicos, é a ausência do multiplayer em tela dividida. Mais uma vez, por se tratar de uma grande produção e de uma sequência real na franquia, esperávamos mais recursos do que vimos em Tony Hawk HD, mas o multiplayer também não entrou aqui.

A parte mais marcante da experiência clássica foi trocada pelo modo online, que é totalmente irrelevante durante a campanha, onde até 20 jogadores aparecem perambulando pelo mapa. Não existe qualquer tipo de interação real neste hub interativo e, caso você queira jogar uma missão no modo cooperativo com algum deles, a parte burocrática retorna, obrigando você a ir no perfil do jogador desejado, dentro da rede de seu console, e então adicioná-lo como amigo.

Modos

Os modos competitivos existem e o clássico Trick Attack, a famosa briga por pontos, é um dos mais populares. Em nossa experiência, as partidas constantemente se iniciavam sem a presença de outro jogador e, como comentamos antes, não é possível sair do meio de uma missão sem sair do jogo. Os modos Horse e Graffiti, que foram intensamente solicitados pelos fãs, mais uma vez foram ignorados.

As músicas se salvam!

Felizmente, a trilha sonora é o único grande acerto de Tony Hawk 5 que realmente honra o legado da franquia. O jogo traz mais de 30 músicas, todas de bandas que você provavelmente não conhecia e vai se apaixonar. Os gêneros variam desde Punk Rock, passando por Indie até Hip-Hop e tudo se encaixa perfeitamente com o ritmo frenético do game. Confira um exemplo abaixo:

Dicas

Desbloquear tudo (Tony Hawk’s Pro Skater)

Para destravar todas as pistas, skatistas e skates do game, pause o jogo. Depois, segure L1 e pressione Bola, Direita, Cima, Baixo, Bola, Direita, Cima, Quadrado e Triângulo.

Física da lua (Tony Hawk’s Pro Skater 2)

Nada melhor do que baixa gravidade para treinar suas combinações de manobras. Para ativar o modo física da lua, no segundo game, pause o jogo, segure L1 e pressione X, Quadrado, Esquerda, Cima, Baixo, Cima, Quadrado e Triângulo.

Equilíbrio perfeito (Tony Hawk’s Pro Skater 3)

Uma das formas mais eficientes de conseguir grandes pontuações é combinando manobras verticais com grinds e manuais. Para adicionar equilíbrio infinito ao personagem, pause o jogo, segure L1 e pressione Cima, Baixo, Cima, Cima, Triângulo, X, Triângulo e Triângulo.

Modo cabeção (Tony Hawk’s Pro Skater)

Nada mais cômico do que percorrer as pistas do game com personagens com cabeças enormes. Para ativar o cheat pause o game, segure L1 e pressione Quadrado, Bola, Cima, Esquerda e Esquerda.

Desbloquear todas as pistas (Tony Hawk’s Pro Skater 2)

A segunda versão do game possui algumas das pistas mais memoráveis da série. E todas elas podem ser jogadas rapidamente com o código correto. Para ativar o cheat, pause o game, segure o L1 e pressione Cima, Triângulo, Direita, Cima, Quadrado, Triângulo, Direita, Cima, Esquerda, Quadrado, Quadrado, Cima, Bola, Bola, Cima e Direita.

Câmera lenta (Tony Hawk’s Pro Skater 3)

Outra boa forma de experimentar combos de manobras é o modo de câmera lenta, que diminui a velocidade, mas não altera a altura do salto do skatista. Para ativar o cheat, pause o game, segure o L1 e pressione Esquerda, Esquerda, Cima, Esquerda, Esquerda, Cima e X.

Especial sempre no máximo (Tony Hawk’s Pro Skater)

Para que manobras comuns se você pode apelar para seus especiais o tempo todo? Pause o game, segure L1 e pressione X, Triângulo, Bola, Baixo, Cima e Direita para manter a barra sempre cheia.

Destravar todos os personagens especiais (Tony Hawk’s Pro Skater 2)

A fim de matar as saudades jogando com os clássicos personagens do game, como o herói Spider-Man? Basta pausar o jogo, segurar o L1 e pressionar Quadrado, Bola, Direita, Triângulo, Bola, Direita, Bola Triângulo, Direita, Quadrado, Direita, Cima, Cima, Esquerda, Cima e Quadrado.

Modo Turbo (Tony Hawk’s Pro Skater 3)

Turbine seus saltos e manobras com skatistas extremamente velozes. Para ativar o código, pause o game, segure L1 e pressione Esquerda, Cima, Quadrado e Triângulo.

Referências:

Blog br Playstation, Voxel, VaoJogar, wikipedia, techtudo.

Crash Bandicoot N. Sane Trilogy

É uma compilação de jogos eletrônicos desenvolvida pela Vicarious Visions e publicada pela Activision. O jogo é uma remasterização dos três primeiros jogos da série Crash Bandicoot; Crash Bandicoot, Crash Bandicoot 2: Cortex Strikes Back e Crash Bandicoot 3: Warped, que foram originalmente desenvolvidos pela Naughty Dog para o PlayStation nos anos 90. Crash Bandicoot N. Sane Trilogy foi lançado inicialmente para PlayStation 4 em 30 de junho de 2017, e posteriormente para Microsoft Windows, Nintendo Switch e Xbox One em 29 de junho de 2018.

Resumo

O pessoal da Vicarious Visions, desenvolvedora responsável pela N. Sane Trilogy, que conta com os três primeiros jogos da franquia — Crash Bandicoot (PS, 1996), Crash Bandicoot 2: Cortex Strikes Back (PS, 1997) e Crash Bandicoot 3: Warped (PS, 1998) — descreve a coletânea não como um remake, mas sim um “remaster plus”, já que, apesar de terem reconstruído a jogabilidade do zero, eles usaram a geometria de nível original da Naughty Dog como guia. Seja lá como for chamado, eles fizeram um excelente trabalho em quase todas as decisões que tomaram.

A mudança mais óbvia está no visual. Eles conseguiram trazer estes jogos de 20 anos atrás para os dias de hoje. Tanto as fases quanto os personagens foram remodelados, mas mantiveram toda a essência dos originais. Além disso, cutscenes foram adicionadas e refeitas. O resultado ficou surpreendente, principalmente para quem estava acostumado com os gráficos mais quadrados de antigamente. 

A trilha e efeitos sonoros também receberam uma repaginada. Muitos sons dos jogos originais foram mantidos, mas vários outros tiveram de ser refeitos com instrumentos de alta qualidade e até aprimorados com outros elementos que deixaram as músicas consideravelmente diferentes. Alguns fãs podem estranhar, mas a opção por trazer um material diferente e de mais qualidade é sempre melhor do que apenas replicar o original, que, como o próprio Josh Mancell, compositor das versões originais, relatou, havia muitos limites para o que podia ser feito na época. 

Um dos problemas da versão de PS4 eram as longas telas de carregamento, melhoradas através de atualizações. Outra mudança foi a adição de uma fase extra, originalmente excluída do primeiro jogo da franquia por ser difícil demais, a Stormy Ascent, que ficou gratuita apenas no seu mês de lançamento. Esse nível estava no disco original do PlayStation e podia ser acessado utilizando Game Shark. Além de exigir muita habilidade dos jogadores, ele tem cerca de quatro vezes o tamanho de uma fase normal do primeiro Crash, que já contava com os níveis mais longos dentre os três. Tanto as correções de loadings quanto a fase extra já acompanham a versão de Xbox One, Switch e PC.

As mudanças

As mudanças nos jogos da trilogia não foram apenas cosméticas e o pessoal da Vicarious Visions tomou várias decisões para torná-los mais justos e completos, principalmente o primeiro, que não contava com muito dos ajustes que os outros dois receberam. Os três jogos agora contam com salvamento automático, fases bônus repetíveis, time trials e “ajustamento dinâmico de dificuldade”, que estava presente apenas nos dois últimos jogos, e não no primeiro, que dá máscaras Aku Aku e checkpoints após um certo número de fracassos durante o nível. Outro adendo é que agora é possível jogar com a Coco também nos dois primeiros títulos — já que apenas no terceiro ela era jogável —, ainda que ela precise ser desbloqueada neles. Todas essas mudanças deram uma qualidade de vida bastante perceptível ao primeiro jogo, que era o mais difícil e punitivo da franquia.

Por outro lado, algumas escolhas feitas pelos desenvolvedores tornaram a jogabilidade do primeiro Crash mais difícil e até injusta de certa forma. Tomando o terceiro jogo como base, eles alteraram a física e hitboxes dos outros dois jogos, deixando os pulos mais imprecisos. Antes, o formato dos pés do Crash era achatado, o que permitia um ajuste perfeito com as plataformas, mas agora são em formato de pílulas, arredondados, fazendo com que o personagem escorregue das beiradas ao tentar alcançar uma outra plataforma.

Saltos de Crash

O estúdio explica que os saltos de Crash não são os mesmos das versões originais, principalmente do primeiro da trilogia. Os desenvolvedores reforçam que a estratégia adotada foi a de unificação de design, de modo que os jogadores tenham a mesma experiência nos três jogos.

Segundo os criadores, as baterias de testes foram exaustivas, tudo para um manuseio correto. No fim das contas, as métricas de salto foram alteradas, de modo que ficassem similares aos originais. Mesmo assim, existem algumas diferenças. A principal reside no fato do personagem cair mais rapidamente após a liberação do botão ‘X’ do que no jogo original.

Física

Além dos saltos, a forma como Crash interage com plataformas e inimigos também está diferente. Certos saltos exigem mais precisão que o original. Já as colisões se parecem com os originais, para torná-lo mais justo para todos e tão fiel quanto possível.

Além disso, houve outra mudança na física do game, fazendo o Crash cair mais rapidamente após soltar o botão de pulo, deixando ele com uma sensação de estar mais pesado durantes os saltos e, mesmo a curtas distâncias, muitas quedas ocorrem quando você tinha certeza de ter pulado corretamente. Principalmente os jogadores antigos, que já contavam com uma memória muscular das longas jogatinas dos jogos originais, vão passar por maus bocados até se adaptarem à nova fórmula de gameplay.

Dificuldade

O jogo exige maior precisão, principalmente no primeiro. Reforça a equipe de desenvolvimento. Contudo, os pontos de checkpoints e um ajuste dinâmico de dificuldade, tentam equilibrar as coisas. Quando por exemplo, você morre por diversas vezes no mesmo local, o jogo oferece checkpoints e máscaras Aku Aku. Isso certamente contribui.

Para os mais novos, a sugestão é começar pelo terceiro jogo e ir regredindo nos jogos, de modo que ao chegar no primeiro, a prática já terá tido efeito. Já aqueles que experimentaram os originais e ainda possuem a memória muscular, os novos desafios são componentes adicionais.

Crash Bandicoot N. Sane Trilogy visita às origens

A partir do menu inicial, é possível alternar entre os três clássicos de PS1: Crash Bandicoot, Crash Bandicoot: Cortex Strikes Back e Crash Bandicoot: Warped (o melhor, inclusive, ainda é o segundo). Se você gosta de caçar troféus, ainda há um incentivo adicional para revisitar as aventuras, já que são três troféus de platina em um único game – sendo um para cada jogo.

Além da parte visual ter sido completamente retrabalhada, o game faz bom uso da técnica de upscaleao 4K do console mais recente da Sony, o PS4 Pro, e oferece suporte ao recurso HDR, que também funciona no PS4 padrão. Graficamente falando, os três jogos parecem pertencer facilmente a atual geração graças aos cenários mais coloridos, efeitos sofisticados de iluminação e um número maior de detalhes nos ambientes.

Sem a aparência poligonal pela qual são conhecidos, Crash, Coco Bandicoot e o vilão Dr. Neo Cortex parecem ter saído de uma animação de cinema, tamanha qualidade visual. Ainda que o design de alguns inimigos tenha ficado preso à estética do passado, a adaptação gráfica foi feita de forma exemplar.

Assim como o level design das fases foi mantido, a trilha sonora e interface também são fiéis ao material original. As músicas com clima tropical e os efeitos de áudio clássicos, como quando Crash quebra uma caixa e coleta uma fruta Wumpa, aquecem o coração de tanta nostalgia.

Mantendo a forma

Não se engane: nada mudou em relação à jogabilidade. A câmera, por exemplo, que intercala entre perspectiva lateral e profundidade 3D, é a mesma – inclusive com os mesmos problemas. Os movimentos de Crash são basicamente iguais aos de 20 anos atrás e não oferecem nenhuma mudança, assim como a física. Crash se afunda na lama e desliza pelo gelo exatamente como fez nos 90.

Para não dizer que não há nenhuma novidade relevante, o compilado permite se aventurar pelos estágios com ninguém menos que Coco Bandicoot, a irmã mais nova de Crash, que ganha destaque a partir de Cortex Strikes Back, o segundo episódio. Agora, a heroína pode participar de fases que até então exigiam o controle do protagonista.

É impressionante ver como as mecânicas de Crash envelheceram bem. A dificuldade aumenta naturalmente à medida que o jogador vai se familiarizando com os desafios e inimigos pelo caminho. Algumas fases são fáceis e levam poucos minutos para serem finalizadas, mas todas elas têm segredos e itens colecionáveis. O primeiro game, aliás, ainda permanece como o mais difícil da série.

Um ponto relevante a ser considerado é que o gameplay, ao menos nos botões analógicos, não funciona tão bem. Por exigir precisão absoluta em certos obstáculos, os botões direcionais continuam sendo a melhor opção, especialmente se você pretende obter todas as caixas e cristais. Embora os pontos de salvamento estejam aprimorados, os carregamentos excessivos entre uma tela e outra podem frustrar depois de um tempo.

Conclusão

O Crash Bandicoot N. Sane Trilogy mostra aos fãs como uma verdadeira remasterização deve ser feita e proporciona uma incrível viagem no tempo. Com gráficos atualizados e em alta definição, a coleção consegue se manter fiel às obras originais e traz conteúdo de sobra em um único pacote. Esperamos que este seja, enfim, o retorno definitivo do mascote às plataformas atuais.

Referências:

Meu PS4, Game Blast, Techtudo, Wikipedia.

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